Brasileiro vence IV Prêmio Ibero-americano SM
O escritor brasileiro Bartolomeu Campos de Queirós é o vencedor da IV Edição do "Prêmio Ibero-americano SM de Literatura Infantil e Juvenil", anunciado na última sexta-feira (24 de outubro), no México. Além do brasileiro, concorreram ao Prêmio outros 22 autores de países como Argentina, Bolívia, Colômbia, Chile, Espanha, México e Uruguai. A entrega do prêmio, no valor de 30 mil dólares, acontece no dia 2 de dezembro, durante a Feira Internacional do Livro em Guadalajara (México).
Bartolomeu Campos de Queirós, 64, nasceu no interior de Minas Gerais e publicou seu primeiro livro em 1974, O Peixe e o Pássaro. Renomado autor do gênero infanto-juvenil, publicou mais de 40 obras e já recebeu vários prêmios literários, entre eles o Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro, e o Selo de Ouro, da Fundação Nacional do Livro Infanto-Juvenil. Destaca-se pelo seu compromisso com a educação, a formação de leitores e a promoção da leitura. Segundo a comissão julgadora do Prêmio SM, Queirós foi escolhido pela "transcendência de sua obra que se manifesta na profundidade dos temas que trata, no respeito ao leitor, no compromisso com a arte literária sem concessões e no caráter poético e filosófico de sua obra".
Fonte: Revista Educação
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terça-feira, 2 de dezembro de 2008
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
Bolsa Família cobra exigência nas áreas de educação e saúde
Para assegurar a continuidade do pagamento dos benefícios do Programa Bolsa Família em Salvador, a Central de Informações de Atendimento Social (CIAS) da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (Sedes), juntamente com a Secretaria Municipal da Saúde, está fazendo o acompanhamento da condicionalidade de saúde e da educação.
Segundo a coordenadora do CIAS, Jocelene Lessa, o processo acontece duas vezes por ano e tem por objetivo fazer com que as famílias atendidas pelo Programa cumpram as exigências do governo federal para serem beneficiadas. Ela explicou que todas as famílias para receberem o benefício firmam compromisso com o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome nos âmbitos da educação e saúde.
Com relação à educação, as famílias terão que manter em escolas os integrantes na faixa etária dos seis aos 17 anos matriculados regularmente na rede pública de ensino. Na condicionalidade saúde a exigência é que os integrantes de zero a sete anos terão que apresentar os cartões de vacinação devidamente atualizados.
Fonte:
Assessoria de comunicação da prefeitura de Salvador
Para assegurar a continuidade do pagamento dos benefícios do Programa Bolsa Família em Salvador, a Central de Informações de Atendimento Social (CIAS) da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (Sedes), juntamente com a Secretaria Municipal da Saúde, está fazendo o acompanhamento da condicionalidade de saúde e da educação.
Segundo a coordenadora do CIAS, Jocelene Lessa, o processo acontece duas vezes por ano e tem por objetivo fazer com que as famílias atendidas pelo Programa cumpram as exigências do governo federal para serem beneficiadas. Ela explicou que todas as famílias para receberem o benefício firmam compromisso com o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome nos âmbitos da educação e saúde.
Com relação à educação, as famílias terão que manter em escolas os integrantes na faixa etária dos seis aos 17 anos matriculados regularmente na rede pública de ensino. Na condicionalidade saúde a exigência é que os integrantes de zero a sete anos terão que apresentar os cartões de vacinação devidamente atualizados.
Fonte:
Assessoria de comunicação da prefeitura de Salvador

Olimpíada já tem vencedores
Nenhum ser humano se movimenta se não tiver motivação e esperança. As palavras do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, representam o que alunos e professores vencedores da Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro vivenciaram durante todo o ano. Vindos das mais diversas localidades, situações e condições de vida, esses adultos, jovens e adolescentes puderam ver caminhos abertos por meio de algo presente em seu cotidiano: a língua portuguesa.Nesta segunda-feira, 1º, 15 alunos e 15 professores de quarta, quinta, sétima e oitava séries (quinto, sexto, oitavo e nono anos) do ensino fundamental e segundo e terceiro anos do ensino médio foram premiados na etapa final da olimpíada em Brasília. Os cinco ganhadores de cada categoria – poesia, memória e artigo de opinião – receberam medalhas de ouro, entregues pelo próprio presidente da República, além de computadores e impressoras. “O que vimos hoje é a maior demonstração de que, para o povo brasileiro, a única coisa necessária é uma pequena provocação, uma pequena oportunidade”, disse Lula. A exemplo do que já ocorre com a língua portuguesa e a matemática, o presidente incentivou a criação de uma olimpíada em cada área do saber.Para o ministro da Educação, Fernando Haddad, talento não escolhe lugar para nascer. “Não há relação entre renda, riqueza e talento. Uma atividade como a Olimpíada de Língua Portuguesa nos permite identificar esses talentos”, afirmou.Haddad ainda destacou que a olimpíada proporcionou uma mobilização intensa em torno da língua portuguesa. “Temos 15 vencedores, mas o Brasil todo ganhou com essa olimpíada, pela aproximação que esses alunos tiveram com a língua, pelo trato que tiveram com o texto escrito e com a leitura.”Final – Os 150 alunos finalistas, cada qual com seu professor, passaram por quatro etapas seletivas ao longo do ano. Eles concorreram com outros cerca de seis milhões de estudantes de todo o país. Todos os finalistas receberam medalhas de prata e aparelhos de som.
Nenhum ser humano se movimenta se não tiver motivação e esperança. As palavras do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, representam o que alunos e professores vencedores da Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro vivenciaram durante todo o ano. Vindos das mais diversas localidades, situações e condições de vida, esses adultos, jovens e adolescentes puderam ver caminhos abertos por meio de algo presente em seu cotidiano: a língua portuguesa.Nesta segunda-feira, 1º, 15 alunos e 15 professores de quarta, quinta, sétima e oitava séries (quinto, sexto, oitavo e nono anos) do ensino fundamental e segundo e terceiro anos do ensino médio foram premiados na etapa final da olimpíada em Brasília. Os cinco ganhadores de cada categoria – poesia, memória e artigo de opinião – receberam medalhas de ouro, entregues pelo próprio presidente da República, além de computadores e impressoras. “O que vimos hoje é a maior demonstração de que, para o povo brasileiro, a única coisa necessária é uma pequena provocação, uma pequena oportunidade”, disse Lula. A exemplo do que já ocorre com a língua portuguesa e a matemática, o presidente incentivou a criação de uma olimpíada em cada área do saber.Para o ministro da Educação, Fernando Haddad, talento não escolhe lugar para nascer. “Não há relação entre renda, riqueza e talento. Uma atividade como a Olimpíada de Língua Portuguesa nos permite identificar esses talentos”, afirmou.Haddad ainda destacou que a olimpíada proporcionou uma mobilização intensa em torno da língua portuguesa. “Temos 15 vencedores, mas o Brasil todo ganhou com essa olimpíada, pela aproximação que esses alunos tiveram com a língua, pelo trato que tiveram com o texto escrito e com a leitura.”Final – Os 150 alunos finalistas, cada qual com seu professor, passaram por quatro etapas seletivas ao longo do ano. Eles concorreram com outros cerca de seis milhões de estudantes de todo o país. Todos os finalistas receberam medalhas de prata e aparelhos de som.
