terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Brasileiro vence IV Prêmio Ibero-americano SM


O escritor brasileiro Bartolomeu Campos de Queirós é o vencedor da IV Edição do "Prêmio Ibero-americano SM de Literatura Infantil e Juvenil", anunciado na última sexta-feira (24 de outubro), no México. Além do brasileiro, concorreram ao Prêmio outros 22 autores de países como Argentina, Bolívia, Colômbia, Chile, Espanha, México e Uruguai. A entrega do prêmio, no valor de 30 mil dólares, acontece no dia 2 de dezembro, durante a Feira Internacional do Livro em Guadalajara (México).
Bartolomeu Campos de Queirós, 64, nasceu no interior de Minas Gerais e publicou seu primeiro livro em 1974, O Peixe e o Pássaro. Renomado autor do gênero infanto-juvenil, publicou mais de 40 obras e já recebeu vários prêmios literários, entre eles o Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro, e o Selo de Ouro, da Fundação Nacional do Livro Infanto-Juvenil. Destaca-se pelo seu compromisso com a educação, a formação de leitores e a promoção da leitura. Segundo a comissão julgadora do Prêmio SM, Queirós foi escolhido pela "transcendência de sua obra que se manifesta na profundidade dos temas que trata, no respeito ao leitor, no compromisso com a arte literária sem concessões e no caráter poético e filosófico de sua obra".

Fonte: Revista Educação

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Termina hoje a avaliação dos blogs experimental de estudantes da FAT


O Professor da disciplina Jornalismo Digital, Laércio Goes, finaliza hoje sua avaliação dos blogs da turma de 4º semestre de jornalismo da Faculdade Anisio Teixeira (FAT). Os alunos tiveram como meta fazer um blog com temas diversos, atualizar continuamente e utilizar tecnicas aprendidas no decorrer da disciplina.
Na turma houve vários blog com diversos seguimentos do tipo Cultural, Policial, Saúde, Politica, e Educação. Para os alunos foi uma descoberta digital onde muitos continuarão com seus blogs. Os organizadores do EducAção prometem a todos os leitores que dará continuação a esse trabalho.
Bolsa Família cobra exigência nas áreas de educação e saúde

Para assegurar a continuidade do pagamento dos benefícios do Programa Bolsa Família em Salvador, a Central de Informações de Atendimento Social (CIAS) da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (Sedes), juntamente com a Secretaria Municipal da Saúde, está fazendo o acompanhamento da condicionalidade de saúde e da educação.

Segundo a coordenadora do CIAS, Jocelene Lessa, o processo acontece duas vezes por ano e tem por objetivo fazer com que as famílias atendidas pelo Programa cumpram as exigências do governo federal para serem beneficiadas. Ela explicou que todas as famílias para receberem o benefício firmam compromisso com o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome nos âmbitos da educação e saúde.

Com relação à educação, as famílias terão que manter em escolas os integrantes na faixa etária dos seis aos 17 anos matriculados regularmente na rede pública de ensino. Na condicionalidade saúde a exigência é que os integrantes de zero a sete anos terão que apresentar os cartões de vacinação devidamente atualizados.




Fonte:
Assessoria de comunicação da prefeitura de Salvador

Grupo debate arte para reduzir analfabetismo funcional

Crianças na Itália mostram o que aprenderam por meio de pintura.No Brasil, há 29,9 milhões de jovens com menos de 4 anos de estudo.
O 1º Encontro Internacional de Arte e Analfabetismo Funcional, que começa nesta segunda-feira (1º) no Palácio Gustavo Capanema, no Rio, vai discutir técnicas inovadoras usadas no ensino em diferentes países para tentar diminuir o analfabetismo funcional.
Organizado pela Casa Daros, centro de arte latino-americana em construção na cidade, o seminário pretende revelar todos os pontos de contato entre educação e arte, técnicas criativas que, a olhos mais conservadores, podem parecer experimentais demais.
Existe na Itália uma escola onde crianças de quatro anos criam por conta própria as regras de um jogo com base em elementos estipulados pelo professor. Neles, expressam o que aprenderam por meio de pintura e dança.
Em Portugal, os melhores resultados do ensino fundamental vêm de uma escola sem paredes, sem séries definidas. Os alunos participam da discussão do que vão aprender e decidem quando estão prontos para testes.
No país, existem hoje 29,9 milhões de pessoas com mais de 15 anos que têm menos de quatro anos de estudo. São classificadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e pelo Ministério da Educação como analfabetos funcionais - não conseguem interpretar o que lêem nem escrever o que pensam.
“Essa limitação impede que a pessoa possa continuar aprendendo e que crie um espaço de ação na sociedade”, define o cubano Eugenio Valdés Figueroa, diretor de arte e educação da Casa Daros. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".

