sexta-feira, 24 de outubro de 2008

FAT realiza III Jornada Acadêmica nos dias 28 a 30 de Outubro





Interessada em estimular reflexões acerca do papel da educação numa sociedade que se pretende mais justa e igualitária, a Faculdade Anisio Teixeira estará promovendo a sua III Jornada Acadêmica no período de 28 a 30 outubro. O evento contará com a participação dos diversos segmentos da comunidade acadêmica, constituindo-se num espaço privilegiado para a discussão de temas relacionados com o desenvolvimento de Feira de Santana e de sua microrregião. A proposta está alicerçada na concepção da interdisciplinaridade e, portanto, busca envolver estudiosos de diversas áreas do conhecimento na análise de vários desafios que recaem sobre a sociedade nos dias atuais.
A abertura oficial será dia 28 às 19h00,no Spazio Eventos, a Presidente da Academia de Educação de Feira de Santana, Anaci Paim será a palestrante da noite. Nos demais dias haverá palestras em três locais distintos: O Spazio Eventos, Na FAT e no auditório do Empresarial Rosilda Dantas. Cada curso terá temas especificos, não limitando os estudantes de assistirem a palestra que optar independente da sua graduação. A FAT promove esse evento com o intuito de ajudar a carga horária curricular dos alunos, a III Jornada Academica entregará um certificado de 12hs complementares.


Haddad anuncia sistema nacional de formação de professores; investimento será de R$ 1 bilhão de reais.




O ministro da Educação, Fernando Haddad, anunciou na manhã desta sexta (10) o decreto que formaliza o Sistema Nacional Público de Formação de Profissionais do Magistério. O MEC (Ministério da Educação) prevê investimento de R$ 1 bi - cerca de metade dessa verba deverá ser destinada a bolsas de pesquisa e de auxílio de custo. Nos três primeiros anos de atuação, o sistema deve concentrar esforços num contingente de cerca de 600 mil professores que já estão em sala de aula na rede pública. Cerca de 300 mil não possuem graduação e os outros 300 mil são "professores leigos". A proposta do sistema é articular universidades federais e estaduais e os Cefets (centros federais de educação tecnológica) para organizar a formação inicial - cursos de pedagogia e licenciaturas - de professores da rede pública de educação básica, em todas as modalidades, ou seja tanto nos cursos presenciais quanto nos a distância. A formação continuada desses profissionais também está no escopo de objetivos do sistema.O sistema parte do pressuposto de que a "formação de qualidade está nas universidades públicas" e, por isso, a preocupação em dar escala à formação de qualidade do docente.
Professores formados em universidades públicas"Temos que ter como meta superar 50%", disse o ministro. Hoje, menos de 15% do corpo docente vem das públicas. Segundo outro levantamento do MEC, 70% dos profissionais que possuem graduação vieram de instituições particulares. Existem cerca de 1,6 milhão de professores na rede pública em todo o país. Desses, 600 mil precisam de formação - metade deles para a primeira graduação e a outra para um segundo curso, caso de professores que possuem curso superior mas não especificamente na área de atuação."Nossa meta é alinhar o que está sendo ensinado e o que está sendo avaliado", disse o ministro Fernando Haddad à revista Nova Escola. "Uma das diretrizes é estabelecer nexo entre as várias ações do MEC voltadas para a educação básica. Hoje ninguém é capaz de responder se existe compatibilidade entre os programas de formação inicial, as diretrizes das licenciaturas, a compra de livros didáticos, a Prova Brasil e o Enade." Segundo o MEC, o sistema pretende "estimular o ingresso e a permanência na carreira do magistério, aumentar o número de professores com formação superior em instituição pública e equalizar as oportunidades de formação em todo o país". As principais metas são aproximar os cursos de formação de professores da realidade escolar - ou do "chão da escola" - e aumentar o número de docentes formados por instituições públicas de educação superior.
Sistema integradoUnião, Estados, Distrito Federal e municípios estarão envolvidos no sistema. Serão instituídos fóruns permanentes, compostos pelos secretários estaduais de educação, representantes das secretarias municipais, dirigentes de universidades federais e estaduais e dos Cefets, além de representantes do MEC e de associações de classe.Esses fóruns serão responsáveis por elaborar planos estratégicos - com metas quantitativas (aumento do percentual de professores formados por universidades públicas) e qualitativas (adequação dos currículos às necessidades da escola). Posteriormente, esses planos serão analisados pelo MEC. Segundo o MEC, serão concedidas bolsas de estudos e de pesquisas e haverá apoio financeiro a Estados, Distrito Federal, municípios e instituições de educação superior públicas para implementação dos programas, projetos e cursos de formação.A Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) também terá a função de incentivar a formação por meio de programas de iniciação à docência e concessão de bolsas a estudantes matriculados em cursos públicos de licenciatura de graduação plena.
Consulta públicaO MEC vai submeter a minuta do decreto a consulta pública. O texto integral do decreto que institui o Sistema Nacional Público de Formação de Profissionais do Magistério estará disponível no site do MEC. O prazo para envio de modificações vai até o dia 24 de novembro. As sugestões serão examinadas pelo Conselho Técnico-Científico da Educação Básica, da Capes - essa comissão poderá acatar as modificações e dar nova redação à minuta.Segundo a LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), de 1996, todos os professores da educação básica deveriam ter curso superior. O que acontecia até então era a exigência apenas para os chamados professores especialistas - que lecionam para as turmas do segundo ciclo do ensino fundamental. O prazo para a adequação era de dez anos.Mas ainda existem cerca de 300 mil professores na rede pública sem diploma algum, segundo o MEC. *Com reportagem de Piero Locatelli, em Brasília, e informações do MEC.

