Brasileiro vence IV Prêmio Ibero-americano SM
O escritor brasileiro Bartolomeu Campos de Queirós é o vencedor da IV Edição do "Prêmio Ibero-americano SM de Literatura Infantil e Juvenil", anunciado na última sexta-feira (24 de outubro), no México. Além do brasileiro, concorreram ao Prêmio outros 22 autores de países como Argentina, Bolívia, Colômbia, Chile, Espanha, México e Uruguai. A entrega do prêmio, no valor de 30 mil dólares, acontece no dia 2 de dezembro, durante a Feira Internacional do Livro em Guadalajara (México).
Bartolomeu Campos de Queirós, 64, nasceu no interior de Minas Gerais e publicou seu primeiro livro em 1974, O Peixe e o Pássaro. Renomado autor do gênero infanto-juvenil, publicou mais de 40 obras e já recebeu vários prêmios literários, entre eles o Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro, e o Selo de Ouro, da Fundação Nacional do Livro Infanto-Juvenil. Destaca-se pelo seu compromisso com a educação, a formação de leitores e a promoção da leitura. Segundo a comissão julgadora do Prêmio SM, Queirós foi escolhido pela "transcendência de sua obra que se manifesta na profundidade dos temas que trata, no respeito ao leitor, no compromisso com a arte literária sem concessões e no caráter poético e filosófico de sua obra".
Fonte: Revista Educação
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
Termina hoje a avaliação dos blogs experimental de estudantes da FAT

O Professor da disciplina Jornalismo Digital, Laércio Goes, finaliza hoje sua avaliação dos blogs da turma de 4º semestre de jornalismo da Faculdade Anisio Teixeira (FAT). Os alunos tiveram como meta fazer um blog com temas diversos, atualizar continuamente e utilizar tecnicas aprendidas no decorrer da disciplina.
Na turma houve vários blog com diversos seguimentos do tipo Cultural, Policial, Saúde, Politica, e Educação. Para os alunos foi uma descoberta digital onde muitos continuarão com seus blogs. Os organizadores do EducAção prometem a todos os leitores que dará continuação a esse trabalho.
Na turma houve vários blog com diversos seguimentos do tipo Cultural, Policial, Saúde, Politica, e Educação. Para os alunos foi uma descoberta digital onde muitos continuarão com seus blogs. Os organizadores do EducAção prometem a todos os leitores que dará continuação a esse trabalho.
Bolsa Família cobra exigência nas áreas de educação e saúde
Para assegurar a continuidade do pagamento dos benefícios do Programa Bolsa Família em Salvador, a Central de Informações de Atendimento Social (CIAS) da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (Sedes), juntamente com a Secretaria Municipal da Saúde, está fazendo o acompanhamento da condicionalidade de saúde e da educação.
Segundo a coordenadora do CIAS, Jocelene Lessa, o processo acontece duas vezes por ano e tem por objetivo fazer com que as famílias atendidas pelo Programa cumpram as exigências do governo federal para serem beneficiadas. Ela explicou que todas as famílias para receberem o benefício firmam compromisso com o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome nos âmbitos da educação e saúde.
Com relação à educação, as famílias terão que manter em escolas os integrantes na faixa etária dos seis aos 17 anos matriculados regularmente na rede pública de ensino. Na condicionalidade saúde a exigência é que os integrantes de zero a sete anos terão que apresentar os cartões de vacinação devidamente atualizados.
Fonte:
Assessoria de comunicação da prefeitura de Salvador
Para assegurar a continuidade do pagamento dos benefícios do Programa Bolsa Família em Salvador, a Central de Informações de Atendimento Social (CIAS) da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (Sedes), juntamente com a Secretaria Municipal da Saúde, está fazendo o acompanhamento da condicionalidade de saúde e da educação.