Veja quem são os 15 vencedores deste ano. Letícia Tancredi
Leia mais...Final da olimpíada premiou 15 ganhadores Brasília recebe finalistas da OlimpíadaPoesia leva estudantes a RecifeOlimpíada: Centro-Oeste tem finalistasOlimpíada premia alunos da região NorteOlimpíada de Português na reta final Olimpíada chega ao NordesteOlimpíada: Sudeste divulga finalistasOlimpíada define finalistas no SulOlimpíada de português: oficina em Recife
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Fonte:
quinta-feira, 27 de novembro de 2008

REPORTAGEM ESPECIAL!
Educação a distância ganha força no país
No Dia Nacional da Educação a Distância, o Ministério da Educação celebra o fortalecimento da modalidade como oferta de qualidade de educação superior. Passados pouco mais de dez anos desde o início do primeiro curso de graduação, oferecido pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), essa forma de ensino evoluiu em vários aspectos. Segundo especialistas, ela se apresenta cada vez mais consolidada no Brasil e vence resistências.
O sistema de educação a distância brasileiro é formado por 109 instituições, das quais 49 particulares e 11 comunitárias e confessionais, além de 49 públicas — universidades e centros federais de educação profissional e tecnológica (Cefets). Nelas estudam 760.599 alunos. Dados do Censo da Educação Superior de 2006 revelam que, de 2003 a 2006, os cursos de graduação cresceram 571%. “A expansão do sistema está acelerada e grande parte dos cursos é realmente muito boa, mas estamos trabalhando num amplo processo de supervisão para que a qualidade seja mantida”, explica o secretário de Educação a Distância, Carlos Eduardo Bielschowsky. Na semana passada, o MEC divulgou a desativação de 1.337 pólos em todo o país.
Em 2007, após discussão com a comunidade, o MEC publicou uma série de referenciais de qualidade para regular o setor. Segundo o professor José Manuel Moran, da Universidade de São Paulo (USP), a educação a distância passou por vários estágios até chegar à atual fase de consolidação. “Primeiro, surgiu o desafio de fazer um curso de graduação. A tecnologia era muito nova. Em seguida, veio a construção de referenciais de qualidade e, agora, a modalidade se tornou de fato uma política pública que está se consolidando com a UAB”, disse, em alusão à Universidade Aberta do Brasil.
Na era da tecnologia, os cursos a distância permitem ao estudante se formar sem sair da cidade onde vive. É o caso de Maria do Socorro Soares Alves Sena, 34 anos, de Carinhanha (BA). A 900 quilômetros de Salvador, a cidade não contava com cursos públicos de graduação até o ano passado. Com o sonho de fazer uma faculdade e impossibilitada de se mudar da cidade, Maria do Socorro é hoje aluna de pedagogia da Universidade de Brasília, que compõe o sistema UAB. “Tenho magistério e sou professora há sete anos, mas o curso já me ajuda a superar as dificuldades que encontro no trabalho”, conta.
Expansão — A UAB surgiu para expandir e interiorizar a oferta de cursos superiores por meio da educação a distância. Uma de suas tarefas é contribuir também para a formação de professores da rede pública, com graduação e especialização. O programa, iniciado em 2006, dispõe hoje de 562 pólos espalhados por todo o país, os quais oferecem mais de 67 mil vagas em cursos de educação superior. Nos pólos, os alunos encontram a infra-estrutura necessária para as atividades presenciais, como laboratórios de informática, biblioteca e tutores. Ao todo, 74 instituições de educação superior integram o sistema.
A professora Magda Adriana Kirsch, 31, também decidiu fazer especialização a distância. Moradora de São Leopoldo (RS), formada em pedagogia, ela é aluna do curso de gestão da escola, oferecido pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos). “Pretendo me candidatar ao cargo de diretora nas próximas eleições”, afirma. Com o curso a distância, ela consegue conciliar o tempo que dedica ao trabalho na escola e a formação continuada.
O professor Oreste Presti, da UFMT, chama a atenção para o bom rendimento dos alunos dos cursos a distância e lembra o resultado do Exame de Desempenho dos Estudantes (Enade) de 2007, em que os alunos desses cursos se saíram melhor em sete das 13 áreas avaliadas pelo Instituto Nacional de Estatutos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
Aluno de contabilidade da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG), Lúcio Vilete considera que o curso a distância foi ótima oportunidade para voltar aos estudos. “É puxado, tem muita leitura e formamos até grupo de estudos para discutir o material”, conta.
O sistema de educação a distância oferece uma variedade de cursos. Os mais procurados são os de administração, pedagogia, ciências contábeis, serviço social, biologia, matemática, história, geografia, ciências sociais, física, filosofia, letras e normal superior.
Mais informações na página eletrônica da Secretaria de Educação a Distância (Seed). Nela também é possível conferir quais instituições, cursos e pólos estão autorizados a funcionar em todo país.
Texto: Renata Chamarelli
No Dia Nacional da Educação a Distância, o Ministério da Educação celebra o fortalecimento da modalidade como oferta de qualidade de educação superior. Passados pouco mais de dez anos desde o início do primeiro curso de graduação, oferecido pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), essa forma de ensino evoluiu em vários aspectos. Segundo especialistas, ela se apresenta cada vez mais consolidada no Brasil e vence resistências.