Falta de capacitação de professores prejudica o ensino


Dados do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais) identificaram que, por ano, no Brasil, 800 mil aulas são dadas de forma irregular por falta de capacitação de professores da rede de ensino básico.Mais de um terço dos professores brasileiros das escolas públicas não têm diploma ou lecionam disciplinas incompatíveis com a formação.O MEC (Ministério da Educação) promete, para o ano que vem, investir R$ 1 bilhão para ajudar os Estados e municípios a ampliar a formação de seus professores.



Por: Roi Fernandes

Fonte: www.uol.com.br/Educação

Tempo Lento




Questões históricas ainda são entrave para a revisão da carreira docente e para a valorização do magistério, 12 anos depois de a LDB estabelecer que os sistemas de ensino deveriam elaborar novos planos para a categoria

Quase 12 anos depois de sancionada a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (9.394/96) permanece ainda uma grande bruma sobre o que de fato foi feito em relação aos planos de carreira do magistério da Educação Básica. Nem o MEC, nem a Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação (CNTE) parecem dispor de uma radiografia fiel, com dados consolidados sobre o que, concretamente, acontece Brasil afora. O controle, na verdade, não cabe ao Ministério, menos ainda à CNTE. Em respeito à autonomia das esferas administrativas, é papel de cada sistema de ensino promover a valorização dos profissionais da educação, nos termos de seus estatutos e planos da carreira (LDB 9.394, art. 67). E o papel da sociedade, representada nos conselhos estaduais e municipais de educação, seria o de zelar pelo cumprimento da lei.
Não é o que acontece. O que se assiste hoje é, no mínimo, paradoxal. São Paulo, o estado mais rico da federação, é acusado pelas associações de classe de praticar um dos piores planos de carreira do país. Minas Gerais e Rio Grande do Sul, outros entes federados de peso, também vão mal e não são exemplos isolados.
Muitas das questões que recebem os holofotes com a polêmica criada em torno do piso nacional para os professores, sancionado pelo Planalto em 16 de julho deste ano, são entraves também no âmbito de estados e municípios. A começar pela distinção entre o conceito de piso salarial e vencimento inicial de carreira. A pressão corporativa das entidades sindicais aponta para a visão de vencimento inicial, excluídas as gratificações, que mais consideram um arremedo. Na visão dos gestores, costuma valer o contrário, o sentido de piso como valor mínimo, sem importar se em sua composição estão incluídos qüinqüênios, sexta parte ou outras formas de gratificação funcional.