Segundo a coordenadora do CIAS, Jocelene Lessa, o processo acontece duas vezes por ano e tem por objetivo fazer com que as famílias atendidas pelo Programa cumpram as exigências do governo federal para serem beneficiadas. Ela explicou que todas as famílias para receberem o benefício firmam compromisso com o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome nos âmbitos da educação e saúde.
Com relação à educação, as famílias terão que manter em escolas os integrantes na faixa etária dos seis aos 17 anos matriculados regularmente na rede pública de ensino. Na condicionalidade saúde a exigência é que os integrantes de zero a sete anos terão que apresentar os cartões de vacinação devidamente atualizados.
Fonte:
Assessoria de comunicação da prefeitura de Salvador
Grupo debate arte para reduzir analfabetismo funcional
Crianças na Itália mostram o que aprenderam por meio de pintura.No Brasil, há 29,9 milhões de jovens com menos de 4 anos de estudo.
O 1º Encontro Internacional de Arte e Analfabetismo Funcional, que começa nesta segunda-feira (1º) no Palácio Gustavo Capanema, no Rio, vai discutir técnicas inovadoras usadas no ensino em diferentes países para tentar diminuir o analfabetismo funcional.
Organizado pela Casa Daros, centro de arte latino-americana em construção na cidade, o seminário pretende revelar todos os pontos de contato entre educação e arte, técnicas criativas que, a olhos mais conservadores, podem parecer experimentais demais.
Existe na Itália uma escola onde crianças de quatro anos criam por conta própria as regras de um jogo com base em elementos estipulados pelo professor. Neles, expressam o que aprenderam por meio de pintura e dança.
Em Portugal, os melhores resultados do ensino fundamental vêm de uma escola sem paredes, sem séries definidas. Os alunos participam da discussão do que vão aprender e decidem quando estão prontos para testes.
No país, existem hoje 29,9 milhões de pessoas com mais de 15 anos que têm menos de quatro anos de estudo. São classificadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e pelo Ministério da Educação como analfabetos funcionais - não conseguem interpretar o que lêem nem escrever o que pensam.
“Essa limitação impede que a pessoa possa continuar aprendendo e que crie um espaço de ação na sociedade”, define o cubano Eugenio Valdés Figueroa, diretor de arte e educação da Casa Daros. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".
Organizado pela Casa Daros, centro de arte latino-americana em construção na cidade, o seminário pretende revelar todos os pontos de contato entre educação e arte, técnicas criativas que, a olhos mais conservadores, podem parecer experimentais demais.
Existe na Itália uma escola onde crianças de quatro anos criam por conta própria as regras de um jogo com base em elementos estipulados pelo professor. Neles, expressam o que aprenderam por meio de pintura e dança.
Em Portugal, os melhores resultados do ensino fundamental vêm de uma escola sem paredes, sem séries definidas. Os alunos participam da discussão do que vão aprender e decidem quando estão prontos para testes.
No país, existem hoje 29,9 milhões de pessoas com mais de 15 anos que têm menos de quatro anos de estudo. São classificadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e pelo Ministério da Educação como analfabetos funcionais - não conseguem interpretar o que lêem nem escrever o que pensam.
“Essa limitação impede que a pessoa possa continuar aprendendo e que crie um espaço de ação na sociedade”, define o cubano Eugenio Valdés Figueroa, diretor de arte e educação da Casa Daros. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".
FTC ganha selo de instituição socialmente responsável

A Rede de Ensino FTC foi contemplada com o Selo Instituição Socialmente Responsável, emitido pela Associação Brasileira de Mantenedores de Ensino Superior (ABMES). O selo é um reconhecimento ao compromisso da instituição com a Educação e a Sociedade, constatada pela participação na edição 2008 do Dia da Responsabilidade Social, realizada em 27 de setembro deste ano.
A certificação tem validade até outubro de 2009 e permite a utilização do selo em jornais, livros, revistas, folders, cartazes, camisas, sites, e-mails e peças para emissoras de TV. As ações do Dia da Responsabilidade Social foram realizadas simultaneamente em todas as unidades da rede, envolvendo alunos, professores e colaboradores.