O sistema de educação a distância brasileiro é formado por 109 instituições, das quais 49 particulares e 11 comunitárias e confessionais, além de 49 públicas — universidades e centros federais de educação profissional e tecnológica (Cefets). Nelas estudam 760.599 alunos. Dados do Censo da Educação Superior de 2006 revelam que, de 2003 a 2006, os cursos de graduação cresceram 571%. “A expansão do sistema está acelerada e grande parte dos cursos é realmente muito boa, mas estamos trabalhando num amplo processo de supervisão para que a qualidade seja mantida”, explica o secretário de Educação a Distância, Carlos Eduardo Bielschowsky. Na semana passada, o MEC divulgou a desativação de 1.337 pólos em todo o país.
Em 2007, após discussão com a comunidade, o MEC publicou uma série de referenciais de qualidade para regular o setor. Segundo o professor José Manuel Moran, da Universidade de São Paulo (USP), a educação a distância passou por vários estágios até chegar à atual fase de consolidação. “Primeiro, surgiu o desafio de fazer um curso de graduação. A tecnologia era muito nova. Em seguida, veio a construção de referenciais de qualidade e, agora, a modalidade se tornou de fato uma política pública que está se consolidando com a UAB”, disse, em alusão à Universidade Aberta do Brasil.
Na era da tecnologia, os cursos a distância permitem ao estudante se formar sem sair da cidade onde vive. É o caso de Maria do Socorro Soares Alves Sena, 34 anos, de Carinhanha (BA). A 900 quilômetros de Salvador, a cidade não contava com cursos públicos de graduação até o ano passado. Com o sonho de fazer uma faculdade e impossibilitada de se mudar da cidade, Maria do Socorro é hoje aluna de pedagogia da Universidade de Brasília, que compõe o sistema UAB. “Tenho magistério e sou professora há sete anos, mas o curso já me ajuda a superar as dificuldades que encontro no trabalho”, conta.
Expansão — A UAB surgiu para expandir e interiorizar a oferta de cursos superiores por meio da educação a distância. Uma de suas tarefas é contribuir também para a formação de professores da rede pública, com graduação e especialização. O programa, iniciado em 2006, dispõe hoje de 562 pólos espalhados por todo o país, os quais oferecem mais de 67 mil vagas em cursos de educação superior. Nos pólos, os alunos encontram a infra-estrutura necessária para as atividades presenciais, como laboratórios de informática, biblioteca e tutores. Ao todo, 74 instituições de educação superior integram o sistema.
A professora Magda Adriana Kirsch, 31, também decidiu fazer especialização a distância. Moradora de São Leopoldo (RS), formada em pedagogia, ela é aluna do curso de gestão da escola, oferecido pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos). “Pretendo me candidatar ao cargo de diretora nas próximas eleições”, afirma. Com o curso a distância, ela consegue conciliar o tempo que dedica ao trabalho na escola e a formação continuada.
O professor Oreste Presti, da UFMT, chama a atenção para o bom rendimento dos alunos dos cursos a distância e lembra o resultado do Exame de Desempenho dos Estudantes (Enade) de 2007, em que os alunos desses cursos se saíram melhor em sete das 13 áreas avaliadas pelo Instituto Nacional de Estatutos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
Aluno de contabilidade da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG), Lúcio Vilete considera que o curso a distância foi ótima oportunidade para voltar aos estudos. “É puxado, tem muita leitura e formamos até grupo de estudos para discutir o material”, conta.
O sistema de educação a distância oferece uma variedade de cursos. Os mais procurados são os de administração, pedagogia, ciências contábeis, serviço social, biologia, matemática, história, geografia, ciências sociais, física, filosofia, letras e normal superior.
Mais informações na página eletrônica da Secretaria de Educação a Distância (Seed). Nela também é possível conferir quais instituições, cursos e pólos estão autorizados a funcionar em todo país.
Texto: Renata Chamarelli
Confira a entrevista em áudio do secretário de Educação a Distância do MEC, Carlos Eduardo Bielschowsky.
Republicada com alteração de informações
Republicada com alteração de informações
quarta-feira, 26 de novembro de 2008

A Conferência Nacional de Educação – CONAE é um espaço democrático aberto pelo Poder Público para que todos possam participar do desenvolvimento da Educação Nacional. Está sendo organizada para tematizar a educação escolar, da Educação Infantil à Pós Graduação, e realizada, em diferentes territórios e espaços institucionais, nas escolas, municípios, Distrito Federal, estados e país. Estudantes, Pais, Profissionais da Educação, Gestores, Agentes Públicos e sociedade civil organizada de modo geral, terão em suas mãos, a partir de janeiro de 2009, a oportunidade de conferir os rumos da educação brasileira.
O Tema da CONAE, definido por sua Comissão Organizadora Nacional, será: Construindo um Sistema Nacional Articulado de Educação: Plano Nacional de Educação, suas Diretrizes e Estratégias de Ação.
A CONAE acontecerá em Brasília, de 23 a 27 de abril de 2010, será precedida de Conferências Municipais, previstas para o primeiro semestre de 2009 e de Conferências Estaduais e do Distrito Federal programadas para o segundo semestre do mesmo ano. A Portaria Ministerial nº 10/2008 constituiu comissão de 35 membros, a quem atribuiu as tarefas de coordenar, promover e monitorar o desenvolvimento da CONAE em todas as etapas. Na mesma portaria foi designado o Secretário Executivo Adjunto, Francisco das Chagas, para coordenar a Comissão Organizadora Nacional.
A Comissão Organizadora Nacional é integrada por representantes das secretarias do Ministério da Educação, da Câmara e do Senado, do Conselho Nacional de Educação, das entidades dos dirigentes estaduais, municipais e federais da educação e de todas as entidades que atuam direta ou indiretamente na área da educação.
O Tema da CONAE, definido por sua Comissão Organizadora Nacional, será: Construindo um Sistema Nacional Articulado de Educação: Plano Nacional de Educação, suas Diretrizes e Estratégias de Ação.
A CONAE acontecerá em Brasília, de 23 a 27 de abril de 2010, será precedida de Conferências Municipais, previstas para o primeiro semestre de 2009 e de Conferências Estaduais e do Distrito Federal programadas para o segundo semestre do mesmo ano. A Portaria Ministerial nº 10/2008 constituiu comissão de 35 membros, a quem atribuiu as tarefas de coordenar, promover e monitorar o desenvolvimento da CONAE em todas as etapas. Na mesma portaria foi designado o Secretário Executivo Adjunto, Francisco das Chagas, para coordenar a Comissão Organizadora Nacional.
A Comissão Organizadora Nacional é integrada por representantes das secretarias do Ministério da Educação, da Câmara e do Senado, do Conselho Nacional de Educação, das entidades dos dirigentes estaduais, municipais e federais da educação e de todas as entidades que atuam direta ou indiretamente na área da educação.