Por: Roi Fernandes

Fonte: Revista Educação, edição 138.

Analfabetos em Números


Por que a matemática continua sendo o ponto fraco da educação brasileira e as idéias dos especialistas para que nossas crianças se apaixonem por ela

Na extensa lista de mazelas da educação brasileira, uma em particular vem tirando o sono dos especialistas: o déficit no aprendizado da matemática. No principal exame internacional de avaliação de estudantes, o Pisa, sigla para Programme for International Student Assessment, o Brasil ficou na lanterna no ensino de matemática, entre 41 países participantes, no teste realizado em 2003, e em 54º lugar, entre 57 países, em 2006. A prova avalia estudantes com 15 anos. Estudos com alunos brasileiros em outras etapas da vida escolar confirmam essa tendência. O último teste aplicado pelo Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) mostrou que 80% dos alunos de 4ª série, 87% dos de 8ª série e 87,3% dos de 3ª série do ensino médio não atingiram a pontuação mínima adequada. Ou seja, na média, um aluno da 8a série no Brasil não consegue analisar gráficos de colunas, acha difícil lidar com conversão de medidas e não tem a menor idéia de como efetuar cálculos de juros. Pelos padrões internacionais, já deveriam saber tudo isso.

Por: Roi Fernandes
Fonte: Pesquisa Claudia.com.br

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Analfabetismo e alfabetismo funcional no Brasil

A definição sobre o que é analfabetismo vem sofrendo revisões nas últimas décadas. Em 1958, a Unesco definia como alfabetizada uma pessoa capaz de ler ou escrever um enunciado simples, relacionado a sua vida diária. Vinte anos depois, a Unesco sugeriu a adoção do conceito de alfabetismo funcional. É considerada alfabetizada funcional a pessoa capaz de utilizar a leitura e escrita para fazer frente às demandas de seu contexto social e de usar essas habilidades para continuar aprendendo e se desenvolvendo ao longo da vida. Em todo o mundo, a modernização das sociedades, o desenvolvimento tecnológico, a ampliação da participação social e política colocam demandas cada vez maiores com relação às habilidades de leitura e escrita. A questão não é mais apenas saber se as pessoas conseguem ou não ler e escrever mas também o que elas são capazes de fazer com essas habilidades. Isso quer dizer que, além da preocupação com o analfabetismo, problema que ainda persiste nos países mais pobres e também no Brasil, emerge a preocupação com o alfabetismo, ou seja, com as capacidades e usos efetivos da leitura e escrita nas diferentes esferas da vida social.



A capacidade de utilizar a linguagem escrita para informar-se, expressar-se, documentar, planejar e aprender cada vez mais é um dos principais legados da educação básica. A toda a sociedade e, em especial, aos educadores e responsáveis pelas políticas educacionais, interessa saber em que medida os sistemas escolares vêm respondendo às exigências do mundo moderno em relação ao alfabetismo e, além da escolarização, que condições são necessárias para que todos adultos tenham oportunidades de continuar a se desenvolver pessoal e profissionalmente.

No meio educacional brasileiro, letramento é o termo que vem sendo usado para designar esse conceito de alfabetismo, que corresponde ao literacy, do inglês, ou ao littératie, do francês, ou ainda ao literacia, em Portugal.