A FTC Feira se destacou no evento, concentrado no bairro Santo Antônio dos Prazeres, cumprindo à risca o objetivo da iniciativa: materializar ações voluntárias de conscientização, serviços e atendimentos gratuitos oferecidos à população nas áreas de saúde, segurança, meio ambiente, engenharia, informática, administração e outras, além de apresentações culturais e recreativas.
Após sete horas ininterruptas de atividades, na praça principal do bairro, foram registrados milhares de atendimentos, com intervenções aparentemente simples, mas de grande relevância para uma comunidade carente. O Dia da Responsabilidade Social possibilitou aos alunos e professores ultrapassarem os limites da sala de aula e se aproximaram da realidade em que vivem as pessoas do bairro.
A certificação tem validade até outubro de 2009 e permite a utilização do selo em jornais, livros, revistas, folders, cartazes, camisas, sites, e-mails e peças para emissoras de TV. As ações do Dia da Responsabilidade Social foram realizadas simultaneamente em todas as unidades da rede, envolvendo alunos, professores e colaboradores.
A FTC Feira se destacou no evento, concentrado no bairro Santo Antônio dos Prazeres, cumprindo à risca o objetivo da iniciativa: materializar ações voluntárias de conscientização, serviços e atendimentos gratuitos oferecidos à população nas áreas de saúde, segurança, meio ambiente, engenharia, informática, administração e outras, além de apresentações culturais e recreativas.
Após sete horas ininterruptas de atividades, na praça principal do bairro, foram registrados milhares de atendimentos, com intervenções aparentemente simples, mas de grande relevância para uma comunidade carente. O Dia da Responsabilidade Social possibilitou aos alunos e professores ultrapassarem os limites da sala de aula e se aproximaram da realidade em que vivem as pessoas do bairro.
Fonte:
Blog da Feira/Socorro Pitombo, Assessoria de Comunicação.

Olimpíada já tem vencedores
Nenhum ser humano se movimenta se não tiver motivação e esperança. As palavras do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, representam o que alunos e professores vencedores da Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro vivenciaram durante todo o ano. Vindos das mais diversas localidades, situações e condições de vida, esses adultos, jovens e adolescentes puderam ver caminhos abertos por meio de algo presente em seu cotidiano: a língua portuguesa.Nesta segunda-feira, 1º, 15 alunos e 15 professores de quarta, quinta, sétima e oitava séries (quinto, sexto, oitavo e nono anos) do ensino fundamental e segundo e terceiro anos do ensino médio foram premiados na etapa final da olimpíada em Brasília. Os cinco ganhadores de cada categoria – poesia, memória e artigo de opinião – receberam medalhas de ouro, entregues pelo próprio presidente da República, além de computadores e impressoras. “O que vimos hoje é a maior demonstração de que, para o povo brasileiro, a única coisa necessária é uma pequena provocação, uma pequena oportunidade”, disse Lula. A exemplo do que já ocorre com a língua portuguesa e a matemática, o presidente incentivou a criação de uma olimpíada em cada área do saber.Para o ministro da Educação, Fernando Haddad, talento não escolhe lugar para nascer. “Não há relação entre renda, riqueza e talento. Uma atividade como a Olimpíada de Língua Portuguesa nos permite identificar esses talentos”, afirmou.Haddad ainda destacou que a olimpíada proporcionou uma mobilização intensa em torno da língua portuguesa. “Temos 15 vencedores, mas o Brasil todo ganhou com essa olimpíada, pela aproximação que esses alunos tiveram com a língua, pelo trato que tiveram com o texto escrito e com a leitura.”Final – Os 150 alunos finalistas, cada qual com seu professor, passaram por quatro etapas seletivas ao longo do ano. Eles concorreram com outros cerca de seis milhões de estudantes de todo o país. Todos os finalistas receberam medalhas de prata e aparelhos de som.