Para maiores informações acesse: http://www.mec.gov.br/
terça-feira, 25 de novembro de 2008

Dica de Português
Por Thaís Nicoleti
"... apenas o laudo do IML, daqui um mês, poderá confirmar se houve abuso sexual."
O período que se lê acima é o subtítulo de uma reportagem sobre o assassinato de uma menina de nove anos de idade no Estado do Paraná. Observa-se na construção "daqui um mês" um defeito de sintaxe.A preposição "de", contraída com o advérbio aqui ("daqui"), indica o ponto de partida de algo. Para garantir a coesão da estrutura sintática, é preciso fazer a preposição "a", que indica o ponto de chegada, anteceder o sintagma "um mês": "daqui a um mês".Convém não confundir essa construção com aquela que exprime tempo decorrido ("há um mês"), na qual se emprega a forma do verbo "haver". O tempo passado é indicado pelo verbo "haver"; o tempo futuro é indicado pela preposição "a", que exprime distância. Também é bom que se diga que a preposição "desde" ("a começar de") faz correlação com a preposição "até" (limite). Assim: "desde os funcionários mais humildes até os diretores da empresa".Já a preposição "entre" coordena dois elementos, que se ligam necessariamente pela conjunção "e". Assim: "entre 40 e 60 livros" (e não "entre 40 a 60 livros").Abaixo, a correção do fragmento em epígrafe:
"... apenas o laudo do IML, daqui a um mês, poderá confirmar se houve abuso sexual."
Fique atento a dica.....

MEC abre inscrições para o PROUNI
Estudantes de todo Brasil já podem se inscrever para o Prouni (Programa Universidade paraTodos), que visa beneficiar aqueles que obtiveram nota igual ou superior a 45% no ENEM (Exame nacional do ensino médio) com bolsas de estudos parciais, ou integrais em faculdades particulares de sua escolha. Para tanto, é necessário acessar o site do MEC através do endereço http://www.mec.gov.br/ e realizar sua inscrição.
Para garantir o direito a bolsa, além de ter nota mínima de 45% no ENEM, é necessário ter estudade em escola pública durante todo ensino médio, ou com bolsa integral de estudos, caso tenha sido em escola particular, e possuir renda familiar de um salário mínimo por pessoa.
Para maiores informações acesse: http://www.mec.gov.br/.
Texto: Roi Fernandes
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Qualidade de alimentação escolar vai a debate em Natal

Estão encerradas as inscrições para o 4º Encontro Nacional da Alimentação Escolar, que começa no dia 25, em Natal, e se estenderá até o dia 28. Em menos de uma semana, inscreveram-se 250 representantes de estados e municípios de todo o país. Está prevista a presença, também, de representantes de ministérios, organismos internacionais e universidades.
No encontro, será feito um balanço da atuação do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) no último ano. Os especialistas debaterão, ainda, as ações para melhorar a merenda nas escolas brasileiras.
Entre os temas a serem discutidos destacam-se a crise mundial de alimentos; o direito à alimentação saudável na escola; a interação entre o Pnae e o Programa de Aquisição de Alimentos do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome; o projeto de lei que estende a merenda escolar a toda a educação básica; a cooperação internacional para a implantação de programas de alimentação escolar em outros países e o controle social.
Jornada — A alimentação dos estudantes é tema de debates e palestras também em Recife, na 1ª Jornada de Alimentação e Nutrição Escolar, nesta terça-feira, 11, e na quarta, 12. Promovido pelo Centro Colaborador em Alimentação e Nutrição Escolar da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), o encontro aborda os recentes avanços do Pnae, o projeto de lei que estende a merenda a toda a educação básica e a importância do pescado e das hortas na alimentação.
Voltada especialmente para nutricionistas e estudantes de nutrição, a jornada tem relatos de experiências bem-sucedidas na execução do Pnae e mostra a integração de políticas públicas para garantir a segurança alimentar e nutricional de crianças e jovens nas escolas.
Fonte: Assessoria de Comunicação Social do FNDE
DICA DE PORTUGÊS!

"Onde" exprime idéia de lugar
"Vivemos numa época de crise acadêmica, onde se ensina aos estudantes de direito que mentir é direito."O advérbio "onde", que também funciona como pronome relativo, sempre exprime a idéia de lugar. Por esse motivo, deve retomar um termo ou expressão que igualmente se refira a um lugar. No caso em questão, o "onde" está retomando a expressão "numa época", que remete à idéia de tempo. O mais adequado seria, então, usar as formas "em que" ou "na qual":"Vivemos numa época de crise acadêmica, em que se ensina..." ou "Vivemos em uma época de crise acadêmica, na qual se ensina...".
Dica/Texto: Thaís Nicoleti
Fonte: Uol Educação
segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Formação etico-racial na Bhaia
Curso de especialização será financiado pelo MEC
A Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB) vai receber este ano recursos do Ministério da Educação para abrir um curso de pós-graduação em relações étnico-raciais e cultura afro-brasileira, de acordo com as diretrizes da Lei nº 10.639/2003. O curso da UESB é uma especialização de 360 horas em antropologia, com ênfase na cultura afro-brasileira, para 50 alunos.
O calendário da UESB, explica a coordenadora do projeto, Marise de Santana, prevê a seleção dos candidatos em janeiro de 2009 e o início das aulas em 21 de março. O curso terá quatro módulos presenciais, duração de 12 meses, ministrado uma vez por mês, de quinta-feira a domingo, no campus da UESB, em Jequié. No restante da semana, diz Marise de Santana, professores pesquisadores da universidade vão acompanhar os alunos na construção da monografia, que será apresentada por eles ao final da formação. Se um aluno decidir por uma monografia sobre terreiro, por exemplo, um pesquisador desse campo do conhecimento vai orientá-lo.
Entre as disciplinas do currículo elaborado pela UESB estão a antropologia de populações afro, história e cultura africana e afro-brasileira, diversidade lingüística. Marise de Santana explicou que, como o curso será financiado pelo MEC e gratuito aos alunos, a universidade definiu três critérios para a seleção: ter graduação, apresentar certificado do curso de aperfeiçoamento sobre educação e culturas afro-brasileiras, que a instituição oferece desde 2005, e desenvolver um projeto que discuta a cultura afro-brasileira.