FTC ganha selo de instituição socialmente responsável


A Rede de Ensino FTC foi contemplada com o Selo Instituição Socialmente Responsável, emitido pela Associação Brasileira de Mantenedores de Ensino Superior (ABMES). O selo é um reconhecimento ao compromisso da instituição com a Educação e a Sociedade, constatada pela participação na edição 2008 do Dia da Responsabilidade Social, realizada em 27 de setembro deste ano.
A certificação tem validade até outubro de 2009 e permite a utilização do selo em jornais, livros, revistas, folders, cartazes, camisas, sites, e-mails e peças para emissoras de TV. As ações do Dia da Responsabilidade Social foram realizadas simultaneamente em todas as unidades da rede, envolvendo alunos, professores e colaboradores.
A FTC Feira se destacou no evento, concentrado no bairro Santo Antônio dos Prazeres, cumprindo à risca o objetivo da iniciativa: materializar ações voluntárias de conscientização, serviços e atendimentos gratuitos oferecidos à população nas áreas de saúde, segurança, meio ambiente, engenharia, informática, administração e outras, além de apresentações culturais e recreativas.
Após sete horas ininterruptas de atividades, na praça principal do bairro, foram registrados milhares de atendimentos, com intervenções aparentemente simples, mas de grande relevância para uma comunidade carente. O Dia da Responsabilidade Social possibilitou aos alunos e professores ultrapassarem os limites da sala de aula e se aproximaram da realidade em que vivem as pessoas do bairro.




Fonte:
Blog da Feira/Socorro Pitombo, Assessoria de Comunicação.

Olimpíada já tem vencedores

Nenhum ser humano se movimenta se não tiver motivação e esperança. As palavras do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, representam o que alunos e professores vencedores da Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro vivenciaram durante todo o ano. Vindos das mais diversas localidades, situações e condições de vida, esses adultos, jovens e adolescentes puderam ver caminhos abertos por meio de algo presente em seu cotidiano: a língua portuguesa.Nesta segunda-feira, 1º, 15 alunos e 15 professores de quarta, quinta, sétima e oitava séries (quinto, sexto, oitavo e nono anos) do ensino fundamental e segundo e terceiro anos do ensino médio foram premiados na etapa final da olimpíada em Brasília. Os cinco ganhadores de cada categoria – poesia, memória e artigo de opinião – receberam medalhas de ouro, entregues pelo próprio presidente da República, além de computadores e impressoras. “O que vimos hoje é a maior demonstração de que, para o povo brasileiro, a única coisa necessária é uma pequena provocação, uma pequena oportunidade”, disse Lula. A exemplo do que já ocorre com a língua portuguesa e a matemática, o presidente incentivou a criação de uma olimpíada em cada área do saber.Para o ministro da Educação, Fernando Haddad, talento não escolhe lugar para nascer. “Não há relação entre renda, riqueza e talento. Uma atividade como a Olimpíada de Língua Portuguesa nos permite identificar esses talentos”, afirmou.Haddad ainda destacou que a olimpíada proporcionou uma mobilização intensa em torno da língua portuguesa. “Temos 15 vencedores, mas o Brasil todo ganhou com essa olimpíada, pela aproximação que esses alunos tiveram com a língua, pelo trato que tiveram com o texto escrito e com a leitura.”Final – Os 150 alunos finalistas, cada qual com seu professor, passaram por quatro etapas seletivas ao longo do ano. Eles concorreram com outros cerca de seis milhões de estudantes de todo o país. Todos os finalistas receberam medalhas de prata e aparelhos de som.