Nenhum ser humano se movimenta se não tiver motivação e esperança. As palavras do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, representam o que alunos e professores vencedores da Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro vivenciaram durante todo o ano. Vindos das mais diversas localidades, situações e condições de vida, esses adultos, jovens e adolescentes puderam ver caminhos abertos por meio de algo presente em seu cotidiano: a língua portuguesa.Nesta segunda-feira, 1º, 15 alunos e 15 professores de quarta, quinta, sétima e oitava séries (quinto, sexto, oitavo e nono anos) do ensino fundamental e segundo e terceiro anos do ensino médio foram premiados na etapa final da olimpíada em Brasília. Os cinco ganhadores de cada categoria – poesia, memória e artigo de opinião – receberam medalhas de ouro, entregues pelo próprio presidente da República, além de computadores e impressoras. “O que vimos hoje é a maior demonstração de que, para o povo brasileiro, a única coisa necessária é uma pequena provocação, uma pequena oportunidade”, disse Lula. A exemplo do que já ocorre com a língua portuguesa e a matemática, o presidente incentivou a criação de uma olimpíada em cada área do saber.Para o ministro da Educação, Fernando Haddad, talento não escolhe lugar para nascer. “Não há relação entre renda, riqueza e talento. Uma atividade como a Olimpíada de Língua Portuguesa nos permite identificar esses talentos”, afirmou.Haddad ainda destacou que a olimpíada proporcionou uma mobilização intensa em torno da língua portuguesa. “Temos 15 vencedores, mas o Brasil todo ganhou com essa olimpíada, pela aproximação que esses alunos tiveram com a língua, pelo trato que tiveram com o texto escrito e com a leitura.”Final – Os 150 alunos finalistas, cada qual com seu professor, passaram por quatro etapas seletivas ao longo do ano. Eles concorreram com outros cerca de seis milhões de estudantes de todo o país. Todos os finalistas receberam medalhas de prata e aparelhos de som.
Veja quem são os 15 vencedores deste ano. Letícia Tancredi
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Fonte:
Em lan house, uma hora de leitura vale uma hora de internet

A criança ou o jovem quer ficar uma hora na internet? Tudo bem. Basta ler um livro antes por uma hora, ali mesmo, na Bila - Biblioteca com lan house, que funciona na comunidade de Pirambu, bairro de Fortaleza (CE).
"A idéia é incentivar a leitura. Para usar o computador, não há taxa. A pessoa só precisa ler um livro pelo tempo correspondente ao que ela quer passar na frente do computador", afirma Mauro Oliveira, professor do Centro Federal de Educação Tecnológica do Ceará (Cefet-CE) e idealizador do projeto Pirambu Digital , que deu origem à Bila.
“E a pessoa não tem nem como fingir que fez a leitura, porque, ao final, ela precisa entregar um resumo do que leu para o monitor da biblioteca”, conta Oliveira. A iniciativa chamou a atenção fora do Ceará. A Bila foi um dos 15 projetos finalistas do Prêmio Vivaleitura 2008, iniciativa do Ministério da Educação, do Ministério da Educação e da Organização dos Estados Ibero-Americanos (OEI). A premiação ocorreu em São Paulo há duas semanas.
Segundo Oliveira, o Pirambu Digital é uma cooperativa formada em 2003 por ex-alunos do Cefet que moram na região. Hoje, eles trabalham com tecnologia de ponta e se preparam para expandir as suas atividades: em breve, terá início a Pirambu Wireless. "O interessante é que esses jovens se mantiveram no bairro, que virou um verdadeiro Vale do Silício em Fortaleza", empolga-se Oliveira.
"A idéia é incentivar a leitura. Para usar o computador, não há taxa. A pessoa só precisa ler um livro pelo tempo correspondente ao que ela quer passar na frente do computador", afirma Mauro Oliveira, professor do Centro Federal de Educação Tecnológica do Ceará (Cefet-CE) e idealizador do projeto Pirambu Digital , que deu origem à Bila.