A coordenadora diz que a universidade optou por esses critérios por dois motivos. O primeiro é a grande procura – a UESB já fez dois cursos com esse currículo, que apesar de pagos tiveram procura excessiva, obrigando a fazer seleção. O segundo é que alunos sem ou com pouco conhecimento da temática étnico-racial demoram muito para compreender a abrangência do curso, tornando necessária a exigência do aperfeiçoamento prévio. Segundo Marise, de 2005 para cá, a universidade certificou cerca de 500 pessoas no curso de aperfeiçoamento, que tem 180 horas, daí a prioridade.
Formação – A Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad) selecionou este ano, por edital, 25 instituições públicas de ensino superior para fazer formação em história da África e relações étnico-raciais, em nível de aperfeiçoamento ou especialização; e outras duas universidades foram escolhidas para produção de materiais didático-pedagógicos na temática. O investimento será de R$ 3,6 milhões, distribuídos entre as instituições, em valores que vão de R$ 100 mil a R$ 150 mil, recursos que serão repassados pelo Programa de Ações Afirmativas para a População Negra nas Instituições Públicas de Educação Superior (Uniafro).
A Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB) vai receber este ano recursos do Ministério da Educação para abrir um curso de pós-graduação em relações étnico-raciais e cultura afro-brasileira, de acordo com as diretrizes da Lei nº 10.639/2003. O curso da UESB é uma especialização de 360 horas em antropologia, com ênfase na cultura afro-brasileira, para 50 alunos.
O calendário da UESB, explica a coordenadora do projeto, Marise de Santana, prevê a seleção dos candidatos em janeiro de 2009 e o início das aulas em 21 de março. O curso terá quatro módulos presenciais, duração de 12 meses, ministrado uma vez por mês, de quinta-feira a domingo, no campus da UESB, em Jequié. No restante da semana, diz Marise de Santana, professores pesquisadores da universidade vão acompanhar os alunos na construção da monografia, que será apresentada por eles ao final da formação. Se um aluno decidir por uma monografia sobre terreiro, por exemplo, um pesquisador desse campo do conhecimento vai orientá-lo.
Entre as disciplinas do currículo elaborado pela UESB estão a antropologia de populações afro, história e cultura africana e afro-brasileira, diversidade lingüística. Marise de Santana explicou que, como o curso será financiado pelo MEC e gratuito aos alunos, a universidade definiu três critérios para a seleção: ter graduação, apresentar certificado do curso de aperfeiçoamento sobre educação e culturas afro-brasileiras, que a instituição oferece desde 2005, e desenvolver um projeto que discuta a cultura afro-brasileira.
A coordenadora diz que a universidade optou por esses critérios por dois motivos. O primeiro é a grande procura – a UESB já fez dois cursos com esse currículo, que apesar de pagos tiveram procura excessiva, obrigando a fazer seleção. O segundo é que alunos sem ou com pouco conhecimento da temática étnico-racial demoram muito para compreender a abrangência do curso, tornando necessária a exigência do aperfeiçoamento prévio. Segundo Marise, de 2005 para cá, a universidade certificou cerca de 500 pessoas no curso de aperfeiçoamento, que tem 180 horas, daí a prioridade.
Formação – A Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad) selecionou este ano, por edital, 25 instituições públicas de ensino superior para fazer formação em história da África e relações étnico-raciais, em nível de aperfeiçoamento ou especialização; e outras duas universidades foram escolhidas para produção de materiais didático-pedagógicos na temática. O investimento será de R$ 3,6 milhões, distribuídos entre as instituições, em valores que vão de R$ 100 mil a R$ 150 mil, recursos que serão repassados pelo Programa de Ações Afirmativas para a População Negra nas Instituições Públicas de Educação Superior (Uniafro).
Texto : Ionice Lorenzoni
Fonte: Ministério da educação

José Marques de Melo preside a comissão que estabelecerá diretrizes curriculares para o curso de Jornalismo
O professor José Marques de Melo, fundador da Escola de Comunicação e Artes (ECA/USP), aceitou a indicação do ministro da Educação, Fernando Haddad, para presidir a comissão que vai estabelecer as novas normas e diretrizes curriculares dos cursos de jornalismo.
A exemplo do que ocorreu em medicina com o professor Adib Jatene, o ministro Fernando Haddad deu total autonomia para o professor Marques de Melo constituir a comissão. Ele terá duas semanas para indicar os demais nomes. A comissão terá 90 dias para apresentar parecer que será encaminhado ao Conselho Nacional de Educação (CNE).
José Marques de Melo é fundador da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo e presidente da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom). Ele é autor de vários livros, entre os quais História do pensamento comunicacional, História social da imprensa, Jornalismo brasileiro e A esfinge midiática.
Este ano organizou duas publicações de assuntos atuais, com artigos de diferentes autores: Caleidoscópio chinês - comunicação, educação e turismo na Nova China e O campo da comunicação no Brasil.
O professor José Marques de Melo, fundador da Escola de Comunicação e Artes (ECA/USP), aceitou a indicação do ministro da Educação, Fernando Haddad, para presidir a comissão que vai estabelecer as novas normas e diretrizes curriculares dos cursos de jornalismo.
A exemplo do que ocorreu em medicina com o professor Adib Jatene, o ministro Fernando Haddad deu total autonomia para o professor Marques de Melo constituir a comissão. Ele terá duas semanas para indicar os demais nomes. A comissão terá 90 dias para apresentar parecer que será encaminhado ao Conselho Nacional de Educação (CNE).
José Marques de Melo é fundador da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo e presidente da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom). Ele é autor de vários livros, entre os quais História do pensamento comunicacional, História social da imprensa, Jornalismo brasileiro e A esfinge midiática.
Este ano organizou duas publicações de assuntos atuais, com artigos de diferentes autores: Caleidoscópio chinês - comunicação, educação e turismo na Nova China e O campo da comunicação no Brasil.
Fonte: Assessoria de Comunicação Social do Ministério da Educação
Novo prazo para o Fies
Alunos matriculados em instituições particulares de todo o país que desejam se inscrever no processo seletivo do Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies) têm até hoje, 17, para cumprirem o procedimento de pré-inscrição. A pré-inscrição permite que o aluno receba uma senha eletrônica da Caixa Econômica Federal para realizar a inscrição definitiva.
As inscrições foram prorrogadas até a próxima quarta-feira, 19, conforme a Portaria nº 832, publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira, 17. O programa do Ministério da Educação financia a graduação de estudantes sem condições de arcar integralmente com os custos da formação.