Texto de: Vera Masagão Ribeiro

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

FTC Feira promove concurso sobre Gestão Empresarial


A FTC Feira realizará, nos dias 6 e 7 de novembro, o I Quiz de Administração FTC Feira, um jogo de perguntas e respostas sobre Gestão Empresarial e Conhecimentos Afins, que reunirá alunos do primeiro ao oitavo semestres do curso. O objetivo do concurso é estimular a participação dos acadêmicos em atividades que ampliem o seu universo de conhecimentos na área. A promoção é do Colegiado de Administração e Núcleo de Práticas Administrativas e Gerenciais.Segundo a professora Karla Figueiredo, coordenadora dos cursos de Administração e Economia, o concurso acontecerá no auditório do campus da FTC, entre 19 e 22 horas, nos dois dias, e valerá pontos, estabelecidos de acordo com o nível de dificuldade das questões, a fim de definir os vencedores. O evento terá aproveitamento como atividade complementar, com carga horária de 8 horas. As inscrições para o I Quiz de Administração poderão ser feitas a partir desta quarta-feira (15), até o próximo dia 31. Conforme o regulamento, para concorrer a turma deverá preencher um formulário com os dados pessoais dos participantes e efetuar o pagamento de R$3,00 (três reais) por participante/aluno. Cada turma elegerá quatro representantes para responder as questões. Os demais alunos deverão estar presentes para dar apoio e informações necessárias para o êxito das respostas.Ainda de acordo com o regulamento, as turmas envolvidas no jogo acumularão pontos durante sua participação em um quiz interativo. O quiz se constitui de perguntas abertas (discursivas) e questões de múltipla escolha, com apenas uma alternativa correta. Cada acerto vale um, dois ou três pontos de acordo com o grau de dificuldade da pergunta. O gabarito com as alternativas corretas será disponibilizado pela banca julgadora, composta por professores da instituição. Para melhor desenvolvimento da disputa, os participantes poderão utilizar livros, revistas e computadores para consulta e pesquisa dos temas propostos. As questões objetivas serão respondidas na hora, enquanto as discursivas serão disponibilizadas no início das atividades, às 19 horas, e recolhidas no final. A turma vencedora será definida através do somatório dos pontos que forem adquiridos pelos seus representantes ao longo do concurso.
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domingo, 5 de outubro de 2008

