segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

FTC ganha selo de instituição socialmente responsável


A Rede de Ensino FTC foi contemplada com o Selo Instituição Socialmente Responsável, emitido pela Associação Brasileira de Mantenedores de Ensino Superior (ABMES). O selo é um reconhecimento ao compromisso da instituição com a Educação e a Sociedade, constatada pela participação na edição 2008 do Dia da Responsabilidade Social, realizada em 27 de setembro deste ano.
A certificação tem validade até outubro de 2009 e permite a utilização do selo em jornais, livros, revistas, folders, cartazes, camisas, sites, e-mails e peças para emissoras de TV. As ações do Dia da Responsabilidade Social foram realizadas simultaneamente em todas as unidades da rede, envolvendo alunos, professores e colaboradores.
A FTC Feira se destacou no evento, concentrado no bairro Santo Antônio dos Prazeres, cumprindo à risca o objetivo da iniciativa: materializar ações voluntárias de conscientização, serviços e atendimentos gratuitos oferecidos à população nas áreas de saúde, segurança, meio ambiente, engenharia, informática, administração e outras, além de apresentações culturais e recreativas.
Após sete horas ininterruptas de atividades, na praça principal do bairro, foram registrados milhares de atendimentos, com intervenções aparentemente simples, mas de grande relevância para uma comunidade carente. O Dia da Responsabilidade Social possibilitou aos alunos e professores ultrapassarem os limites da sala de aula e se aproximaram da realidade em que vivem as pessoas do bairro.




Fonte:
Blog da Feira/Socorro Pitombo, Assessoria de Comunicação.

Olimpíada já tem vencedores

Nenhum ser humano se movimenta se não tiver motivação e esperança. As palavras do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, representam o que alunos e professores vencedores da Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro vivenciaram durante todo o ano. Vindos das mais diversas localidades, situações e condições de vida, esses adultos, jovens e adolescentes puderam ver caminhos abertos por meio de algo presente em seu cotidiano: a língua portuguesa.Nesta segunda-feira, 1º, 15 alunos e 15 professores de quarta, quinta, sétima e oitava séries (quinto, sexto, oitavo e nono anos) do ensino fundamental e segundo e terceiro anos do ensino médio foram premiados na etapa final da olimpíada em Brasília. Os cinco ganhadores de cada categoria – poesia, memória e artigo de opinião – receberam medalhas de ouro, entregues pelo próprio presidente da República, além de computadores e impressoras. “O que vimos hoje é a maior demonstração de que, para o povo brasileiro, a única coisa necessária é uma pequena provocação, uma pequena oportunidade”, disse Lula. A exemplo do que já ocorre com a língua portuguesa e a matemática, o presidente incentivou a criação de uma olimpíada em cada área do saber.Para o ministro da Educação, Fernando Haddad, talento não escolhe lugar para nascer. “Não há relação entre renda, riqueza e talento. Uma atividade como a Olimpíada de Língua Portuguesa nos permite identificar esses talentos”, afirmou.Haddad ainda destacou que a olimpíada proporcionou uma mobilização intensa em torno da língua portuguesa. “Temos 15 vencedores, mas o Brasil todo ganhou com essa olimpíada, pela aproximação que esses alunos tiveram com a língua, pelo trato que tiveram com o texto escrito e com a leitura.”Final – Os 150 alunos finalistas, cada qual com seu professor, passaram por quatro etapas seletivas ao longo do ano. Eles concorreram com outros cerca de seis milhões de estudantes de todo o país. Todos os finalistas receberam medalhas de prata e aparelhos de som.

Veja quem são os 15 vencedores deste ano. Letícia Tancredi
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Fonte:

Em lan house, uma hora de leitura vale uma hora de internet


Projeto, que funciona no Ceará, foi finalista de prêmio de leitura.Idéia é incentivo para que crianças e jovens tenham contato com livros.

A criança ou o jovem quer ficar uma hora na internet? Tudo bem. Basta ler um livro antes por uma hora, ali mesmo, na Bila - Biblioteca com lan house, que funciona na comunidade de Pirambu, bairro de Fortaleza (CE).
"A idéia é incentivar a leitura. Para usar o computador, não há taxa. A pessoa só precisa ler um livro pelo tempo correspondente ao que ela quer passar na frente do computador", afirma Mauro Oliveira, professor do Centro Federal de Educação Tecnológica do Ceará (Cefet-CE) e idealizador do projeto Pirambu Digital , que deu origem à Bila.
“E a pessoa não tem nem como fingir que fez a leitura, porque, ao final, ela precisa entregar um resumo do que leu para o monitor da biblioteca”, conta Oliveira. A iniciativa chamou a atenção fora do Ceará. A Bila foi um dos 15 projetos finalistas do Prêmio Vivaleitura 2008, iniciativa do Ministério da Educação, do Ministério da Educação e da Organização dos Estados Ibero-Americanos (OEI). A premiação ocorreu em São Paulo há duas semanas.
Segundo Oliveira, o Pirambu Digital é uma cooperativa formada em 2003 por ex-alunos do Cefet que moram na região. Hoje, eles trabalham com tecnologia de ponta e se preparam para expandir as suas atividades: em breve, terá início a Pirambu Wireless. "O interessante é que esses jovens se mantiveram no bairro, que virou um verdadeiro Vale do Silício em Fortaleza", empolga-se Oliveira.

CNPq: projeto para alunos negros é um dos vencedores

Depois de participar de um cursinho pré-vestibular no Instituto Cultural Steve Biko que em 1999 recebeu o Prêmio Nacional de Direitos Humanos, do Ministério da Justiça Sheila Regina Pereira entrou na Universidade Federal da Bahia para o curso de estatística.
Sheila diz que na universidade percebeu que os jovens negros como ela estavam presentes em cursos de menor prestígio e status social. A partir daí, ela resolveu voltar ao instituto que a ajudou a ingressar no ensino superior para dar sua contribuição e ajudar a mudar essa realidade.
"No instituto eu aprendi que o seu crescimento pessoal só vem quando você ajuda os outros a crescerem também", explica.
Foi então que ela passou a fazer parte do projeto Oguntec, que acompanha 35 estudantes de escolas públicas a partir do momento em que eles entram no ensino médio até o vestibular.
A pesquisa apresentada por Sheila sobre o Oguntec foi à vencedora da categoria Graduado do 23º Prêmio Jovem Cientista, divulgada nesta quarta-feira pelo Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia (CNPq).
Como coordenadora pedagógica do projeto, Sheila conta que, além das disciplinas escolares cobradas no vestibular, os adolescentes de 16 a 21 anos têm aulas sobre consciência negra e educação científica a fim de despertar o interesse pela ciência e pelos cursos ligados à tecnologia, ciências da saúde.
"No ano passado, terminamos o ano com 25 estudantes, porque muitos foram obrigados a deixar o projeto ao longo do tempo. Mas todos os que permaneceram passaram em vestibulares em universidades particulares. O nosso objetivo agora é fazer com que eles entrem nas universidades públicas. Três deles conseguiram", conta.
Segundo ela, a maior dificuldade é suprir o déficit que os alunos trazem do ensino fundamental.