“E a pessoa não tem nem como fingir que fez a leitura, porque, ao final, ela precisa entregar um resumo do que leu para o monitor da biblioteca”, conta Oliveira. A iniciativa chamou a atenção fora do Ceará. A Bila foi um dos 15 projetos finalistas do Prêmio Vivaleitura 2008, iniciativa do Ministério da Educação, do Ministério da Educação e da Organização dos Estados Ibero-Americanos (OEI). A premiação ocorreu em São Paulo há duas semanas.
Segundo Oliveira, o Pirambu Digital é uma cooperativa formada em 2003 por ex-alunos do Cefet que moram na região. Hoje, eles trabalham com tecnologia de ponta e se preparam para expandir as suas atividades: em breve, terá início a Pirambu Wireless. "O interessante é que esses jovens se mantiveram no bairro, que virou um verdadeiro Vale do Silício em Fortaleza", empolga-se Oliveira.
CNPq: projeto para alunos negros é um dos vencedores
Depois de participar de um cursinho pré-vestibular no Instituto Cultural Steve Biko que em 1999 recebeu o Prêmio Nacional de Direitos Humanos, do Ministério da Justiça Sheila Regina Pereira entrou na Universidade Federal da Bahia para o curso de estatística.
Sheila diz que na universidade percebeu que os jovens negros como ela estavam presentes em cursos de menor prestígio e status social. A partir daí, ela resolveu voltar ao instituto que a ajudou a ingressar no ensino superior para dar sua contribuição e ajudar a mudar essa realidade.
"No instituto eu aprendi que o seu crescimento pessoal só vem quando você ajuda os outros a crescerem também", explica.
Foi então que ela passou a fazer parte do projeto Oguntec, que acompanha 35 estudantes de escolas públicas a partir do momento em que eles entram no ensino médio até o vestibular.
A pesquisa apresentada por Sheila sobre o Oguntec foi à vencedora da categoria Graduado do 23º Prêmio Jovem Cientista, divulgada nesta quarta-feira pelo Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia (CNPq).
Como coordenadora pedagógica do projeto, Sheila conta que, além das disciplinas escolares cobradas no vestibular, os adolescentes de 16 a 21 anos têm aulas sobre consciência negra e educação científica a fim de despertar o interesse pela ciência e pelos cursos ligados à tecnologia, ciências da saúde.
"No ano passado, terminamos o ano com 25 estudantes, porque muitos foram obrigados a deixar o projeto ao longo do tempo. Mas todos os que permaneceram passaram em vestibulares em universidades particulares. O nosso objetivo agora é fazer com que eles entrem nas universidades públicas. Três deles conseguiram", conta.
Segundo ela, a maior dificuldade é suprir o déficit que os alunos trazem do ensino fundamental.
Sheila diz que na universidade percebeu que os jovens negros como ela estavam presentes em cursos de menor prestígio e status social. A partir daí, ela resolveu voltar ao instituto que a ajudou a ingressar no ensino superior para dar sua contribuição e ajudar a mudar essa realidade.
"No instituto eu aprendi que o seu crescimento pessoal só vem quando você ajuda os outros a crescerem também", explica.
Foi então que ela passou a fazer parte do projeto Oguntec, que acompanha 35 estudantes de escolas públicas a partir do momento em que eles entram no ensino médio até o vestibular.
A pesquisa apresentada por Sheila sobre o Oguntec foi à vencedora da categoria Graduado do 23º Prêmio Jovem Cientista, divulgada nesta quarta-feira pelo Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia (CNPq).
Como coordenadora pedagógica do projeto, Sheila conta que, além das disciplinas escolares cobradas no vestibular, os adolescentes de 16 a 21 anos têm aulas sobre consciência negra e educação científica a fim de despertar o interesse pela ciência e pelos cursos ligados à tecnologia, ciências da saúde.