Estratégias para enriquecer o aprendizado

Ações complementares para antes, durante e depois de uma sessão de dedicação
Você certamente faz algumas coisas quando está se dedicando a aprender algo. Se é material de leitura, lê, relê, repete, faz perguntas, resume, desenha diagramas, memoriza. Se envolve alguma habilidade, pratica seguindo um roteiro ou imitando alguém, como na dança, ou visualiza. O aprendizado pode também envolver um processo de tentativa-e-feedback, isto é, tentar fazer, observar o resultado e ajustar até sair como você quer ou como acha que deve ser. Ou seja, você aplica alguma estratégia que visa diretamente o aprender.
Vamos descrever aqui estratégias variadas que apoiam o processo de aprendizado, no sentido de facilitar, acelerar, suavizar e tornar mais eficiente, eficaz ou agradável. Você pode incorporar todas ou nenhuma, aplicar uma em um dia e outra noutro dia. Pode ser até que já aplique alguma, conscientemente ou não; mais importante é você testá-las e ver o que faz diferença para você.
Antes
1) Prepare o seu ambiente - Quando decidir que é hora, antecipe o que vai precisar e deixe tudo à mão: livros, anotações, dicionário. Se usar computador, abra os arquivos que julga que serão necessários ou úteis. Se quiser, pegue também copo d'água ou de suco e batata frita. Outras opções são avisar todo mundo do que vai fazer e tirar o telefone do gancho. O objetivo aqui é montar um ambiente que permita o máximo possível de foco e concentração.
2) Ative sua motivação - Diga para si para que serve o que vai fazer em seguida. Ative a lembrança dos motivos que o levaram a assumir o compromisso do qual decorre a atividade a seguir. O que você vai obter ao final? E o que isso lhe trará? Imagine por um momento que já está obtendo benefícios de sua dedicação.
3) Ative seus conhecimentos - Faça perguntas a si mesmo sobre o assunto. O que já aprendi sobre isto? Que experiências e práticas já tive? Em que já usei este material ou parte dele? O quanto já progredi? O quanto sabia antes, e quanto sei agora? Não é preciso esforço, as perguntas já induzem a resposta, você apenas fica esperando o efeito.
Você pode repassar o material, apenas olhando um ou outro tópico, assim com quem não quer nada. Pode também fazer coisas simples para "aquecer", como operações matemáticas com números de 5 dígitos, por exemplo, para temas que envolvem raciocínio. Se o tema for canto, você pode fazer um brainstorm de sons, isto é, emitir sons aleatoriamente por algum tempo. Se for dança, o aquecimento pode ser repassar os passos básicos.
4) Ative suas atitudes - De que maneira quer se dedicar? Expresse as atitudes que gostaria de manter durante a sessão. Sugestões: "estar concentrado", "focar o melhor possível no objetivo", "desligar-me de tudo que não estiver relacionado", "com amor", "ligado", "com a maior objetividade". Neste ponto você pode se programar também sobre como vai lidar com interrupções, como telefone, irmãos ou o que for. Com paciência? Com tolerância?
Não se preocupe se vai ou não agir conforme determinou; a sua declaração de intenção é a mobilizadora de recursos. Apenas expresse e vá para o próximo passo.
Durante
5) Defina sua intenção imediata - Declare verbal ou mentalmente o que pretende para o próximo segmento de estudo. Nem sempre é possível ser muito específico, faça o melhor possível. Você vai estudar um capítulo? Praticar uma seqüência? Decida quanto tempo irá dedicar minimamente (depois você pode tomar outra decisão). Para esta etapa, você pode consultar os seus PPPs (próximos pequenos passos) definidos na sessão prévia (veja abaixo a seção Depois). Ajuste-os se for o caso, para incorporar novas e melhores idéias.
6) Solte-se - De vez em quando, relaxe na postura, isto é, solte seu corpo ou partes dele o quanto for possível. Como está sua testa agora? E seus ombros?
7) Faça pausas - Após algum segmento de dedicação, faça uma pausa com a intenção de permitir ao seu sistema a absorção e a incorporação do novo material. Enquanto isso, você descansa, em caráter remediativo ou preventivo. Uma pesquisa mostrou que o aprendizado é maior no início e no final de um período delimitado de dedicação (D. Gordon e J. Vos, em Revolucionando o Aprendizado, Makron).
8) Interrupções - Por mais que não queiramos, podem ocorrer interrupções. Se isso ocorrer, após decidir verificar e antes de desviar-se, registre o ponto de retorno, o que fará quando voltar. Pode ser um capítulo, um exercício, um movimento. O registro pode ser tão simples quanto um lápis na página correta, uma anotação ou uma imagem mental.
Depois
9) Verifique o progresso - Avalie o rendimento da sessão. Se usou alguma das estratégias sugeridas, veja se dá para saber se foi útil ou não, se vai praticar uma outra vez para avaliar melhor. Se concluir que não progrediu muito, é um momento de reavaliar as estratégias de aprendizado, e talvez decidir fazer mudanças, talvez pesquisar um pouco sobre o que existe que você talvez não conheça.
10) PPPs - defina e registre os Próximos Pequenos Passos a serem dados no assunto. Estes têm uma importância especial: definir PPPs é garantir que você pode se desligar do assunto tranquilamente; se esquecer, já tem as ligações para retomar do ponto onde parou. Se você já ficou pensando em algo por medo de esquecer, sabe avaliar a utilidade desta alternativa.
11) Reconheça - Separe um minuto para fazer o auto-reconhecimento: procure algo de bom no que fez, como ter-se dedicado, ter aprendido um pouco mais, estar mais próximo do objetivo, ter tido disciplina, o que quer que você encontre de bom e positivo. Para cada um, procure o prazer e a satisfação que lhe proporciona. Usufrua, isto é, dedique-se a ficar sentindo cada prazer ou emoção prazerosa por alguns segundos.
12) Guarde as coisas - No final, retorne o ambiente ao seu estado normal, guardando materiais, fechando programas e limpando eventuais resíduos da atividade. O objetivo aqui é mais do que organização: você está enviando uma mensagem ao seu cérebro de que a sessão está encerrada, você vai fazer outra coisa e quer se concentrar devidamente nessa outra coisa, seja o que for.
13) Faça uma transição adequada - Quando nos dedicamos com intensidade a algo, há a possibilidade de que representações mentais e até emoções fiquem ativas, independentemente da nossa vontade, mesmo quando não estamos nos dedicando e queremos fazer outra coisa. Assim, antes de fazer essa outra coisa, e se julgar necessário, execute algumas ações para "quebrar o estado". Em geral são coisas prazerosas: tomar um banho, lanchar, até beber algo gostoso pode funcionar. Também pode ser uma atividade física, como exercícios, alongamentos e caminhadas, ou deitar-se por alguns minutos e simplesmente relaxar, como já fiz e já vi outras pessoas fazerem. Outra possibilidade é acessar algum site interessante, como de humor, por exemplo. O importante é você achar algo que funcione para mudar o estado em no máximo alguns minutos.
Um comentário final
As estratégias sugeridas podem ser úteis em uma outra dimensão. Pense, por exemplo, que ativar seus conhecimentos antes de uma sessão de estudo já se tornou um hábito. O que vai acontecer após alguma prática é que, simplesmente ao decidir que vai se dedicar, sua mente já naturalmente vai ativar seus conhecimentos prévios, sem que você precise conscientemente estimular. É quando tudo se torna rápido, mais espontâneo e mais fácil. E você vai colher frutos pelo resto da vida.
Virgílio Vasconcelos Vilela