O Fies é operacionalizado pela Caixa Econômica Federal. Desde 1999, já são 506 mil estudantes beneficiados. Estão credenciadas 1.459 instituições de educação superior, enquanto o investimento chega a R$ 4,6 bilhões. As informações sobre a inscrição estão na página eletrônica do programa
Alunos matriculados em instituições particulares de todo o país que desejam se inscrever no processo seletivo do Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies) têm até hoje, 17, para cumprirem o procedimento de pré-inscrição. A pré-inscrição permite que o aluno receba uma senha eletrônica da Caixa Econômica Federal para realizar a inscrição definitiva.
As inscrições foram prorrogadas até a próxima quarta-feira, 19, conforme a Portaria nº 832, publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira, 17. O programa do Ministério da Educação financia a graduação de estudantes sem condições de arcar integralmente com os custos da formação.
O Fies é operacionalizado pela Caixa Econômica Federal. Desde 1999, já são 506 mil estudantes beneficiados. Estão credenciadas 1.459 instituições de educação superior, enquanto o investimento chega a R$ 4,6 bilhões. As informações sobre a inscrição estão na página eletrônica do programa
Fonte: Assessoria de Comunicação Social do Ministério da Educação
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Depois de nova lei de estágio, número de vagas diminui 40% no país, segundo levantamento
Lei de estágio ajuda ou atrapalha? Opine
Lei de estágio ajuda ou atrapalha? Opine
Em 45 dias, desde que a nova lei de estágio foi sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o número de vagas oferecidas no País caiu 40%, de acordo com levantamento da Associação Brasileira de Estágios (Abres).A queda verificada é o dobro previsto pela Abres, no início das discussões da nova legislação.
Principais mudanças da lei
Vínculo do estágio ao projeto pedagógico da escola
Férias remuneradas, de 30 dias ou proporcionais
Limites de quatro ou seis horas diárias
Duração do estágio será de até 2 anos
Cotas de 10% das vagas para deficientes
Estágio não-obrigatório tem de ser remunerado
Limite de vagas nas empresas para estágio de nível médio
A oferta caiu de 55 mil postos mensais para 33 mil. O motivo, segundo a entidade, é o desconhecimento das novas regras, que têm assustado e confundido as empresas e as instituições de ensino superior. No Centro de Integração Empresa-Escola (Ciee), no período, foram registrados cerca de 30 mil atendimentos para solucionar dúvidas de empresários, instituições de ensino e estudantes.A burocracia exigida para adaptar contratos e modificar as propostas pedagógicas dos cursos torna o processo mais lento. "Acreditamos que levará cerca de dois anos para que a situação se normalize e a oferta volte ao normal", afirma Seme Arone Júnior, presidente da Abres."Isso porque as faculdades não se prepararam e as empresas estão com medo. Há muita falta de informação", diz ele. Arone Júnior acredita que a lei, apesar da confusão inicial, será benéfica para os estagiários, que terão mais garantias de respeito ao seu desenvolvimento educacional.Um dos pontos da lei que provocaram confusão e empacaram os estágios foi a determinação de que os estágios não obrigatórios constem do projeto pedagógico dos cursos de graduação.Desse modo, se a instituição ainda não atualizou seu projeto - e em algumas isso é um processo demorado, que depende de votação em conselhos universitários, por exemplo -, ela não poderá assinar ou renovar o contrato de estágio do aluno. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: Agência Estado/uol educação
Principais mudanças da lei
Vínculo do estágio ao projeto pedagógico da escola
Férias remuneradas, de 30 dias ou proporcionais
Limites de quatro ou seis horas diárias
Duração do estágio será de até 2 anos
Cotas de 10% das vagas para deficientes
Estágio não-obrigatório tem de ser remunerado
Limite de vagas nas empresas para estágio de nível médio
A oferta caiu de 55 mil postos mensais para 33 mil. O motivo, segundo a entidade, é o desconhecimento das novas regras, que têm assustado e confundido as empresas e as instituições de ensino superior. No Centro de Integração Empresa-Escola (Ciee), no período, foram registrados cerca de 30 mil atendimentos para solucionar dúvidas de empresários, instituições de ensino e estudantes.A burocracia exigida para adaptar contratos e modificar as propostas pedagógicas dos cursos torna o processo mais lento. "Acreditamos que levará cerca de dois anos para que a situação se normalize e a oferta volte ao normal", afirma Seme Arone Júnior, presidente da Abres."Isso porque as faculdades não se prepararam e as empresas estão com medo. Há muita falta de informação", diz ele. Arone Júnior acredita que a lei, apesar da confusão inicial, será benéfica para os estagiários, que terão mais garantias de respeito ao seu desenvolvimento educacional.Um dos pontos da lei que provocaram confusão e empacaram os estágios foi a determinação de que os estágios não obrigatórios constem do projeto pedagógico dos cursos de graduação.Desse modo, se a instituição ainda não atualizou seu projeto - e em algumas isso é um processo demorado, que depende de votação em conselhos universitários, por exemplo -, ela não poderá assinar ou renovar o contrato de estágio do aluno. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: Agência Estado/uol educação
quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Cai número de analfabetos no País.
O número de analfabetos no país tem diminuído, diz o Ministério da Educação. Porém 21,6% (dados de 2007) da população brasileira e analfabeta funcional. E por essa definição o MEC entende pessoas com mais de 15 anos que estudaram até a 4ª série ou menos.
Mas, num panorama extraoficial, analfabeto funcional é aquele que mesmo sabendo formar palavras e ler, lê e não entende.
E, em tempos de inclusão digital isso se torna um perigo. As informações pululam de todos os lados, a todo instante. A internet abre espaço para descontração, ironia, informalidade e o bom e velho ‘achismo’. Aos leitores, além de saberem separar o tal do joio do trigo, espera-se que não levem tão a sério o que circula pela rede.
Mas, num panorama extraoficial, analfabeto funcional é aquele que mesmo sabendo formar palavras e ler, lê e não entende.
E, em tempos de inclusão digital isso se torna um perigo. As informações pululam de todos os lados, a todo instante. A internet abre espaço para descontração, ironia, informalidade e o bom e velho ‘achismo’. Aos leitores, além de saberem separar o tal do joio do trigo, espera-se que não levem tão a sério o que circula pela rede.
No mundo virtual, o espaço é de todos. A informação jorra e cada um faz uso dela como bem entender, eu sei. Mas, o número de comentários que lemos por aí, mostra o quanto as pessoas têm deficiências na compreensão. E não falo só de blogs, grandes portais noticiosos sofrem com o analfabetismo funcional. São pessoas lendo um amontoado de palavras, destacando algumas e fazendo um livre ‘discurso’ sobre aquilo que não entenderam.