"No ano passado, terminamos o ano com 25 estudantes, porque muitos foram obrigados a deixar o projeto ao longo do tempo. Mas todos os que permaneceram passaram em vestibulares em universidades particulares. O nosso objetivo agora é fazer com que eles entrem nas universidades públicas. Três deles conseguiram", conta.
Segundo ela, a maior dificuldade é suprir o déficit que os alunos trazem do ensino fundamental.
Vencedores do Jovem Cientista recebem prêmios em Brasília
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou nesta quinta-feira da entrega do 23º Prêmio Jovem Cientista que, este ano, teve como tema Educação para Reduzir as Desigualdades Sociais. Foram distribuídos prêmios em cinco níveis: graduado, estudante do Ensino Superior, estudante do Ensino Médio, mérito institucional e menção honrosa.
Os prêmios variam de R$ 7 mil a R$ 30 mil. Os primeiros colocados ganham ainda bolsa de estudo do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). As pesquisas vencedoras serão publicadas em um livro, distribuído para centros de pesquisa, universidades e instituições públicas e privadas.
Na cerimônia realizada no Palácio do Planalto, o ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, reafirmou que o investimento em pesquisa está entre as prioridades do governo Lula e citou, como exemplo, a implantação de 10 novas universidades e 89 extensões universitárias.
A primeira colocada na categoria graduado foi à estudante Sheila Regina dos Santos Pereira, da Universidade Federal da Bahia. Na categoria estudante de Ensino Superior, o primeiro prêmio ficou com Terezinha Cristina da Costa Rocha, da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais.
Já Júlia Soares Parreiras, do Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais, ficou com o primeiro prêmio na categoria estudante de Ensino Médio.
No próximo ano, o Prêmio Jovem Cientista terá como tema: “Energia e Meio Ambiente, Soluções para o Futuro”.
Os prêmios variam de R$ 7 mil a R$ 30 mil. Os primeiros colocados ganham ainda bolsa de estudo do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). As pesquisas vencedoras serão publicadas em um livro, distribuído para centros de pesquisa, universidades e instituições públicas e privadas.
Na cerimônia realizada no Palácio do Planalto, o ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, reafirmou que o investimento em pesquisa está entre as prioridades do governo Lula e citou, como exemplo, a implantação de 10 novas universidades e 89 extensões universitárias.
A primeira colocada na categoria graduado foi à estudante Sheila Regina dos Santos Pereira, da Universidade Federal da Bahia. Na categoria estudante de Ensino Superior, o primeiro prêmio ficou com Terezinha Cristina da Costa Rocha, da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais.
Já Júlia Soares Parreiras, do Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais, ficou com o primeiro prêmio na categoria estudante de Ensino Médio.
No próximo ano, o Prêmio Jovem Cientista terá como tema: “Energia e Meio Ambiente, Soluções para o Futuro”.
SP: secretaria implanta projeto de alfabetização
A partir desta semana, um novo projeto de recuperação de aprendizagem da Secretaria de Estado da Educação de São Paulo será implantado. Com o objetivo de alfabetizar estudantes de 1ª série do Ensino Fundamental, o reforço será aplicado em todo o Estado até o fim do ano letivo.
De acordo com a secretaria, a recuperação terá duração de cerca de 30 dias em todas as escolas estaduais que ainda abrigam estudantes não alfabetizados.
Os alunos, geralmente com sete anos de idade, passarão a ser atendidos pelos professores que já têm experiência com este tipo de ensino.
"Vamos concentrar esforços neste fim de ano para alfabetizar os alunos já na série inicial do Fundamental. É importante que a base da educação seja dada corretamente já aos sete anos", afirmou a secretária de Estado da Educação, Maria Helena Guimarães de Castro.
Segundo dados do último Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo (Saresp), realizado em 2007, o Estado tem apenas 12% dos alunos em 2ª série do Fundamental sem alfabetização, o que representa um dos melhores índices do Brasil.