Fonte: www.possibilidades.com.br/aprendizagem/estrategia_para_aprendizagem.asp

As 10 novas metas do governo estadual para a educação

1. Todos os alunos de 8 anos plenamente alfabetizados.
2. Redução de 50% das taxas de reprovação da 8ª série.
3. Redução de 50% das taxas de reprovação do Ensino Médio.
4. Implantação de programas de recuperação de aprendizagem nas séries finais de todos os ciclos de aprendizagem (2ª, 4ª e 8ª séries do Ensino Fundamental e 3ª série do Ensino Médio).
5. Aumento de 10% nos índices de desempenho do Ensino Fundamental e Médio nas avaliações nacionais e estaduais.
6. Atendimento de 100% da demanda de jovens e adultos de Ensino Médio com currículo profissionalizante diversificado.
7. Implantação do Ensino Fundamental de nove anos, com prioridade à municipalização das séries iniciais (1ª a 4ª séries).
8. Programas de formação continuada e capacitação da equipe.
9. Descentralização e/ou municipalização do programa de alimentação escolar nos 30 municípios ainda centralizados.
10. Programa de obras e melhorias de infra-estrutura das escolas.

A você leitor basta saber se esse programa vai contribuir para melhorar a EDUCAÇÃO do país ou porventura será o “atestado de óbito”. Onde as escolas públicas a fim de cumprir essas metas aprovarão alunos sem qualificação alguma, ocasionando que no futuro teremos uma nação semi - alfabetizada.
Na verdade essas metas de educação, não deveriam estipular faixa etária - fator evidente da má formulação do projeto - pois ocasionará em uma classe de pessoas com diploma de segundo grau e que se tornará mais um desempregado e/ou sem capacidade de assumir um cargo profissional devido à falta de formação escolar.
Aos estudantes “beneficiados” com o projeto boa sorte, no mas aguarden a reformulação do mesmo para que tenham uma boa qualidade de ensino - para quem sabe a nação em desenvolvimento possa alcançar índices de educação próximo a paises desenvolvidos.