E de quem é a culpa? Textos mal escritos? Acontece muito. Mas, a educação do país é falha. Passamos a vida escolar interpretando textos: De quem a Mariazinha gostava? Quem deu o presente para o Joãozinho?
Questões super vitais para a vida de qualquer cidadão. Fosse eu professora, proporia interpretações da vida real. Pega o jornal, interpreta os fatos do dia, entende o que acontece no mundo. Muitas professoras devem fazer isso, eu imagino. Porém, penso que deveria fazer parte do currículo obrigatório. Trazer as crianças pra vida desde cedo.
Entender que no mundo em que elas vão crescer a informação que transborda por todos os lados, se bem utilizada, pode mudar alguma coisa no mundo. Nem que seja apenas para criar discussões de nível, onde pessoas entendem o que lêem e colaboram com o debate de forma construtiva.
E de quem é a culpa? Textos mal escritos? Acontece muito. Mas, a educação do país é falha. Passamos a vida escolar interpretando textos: De quem a Mariazinha gostava? Quem deu o presente para o Joãozinho?
Questões super vitais para a vida de qualquer cidadão. Fosse eu professora, proporia interpretações da vida real. Pega o jornal, interpreta os fatos do dia, entende o que acontece no mundo. Muitas professoras devem fazer isso, eu imagino. Porém, penso que deveria fazer parte do currículo obrigatório. Trazer as crianças pra vida desde cedo.
Entender que no mundo em que elas vão crescer a informação que transborda por todos os lados, se bem utilizada, pode mudar alguma coisa no mundo. Nem que seja apenas para criar discussões de nível, onde pessoas entendem o que lêem e colaboram com o debate de forma construtiva.
Texto de: Mariana Aguirre.
Fonte: Ministério da educação
quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Acontecerá entre os dias 17 e 21 de novembro a 3ª semana de EDUCAÇÃO da Eneb.
A Escola de Négocios do Estado da Bahia, ENEB, realizará a terceira semana de educação da instiruição entre os dias 17 e 21 de novembro, onde serão acontecerão palestras, oficinas e mini-cursos para estudantes do curso de engenharia da produção, ciências contábeis, administração e pedagogia. Para participar acesse o site da instituição através do endereço http://www.eneb.edu.br/, e faça sua inscrição.Veja a programação completa:
Local: Escola de Negócios do Estado da Bahia – ENEBHorário: 18:30h às 22:30h
17/11 (segunda-feira):
Abertura
Conferência: “Gestão de Talentos e Estratégias para o Desenvolvimento Humano.”Conferencista: Diogo Francischini
Momento cultural
18/11 (terça-feira):
Oficinas e Mini-cursosExposição de Pôsteres
19/11 (quarta-feira):
Oficinas e Mini-cursosExposição de Pôsteres
20/11 (quinta-feira):
Oficinas e Mini-cursosExposição de Pôsteres
21/11 (sexta-feira):
Encerramento – Mesa redonda:Presidente da Mesa: Prof. Rodrigo Santos (ENEB / Rede PPE)
Conferência 1: “Educação para a Plenitude do Ser: novos paradigmas do desenvolvimento humano.”Conferencista: Prof. Márcio Augusto Santos Dórea (FVC)
Conferência 2: “Gestão Estratégica com Pessoas: construção de equipes éticas e sustentáveis na sociedade do conhecimento.”Conferencista: Profª Drª Miréia Maria Joau de Carvalho (UCSal)
Momento cultural

Colóquio nacional sobre hegemonia começa amanhã
Começa amanhã (13), em Salvador, o Colóquio Nacional Processos de Hegemonia e Contra-Hegemonia. Mesa redonda de abertura, às 18h, na Escola Politécnica, será sobre o tema "Hegemonia e contra-hegemonia na América Latina" com presença, dentre outras, do professor titular da Universidade Central do Equador Manuel Salgado, ex-presidente do Congresso Nacional e assessor da Constituinte de 2008. O Colóquio reúne 17 seções temáticas, com 108 trabalhos selecionados de 51 instituições de 19 estados brasileiros, que discutem a hegemonia relacionada a diversos temas políticos, sociais, econômicos e culturais. A iniciativa é do Grupo de Pesquisa Processos de Hegemonia e Contra-Hegemonia, vinculado ao Departamento de Ciência Política e ao Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da UFBA.
Outras quatro mesas-redondas, entre os dias 13 e 15, discutirão sobre hegemonia e contra-hegemonia na América Latina e no Brasil, a crise econômica mundial e os sujeitos sociais contestatórios. Além de Manuel Salgado, participam das mesas os professores Nildo Ouriques - UFSC e Instituto de Estudos Latino-Americanos (IELA); Carlos Eduardo Martins – UFF, REGGEN e Cátedra da Unesco/ONU para o Desenvolvimento Econômico; Armando Boito Jr. - Unicamp e Cemarx; Edmilson Rodrigues - UFRA/USP; e Paulino Montejo - Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (COIAB), além dos professores da UFBA Graça Druck, Jorge Almeida, Luiz Filgueiras, Antonio Câmara e Emiliano José, também assessor especial do governador Jaques Wagner. Mesa de abertura no auditório Leopoldo Amaral, da Politécnica.
Outras quatro mesas-redondas, entre os dias 13 e 15, discutirão sobre hegemonia e contra-hegemonia na América Latina e no Brasil, a crise econômica mundial e os sujeitos sociais contestatórios. Além de Manuel Salgado, participam das mesas os professores Nildo Ouriques - UFSC e Instituto de Estudos Latino-Americanos (IELA); Carlos Eduardo Martins – UFF, REGGEN e Cátedra da Unesco/ONU para o Desenvolvimento Econômico; Armando Boito Jr. - Unicamp e Cemarx; Edmilson Rodrigues - UFRA/USP; e Paulino Montejo - Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (COIAB), além dos professores da UFBA Graça Druck, Jorge Almeida, Luiz Filgueiras, Antonio Câmara e Emiliano José, também assessor especial do governador Jaques Wagner. Mesa de abertura no auditório Leopoldo Amaral, da Politécnica.
Mais detalhes no site www.hegemoniaecontrahegemonia.ufba.br/coloquio ou através do e-mail processosdehegemonia@ufba.br.

