O Museu Casa do Sertão, vinculado à Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs), encerrou mais uma etapa do Projeto O Museu vai à Escola, desta vez no Colégio Estadual Imaculada Conceição, bairro Conceição I. A iniciativa consiste na realização de comunicações acerca da história e geografia de Feira de Santana, da literatura de cordel e apresentação do acervo do Museu, através de exposição.
“O Projeto adere ao pensamento de que a Uefs não se restringe ao campus”, salienta a diretora do Museu, Cristiana Barbosa. As atividades são realizadas em escolas públicas, preferencialmente as localizadas em bairros periféricos de Feira de Santana.
O Museu Vai à Escola já foi desenvolvido no Centro de Educação Básica e na Creche da Uefs, durante a Semana Nacional de Museus, em maio. A iniciativa conta com a participação de funcionários e estagiários Museu Casa do Sertão. Contato através do telefone (75) 3224-8099.
Feira de Santana, 22 de setembro de 2008
Fonte: http://www.uefs.br/
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
Educação um direito para todos
Entra governo, sai governo e o que vemos é a balela de sempre em época de eleição: educação é prioridade.Nos países onde a educação é realmente prioridade, como Chile e Coréia do Sul, tem-se mais bibliotecas e escolas com professores mais bem remunerados, mais crescimento, pouco desemprego, menos crimes e, conseqüentemente, menos cadeias e presidiários.No nosso país a educação sempre foi colocada em plano bem abaixo dos demais. Temos até um presidente que diz: para governar o Brasil não precisa estudar e ter curso superior.Ora, senhores, embora ele não tenha estudado e não tenha curso superior, deve ser respeitado, pois a ampla maioria dos brasileiros está em situação semelhante. Além do que, ele enfrentou e superou grandes dificuldades, mas chegou lá, por esforço e competência.Porém como ele gosta de comparar futebol com outras coisas, o seu caso não difere do jogador de futebol: em cada grupo de mil apenas um dá certo.Nossas escolas, do Fundamental à universidade, estão sucateadas, com ambientes, materiais, instalações e equipamentos destroçados, professores desmotivados, com salários indignos, o que deprime a qualidade do ensino e gera a evasão. O mesmo acontece com nossos centros de pesquisas científicas e tecnológicas. Um relatório da ONU nos posicionou muito mal em tecnologia. A veneranda Fiocruz vem de ser desviada de suas funções históricas e de referência mundial para servir de biombo à farmácia popular...Muitos dos nossos professores universitários e cientistas estão fazendo seus cursos de especialização, doutorado e pós-doutorado com seus próprios recursos. Universidades penduram-se em convênios com empresas públicas e privadas para não fechar seus centros e laboratórios de pesquisa. Verbas são desviadas para todo o tipo de inclusão, não raro manipuladas por deputados federais da base do governo para fins escusos.O governo no momento deu mais atenção ao Ensino Superior particular, como se pobre tivesse acesso, criando paliativos de algumas bolsas de estudo para agradar a alguns, através de mais renúncia fiscal e previdenciária. Tentou inventar o sistema de cotas que é o reverso do racismo. Todos deveriam ser iguais perante a lei e não alguns sendo mais iguais do que os outros. Nos últimos governos os servidores públicos foram e estão sendo tratados como tolos. A inflação lá em cima e o salário lá em baixo. As perdas de 1994 a 2006 passam dos 100%. Só na era Lula foram 30%. O salário médio no INSS é de R$ 600,00, desde 1994. Temos a maior seguradora da América Latina e maior distribuidora de renda do país, o INSS, que reduz mais a pobreza do que as várias bolsas instituídas pelo governo populista, paternalista e assistencialista, mas há um esforço deliberado para acabar com ela. O sonho de se contribuir e se aposentar com dez salários mínimos acabou. O teto desabou para R$ 2.668.15 - 7,62 salários, mas ninguém se aposenta com mais de R$ 1.500,00 - 4,28 salários. Aliás, o valor médio do benefício urbano, em maio, foi de apenas R$ 644,13, considerado por altos dirigentes do PT como "privilégio adquirido" e que deveria ser reduzido a apenas R$ 350,00.Imaginem se tudo isso fosse ao contrário e se nós, que vivemos num país tropical, abençoado por Deus, onde tudo se planta e tudo dá, com um povo pacato e trabalhador, tivéssemos governantes sérios. Seríamos, com certeza, uma das maiores potências do mundo.Mas como quem produziu Imagine morreu assassinado, não quero acabar como John Lennon que ao escrever a letra só queria um mundo melhor.Paulo César de SouzaVice-presidente da Associação Nacional dos Servidores da Previdência Social-Anasps
sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Proposta de Lei de Responsabilidade Educacional deve sair depois das eleições, diz Haddad.