Veja quem são os 15 vencedores deste ano. Letícia Tancredi
Leia mais...Final da olimpíada premiou 15 ganhadores Brasília recebe finalistas da OlimpíadaPoesia leva estudantes a RecifeOlimpíada: Centro-Oeste tem finalistasOlimpíada premia alunos da região NorteOlimpíada de Português na reta final Olimpíada chega ao NordesteOlimpíada: Sudeste divulga finalistasOlimpíada define finalistas no SulOlimpíada de português: oficina em Recife


Fonte:

Em lan house, uma hora de leitura vale uma hora de internet


Projeto, que funciona no Ceará, foi finalista de prêmio de leitura.Idéia é incentivo para que crianças e jovens tenham contato com livros.

A criança ou o jovem quer ficar uma hora na internet? Tudo bem. Basta ler um livro antes por uma hora, ali mesmo, na Bila - Biblioteca com lan house, que funciona na comunidade de Pirambu, bairro de Fortaleza (CE).
"A idéia é incentivar a leitura. Para usar o computador, não há taxa. A pessoa só precisa ler um livro pelo tempo correspondente ao que ela quer passar na frente do computador", afirma Mauro Oliveira, professor do Centro Federal de Educação Tecnológica do Ceará (Cefet-CE) e idealizador do projeto Pirambu Digital , que deu origem à Bila.
“E a pessoa não tem nem como fingir que fez a leitura, porque, ao final, ela precisa entregar um resumo do que leu para o monitor da biblioteca”, conta Oliveira. A iniciativa chamou a atenção fora do Ceará. A Bila foi um dos 15 projetos finalistas do Prêmio Vivaleitura 2008, iniciativa do Ministério da Educação, do Ministério da Educação e da Organização dos Estados Ibero-Americanos (OEI). A premiação ocorreu em São Paulo há duas semanas.
Segundo Oliveira, o Pirambu Digital é uma cooperativa formada em 2003 por ex-alunos do Cefet que moram na região. Hoje, eles trabalham com tecnologia de ponta e se preparam para expandir as suas atividades: em breve, terá início a Pirambu Wireless. "O interessante é que esses jovens se mantiveram no bairro, que virou um verdadeiro Vale do Silício em Fortaleza", empolga-se Oliveira.

CNPq: projeto para alunos negros é um dos vencedores

Depois de participar de um cursinho pré-vestibular no Instituto Cultural Steve Biko que em 1999 recebeu o Prêmio Nacional de Direitos Humanos, do Ministério da Justiça Sheila Regina Pereira entrou na Universidade Federal da Bahia para o curso de estatística.
Sheila diz que na universidade percebeu que os jovens negros como ela estavam presentes em cursos de menor prestígio e status social. A partir daí, ela resolveu voltar ao instituto que a ajudou a ingressar no ensino superior para dar sua contribuição e ajudar a mudar essa realidade.
"No instituto eu aprendi que o seu crescimento pessoal só vem quando você ajuda os outros a crescerem também", explica.
Foi então que ela passou a fazer parte do projeto Oguntec, que acompanha 35 estudantes de escolas públicas a partir do momento em que eles entram no ensino médio até o vestibular.
A pesquisa apresentada por Sheila sobre o Oguntec foi à vencedora da categoria Graduado do 23º Prêmio Jovem Cientista, divulgada nesta quarta-feira pelo Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia (CNPq).
Como coordenadora pedagógica do projeto, Sheila conta que, além das disciplinas escolares cobradas no vestibular, os adolescentes de 16 a 21 anos têm aulas sobre consciência negra e educação científica a fim de despertar o interesse pela ciência e pelos cursos ligados à tecnologia, ciências da saúde.
"No ano passado, terminamos o ano com 25 estudantes, porque muitos foram obrigados a deixar o projeto ao longo do tempo. Mas todos os que permaneceram passaram em vestibulares em universidades particulares. O nosso objetivo agora é fazer com que eles entrem nas universidades públicas. Três deles conseguiram", conta.
Segundo ela, a maior dificuldade é suprir o déficit que os alunos trazem do ensino fundamental.