Governo gasta em juros mais de 8 vezes o que aplica em educação
Os gastos do governo com pagamento de juros do endividamento público, entre 2000 e 2007, somaram R$ 1,268 trilhão, o que representa 8,5 vezes o dinheiro investido em educação no mesmo período, que foi de R$ 149,9 bilhões (veja gráfico no fim do texto).A informação consta de estudo divulgado nesta quarta-feira pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
Impostos sobem 7 vezes mais que salários, diz Ipea
Os gastos do governo com pagamento de juros do endividamento público, entre 2000 e 2007, somaram R$ 1,268 trilhão, o que representa 8,5 vezes o dinheiro investido em educação no mesmo período, que foi de R$ 149,9 bilhões (veja gráfico no fim do texto).A informação consta de estudo divulgado nesta quarta-feira pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
Impostos sobem 7 vezes mais que salários, diz Ipea
O gasto com juros também supera de longe o que foi empregado em saúde: R$ 310,9 bilhões.Segundo nota distribuída pelo Ipea, além de o gasto com juros ser "improdutivo, pois não gera emprego e tampouco contribui para ampliar o rendimento dos trabalhadores", também colabora para a concentração de renda.Para o mesmo período, segundo o Ipea, a somatória dos gastos da União com saúde, educação e investimento correspondeu a somente 43,8% do total das despesas com juros.
Por Uol Educação.

Ocupação na Cidade de Deus deixa 7.730 sem aulas
As 13 escolas públicas e as três creches localizadas na Cidade de Deus, no Rio, continuam fechadas hoje, um dia depois do tiroteio entre suspeitos e policiais militares. Ao todo, 7.730 crianças estão sem aulas. Segundo a assessoria da Secretaria municipal de Educação, com receio de novos confrontos, os pais optaram por deixar os filhos em casa. Os militares continuam ocupando a comunidade, segundo a assessoria da Secretaria Municipal de Educação, inclusive com helicópteros sobrevoando a região. A ocupação na Cidade de Deus começou ontem e resultou na morte de dois suspeitos e na prisão de outro.
As 13 escolas públicas e as três creches localizadas na Cidade de Deus, no Rio, continuam fechadas hoje, um dia depois do tiroteio entre suspeitos e policiais militares. Ao todo, 7.730 crianças estão sem aulas. Segundo a assessoria da Secretaria municipal de Educação, com receio de novos confrontos, os pais optaram por deixar os filhos em casa. Os militares continuam ocupando a comunidade, segundo a assessoria da Secretaria Municipal de Educação, inclusive com helicópteros sobrevoando a região. A ocupação na Cidade de Deus começou ontem e resultou na morte de dois suspeitos e na prisão de outro.
Fonte: Agencia Estado
sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Jornada Acadêmica da Faculdade Anísio Teixeira conta com presença de Anaci Paim.
A III jornada academica da FAT, trouxe para debates, palestras e discurssões nomes consagrados no cenário mercadológico de Feira de Santana e região. Personalidades como Anaci Paim, ex secretária de educação da Bahia, também esteve presente e deu início ao ciclo de palestra com um discursso inovador e imprescíndivel sobre educação e seus dados na Bahia e no mundo.
Anací, enfatizou a importância de estudar não só para conseguir o diploma, mas para exercer a cidadania em todas as formas. A responsabilidade social do ser humano, é o maio instrumento de caratér, sengundo a palestrante. Devemos nos formar, estudar, nos educarmos e adquirir conhecimento não só para adquirir o conhecimento necessário que garante nossa continuidade no mercado, mas para que possamos entender e transformar a sociedade em que vivemos.

Conselho Regional de Medicina reprova 61% em exame de formandos em SP
Prova para médicos recém-formados deveria ser obrigatória? OpineEm 2008, foram reprovados 61% dos participantes do exame do Cremesp (Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo), aplicado aos futuros médicos que cursam o sexto - e último - ano da faculdade. Os resultados do exame foram divulgados nesta quarta-feira (5).
Reprovados pelo Cremesp
2005
31%
2006
38%
2007
56%
2008
61%
Ano
Prova para médicos recém-formados deveria ser obrigatória? OpineEm 2008, foram reprovados 61% dos participantes do exame do Cremesp (Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo), aplicado aos futuros médicos que cursam o sexto - e último - ano da faculdade. Os resultados do exame foram divulgados nesta quarta-feira (5).
Reprovados pelo Cremesp
2005
31%
2006
38%
2007
56%
2008
61%
Ano
Reprovados Apesar da reprovação, esses alunos poderão ingressar no mercado de trabalho e exercer a profissão normalmente, já que o exame é facultativo.
Leia os resultados do estudo na íntegra"As faculdades estão formando médicos que não sabem o básico", diz Bráulio Luna Filho, coordenador do exame no Cremesp. Para ele, o exame deveria ser obrigatório para os médicos recém-formados - de maneira similar ao exame de ordem da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) para os estudantes de direito."O problema é que as universidades, mesmo as consideradas melhores, não sabem avaliar cientificamente os alunos. Basta ser bonzinho, não faltar às aulas, que você passa", critica Luna.Participaram da avaliação 679 dos 2.300 estudantes de medicina que se formam por ano no Estado de São Paulo - 30% do total. Desses, apenas 262 acertaram 60% dos testes que compõem a primeira fase do exame, requisito para ser aprovado à segunda fase do exame.É a primeira vez nestes quatro anos de aplicação da prova, que o número de reprovados supera o de aprovados. Em 2005, quando o Cremesp lançou o exame, 31% dos estudantes foram considerados inaptos para exercer a medicina.
Leia os resultados do estudo na íntegra"As faculdades estão formando médicos que não sabem o básico", diz Bráulio Luna Filho, coordenador do exame no Cremesp. Para ele, o exame deveria ser obrigatório para os médicos recém-formados - de maneira similar ao exame de ordem da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) para os estudantes de direito."O problema é que as universidades, mesmo as consideradas melhores, não sabem avaliar cientificamente os alunos. Basta ser bonzinho, não faltar às aulas, que você passa", critica Luna.Participaram da avaliação 679 dos 2.300 estudantes de medicina que se formam por ano no Estado de São Paulo - 30% do total. Desses, apenas 262 acertaram 60% dos testes que compõem a primeira fase do exame, requisito para ser aprovado à segunda fase do exame.É a primeira vez nestes quatro anos de aplicação da prova, que o número de reprovados supera o de aprovados. Em 2005, quando o Cremesp lançou o exame, 31% dos estudantes foram considerados inaptos para exercer a medicina.
Fonte: Uol Educação
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