De acordo com a secretaria, a recuperação terá duração de cerca de 30 dias em todas as escolas estaduais que ainda abrigam estudantes não alfabetizados.
Os alunos, geralmente com sete anos de idade, passarão a ser atendidos pelos professores que já têm experiência com este tipo de ensino.
"Vamos concentrar esforços neste fim de ano para alfabetizar os alunos já na série inicial do Fundamental. É importante que a base da educação seja dada corretamente já aos sete anos", afirmou a secretária de Estado da Educação, Maria Helena Guimarães de Castro.
Segundo dados do último Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo (Saresp), realizado em 2007, o Estado tem apenas 12% dos alunos em 2ª série do Fundamental sem alfabetização, o que representa um dos melhores índices do Brasil.
Programa prevê energia elétrica em escolas até 2010

Uma das metas para 2010 do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE) é que todas as escolas públicas do País tenham energia elétrica. O projeto elegeu 40 programas como prioritários para melhorar a qualidade educacional do Brasil.
No início deste ano, havia 21 mil escolas na zona rural sem energia elétrica. Atualmente, esse número reduziu quase a metade, mas 11 mil ainda funcionam sem luz.
A Escola Municipal Canto Escuro, em Barras, Piauí, é uma das unidades de ensino beneficiadas este ano. A energia elétrica vai permitir, por exemplo, a instalação de bebedouros com água gelada. Até então, os 60 alunos que a escola abriga bebiam água retirada de poços ou cacimbas, muitas vezes quente.
Outras 25 escolas públicas da zona rural do município aguardam o benefício. "Ainda vivemos aqui na idade da pedra lascada. Não podemos levar nenhuma novidade para a sala de aula, como um retroprojetor, coisa que ninguém usa mais na época do datashow", comenta a secretária municipal de educação, Maria Lourdes Morais.
Em algumas escolas sem luz elétrica, são utilizadas placas de energia solar, mas a produção, na maioria das vezes, é suficiente apenas para iluminar as salas para as aulas noturnas.
"Precisamos chegar a essa universalização de todas as escolas com energia elétrica para modernizar a rede de ensino. Os alunos precisam ter acesso à Internet de banda larga", afirmou Antônio Carlos Alves Carvalho, representante do Ministério da Educação no Programa Luz para Todos, realizado em parceria com o Ministério de Minas e Energia.
No início deste ano, havia 21 mil escolas na zona rural sem energia elétrica. Atualmente, esse número reduziu quase a metade, mas 11 mil ainda funcionam sem luz.
A Escola Municipal Canto Escuro, em Barras, Piauí, é uma das unidades de ensino beneficiadas este ano. A energia elétrica vai permitir, por exemplo, a instalação de bebedouros com água gelada. Até então, os 60 alunos que a escola abriga bebiam água retirada de poços ou cacimbas, muitas vezes quente.
Outras 25 escolas públicas da zona rural do município aguardam o benefício. "Ainda vivemos aqui na idade da pedra lascada. Não podemos levar nenhuma novidade para a sala de aula, como um retroprojetor, coisa que ninguém usa mais na época do datashow", comenta a secretária municipal de educação, Maria Lourdes Morais.
Em algumas escolas sem luz elétrica, são utilizadas placas de energia solar, mas a produção, na maioria das vezes, é suficiente apenas para iluminar as salas para as aulas noturnas.
"Precisamos chegar a essa universalização de todas as escolas com energia elétrica para modernizar a rede de ensino. Os alunos precisam ter acesso à Internet de banda larga", afirmou Antônio Carlos Alves Carvalho, representante do Ministério da Educação no Programa Luz para Todos, realizado em parceria com o Ministério de Minas e Energia.
domingo, 30 de novembro de 2008
Feira e sua Academia de Educação
Já está funcionando em Feira de Santana a Academia de Educação. A entidade tem por objetivo, segundo seus organizadores, “o estudo e pesquisa, definição e interpretação dos fatos, fenômenos e problemas da educação e ensino na sua acepção geral”.