Brasília - O ministro da Educação, Fernando Haddad, afirmou, na noite desta última segunda-feira (22), que os técnicos dos dois grupos de trabalho interministerial criados para apresentar sugestões de mudanças no ensino médio e para a criação de uma Lei de Responsabilidade Educacional devem apresentar suas propostas logo após as eleições municipais, que ocorrerão no próximo dia 5.Segundo Haddad, ele e o ministro de Assuntos Estratégicos, Mangabeira Unger, já haviam estendido os prazos para que os grupos apresentassem os resultados finais de seu trabalho.As mudanças no ensino médio prevêem, entre outras iniciativas, a construção de uma rede de escolas federais que, quando concluída, poderá absorver até cerca de 10% das matrículas do nível médio. Haddad e Mangabeira têm defendido que a rede federal aprofunde e amplie a atual concepção de ensino profissionalizante, oferecendo mais que a aprendizagem de ofícios especializados. Para isso, apontam a necessidade de que o magistério, com a ajuda do governo federal, seja organizado como uma carreira nacional.Já a Lei de Responsabilidade Educacional, a exemplo da Lei de Responsabilidade Fiscal, estabeleceria metas de conduta para os gestores dos sistemas públicos de ensino. Agentes públicos que deixassem de aplicar o percentual mínimo das receitas tributárias na manutenção e desenvolvimento da educação poderiam ter que responder por improbidade administrativa.
Brasília - O ministro da Educação, Fernando Haddad, afirmou, na noite desta última segunda-feira (22), que os técnicos dos dois grupos de trabalho interministerial criados para apresentar sugestões de mudanças no ensino médio e para a criação de uma Lei de Responsabilidade Educacional devem apresentar suas propostas logo após as eleições municipais, que ocorrerão no próximo dia 5.Segundo Haddad, ele e o ministro de Assuntos Estratégicos, Mangabeira Unger, já haviam estendido os prazos para que os grupos apresentassem os resultados finais de seu trabalho.As mudanças no ensino médio prevêem, entre outras iniciativas, a construção de uma rede de escolas federais que, quando concluída, poderá absorver até cerca de 10% das matrículas do nível médio. Haddad e Mangabeira têm defendido que a rede federal aprofunde e amplie a atual concepção de ensino profissionalizante, oferecendo mais que a aprendizagem de ofícios especializados. Para isso, apontam a necessidade de que o magistério, com a ajuda do governo federal, seja organizado como uma carreira nacional.Já a Lei de Responsabilidade Educacional, a exemplo da Lei de Responsabilidade Fiscal, estabeleceria metas de conduta para os gestores dos sistemas públicos de ensino. Agentes públicos que deixassem de aplicar o percentual mínimo das receitas tributárias na manutenção e desenvolvimento da educação poderiam ter que responder por improbidade administrativa.
Fonte: Agencia Brasil

Déficit nacional de professores na rede pública é de 246 mil; MEC quer sistema de formação
Faltam 246 mil professores nas redes públicas de educação básica do país, de acordo com dados da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior). O Conselho Técnico Científico da Educação Básica estuda a elaboração de uma minuta de decreto presidencial para instituir o Sistema Nacional de Formação de Professores. A idéia é que esse instrumento possibilite a criação de uma rede de formação a partir da oferta de instituições públicas de ensino superior --federais, estaduais e municipais.O Conselho, criado em fevereiro deste ano, vai discutir, propor e acompanhar as novas políticas para a formação de professores, como a oferta inicial e continuada. Nesta quarta-feira (24), o Conselho realizou, em Brasília, sua quinta reunião, para discutir a formação de qualidade dos profissionais que atuarão ou que já estão em exercício na educação básica.
Faltam 246 mil professores nas redes públicas de educação básica do país, de acordo com dados da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior). O Conselho Técnico Científico da Educação Básica estuda a elaboração de uma minuta de decreto presidencial para instituir o Sistema Nacional de Formação de Professores. A idéia é que esse instrumento possibilite a criação de uma rede de formação a partir da oferta de instituições públicas de ensino superior --federais, estaduais e municipais.O Conselho, criado em fevereiro deste ano, vai discutir, propor e acompanhar as novas políticas para a formação de professores, como a oferta inicial e continuada. Nesta quarta-feira (24), o Conselho realizou, em Brasília, sua quinta reunião, para discutir a formação de qualidade dos profissionais que atuarão ou que já estão em exercício na educação básica.
Fonte: http://www.uol.com.br/
Assinar:
Postagens (Atom)