Vencedores do Jovem Cientista recebem prêmios em Brasília

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou nesta quinta-feira da entrega do 23º Prêmio Jovem Cientista que, este ano, teve como tema Educação para Reduzir as Desigualdades Sociais. Foram distribuídos prêmios em cinco níveis: graduado, estudante do Ensino Superior, estudante do Ensino Médio, mérito institucional e menção honrosa.
Os prêmios variam de R$ 7 mil a R$ 30 mil. Os primeiros colocados ganham ainda bolsa de estudo do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). As pesquisas vencedoras serão publicadas em um livro, distribuído para centros de pesquisa, universidades e instituições públicas e privadas.
Na cerimônia realizada no Palácio do Planalto, o ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, reafirmou que o investimento em pesquisa está entre as prioridades do governo Lula e citou, como exemplo, a implantação de 10 novas universidades e 89 extensões universitárias.
A primeira colocada na categoria graduado foi à estudante Sheila Regina dos Santos Pereira, da Universidade Federal da Bahia. Na categoria estudante de Ensino Superior, o primeiro prêmio ficou com Terezinha Cristina da Costa Rocha, da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais.
Já Júlia Soares Parreiras, do Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais, ficou com o primeiro prêmio na categoria estudante de Ensino Médio.
No próximo ano, o Prêmio Jovem Cientista terá como tema: “Energia e Meio Ambiente, Soluções para o Futuro”.

SP: secretaria implanta projeto de alfabetização

A partir desta semana, um novo projeto de recuperação de aprendizagem da Secretaria de Estado da Educação de São Paulo será implantado. Com o objetivo de alfabetizar estudantes de 1ª série do Ensino Fundamental, o reforço será aplicado em todo o Estado até o fim do ano letivo.
De acordo com a secretaria, a recuperação terá duração de cerca de 30 dias em todas as escolas estaduais que ainda abrigam estudantes não alfabetizados.
Os alunos, geralmente com sete anos de idade, passarão a ser atendidos pelos professores que já têm experiência com este tipo de ensino.
"Vamos concentrar esforços neste fim de ano para alfabetizar os alunos já na série inicial do Fundamental. É importante que a base da educação seja dada corretamente já aos sete anos", afirmou a secretária de Estado da Educação, Maria Helena Guimarães de Castro.
Segundo dados do último Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo (Saresp), realizado em 2007, o Estado tem apenas 12% dos alunos em 2ª série do Fundamental sem alfabetização, o que representa um dos melhores índices do Brasil.

Programa prevê energia elétrica em escolas até 2010


Uma das metas para 2010 do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE) é que todas as escolas públicas do País tenham energia elétrica. O projeto elegeu 40 programas como prioritários para melhorar a qualidade educacional do Brasil.
No início deste ano, havia 21 mil escolas na zona rural sem energia elétrica. Atualmente, esse número reduziu quase a metade, mas 11 mil ainda funcionam sem luz.
A Escola Municipal Canto Escuro, em Barras, Piauí, é uma das unidades de ensino beneficiadas este ano. A energia elétrica vai permitir, por exemplo, a instalação de bebedouros com água gelada. Até então, os 60 alunos que a escola abriga bebiam água retirada de poços ou cacimbas, muitas vezes quente.
Outras 25 escolas públicas da zona rural do município aguardam o benefício. "Ainda vivemos aqui na idade da pedra lascada. Não podemos levar nenhuma novidade para a sala de aula, como um retroprojetor, coisa que ninguém usa mais na época do datashow", comenta a secretária municipal de educação, Maria Lourdes Morais.
Em algumas escolas sem luz elétrica, são utilizadas placas de energia solar, mas a produção, na maioria das vezes, é suficiente apenas para iluminar as salas para as aulas noturnas.
"Precisamos chegar a essa universalização de todas as escolas com energia elétrica para modernizar a rede de ensino. Os alunos precisam ter acesso à Internet de banda larga", afirmou Antônio Carlos Alves Carvalho, representante do Ministério da Educação no Programa Luz para Todos, realizado em parceria com o Ministério de Minas e Energia.