A Academia de Educação é presidida pela professora Anaci Bispo Paim, ex-reitora da Universidade Estadual de Feira de Santana, tendo como vice Geraldo Leite, também ex-reitor da Uefs. A entidade nasce com a seguinte composição de titulares e respectivos patronos:
José Onofre Gurjão (patrono: Anísio Teixeira); Yara Maria Cunha Pires (Alice de Oliveira Costa); Maria Cristina de Oliveira Menezes (Áureo Filho); Geraldo Leite (Dival Pitombo); Edivaldo Boaventura (Edith Machado Boaventura); Raimundo Gama (Edith Mendes da Gama e Abreu); José Raimundo Pereira de Azevedo (Gastão Guimarães); Anaci Bispo Paim (Georgina Erisman); Célia Christina Carvalho (Helena Suzart); Fernando Pinto de Queiroz (Isaías Almeida); Josué da Silva Mello (Mons. Renato Galvão).
A academia foi implantada oficialmente no último dia 27 de março, em concorrida solenidade no teatro da Câmara de Dirigentes Lojistas, que contou com a participação, entre outros, do vice-reitor da Uefs, Washington Moura, e do arcebispo Dom Itamar Vian.
A Academia de Educação é presidida pela professora Anaci Bispo Paim, ex-reitora da Universidade Estadual de Feira de Santana, tendo como vice Geraldo Leite, também ex-reitor da Uefs. A entidade nasce com a seguinte composição de titulares e respectivos patronos:
José Onofre Gurjão (patrono: Anísio Teixeira); Yara Maria Cunha Pires (Alice de Oliveira Costa); Maria Cristina de Oliveira Menezes (Áureo Filho); Geraldo Leite (Dival Pitombo); Edivaldo Boaventura (Edith Machado Boaventura); Raimundo Gama (Edith Mendes da Gama e Abreu); José Raimundo Pereira de Azevedo (Gastão Guimarães); Anaci Bispo Paim (Georgina Erisman); Célia Christina Carvalho (Helena Suzart); Fernando Pinto de Queiroz (Isaías Almeida); Josué da Silva Mello (Mons. Renato Galvão).
A academia foi implantada oficialmente no último dia 27 de março, em concorrida solenidade no teatro da Câmara de Dirigentes Lojistas, que contou com a participação, entre outros, do vice-reitor da Uefs, Washington Moura, e do arcebispo Dom Itamar Vian.
UNEF oferece curso de extensão Marketing Pessoal e Carreira Profissional dia 13
O curso de extensão Marketing Pessoal e Carreira Profissional, oferecido pela Unidade de Ensino Superior de Feira Santana (UNEF), acontece no dia 13 de dezembro, das 08 ao meio-dia e das 14 às 18 horas. O curso será ministrado pelo professor da Unef Nivaldo Junior e tem o valor de R$20,00. O objetivo do curso é despertar a mudança de comportamento pessoal e profissional, ampliando seus conhecimentos a respeito da imagem como um fator essencial para enfrentar o mundo do trabalho, colaborando para a melhoria da qualidade dos serviços prestados, desenvolvendo o diferencial para o mercado competitivo de Feira de Santana. Entendendo que a imagem pessoal e profissional é composta por aparência, visibilidade e conteúdo. O público alvo são os profissionais de todos os segmentos, empresários, estudantes de graduação, políticos, professores e outros profissionais que desejem ampliar os conhecimentos em Marketing e Carreira Profissional.
UNEF abre vagas de Estágios para Escola de Idéias

Estudantes de Design Gráfico do CETEB apresentam dia 19 o Projeto de Conclusão do Curso
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A estudante Laís Freitas, 21 anos, está elaborando o Projeto da Micareta 2009, diz está anciosa para sua apresentação e garante que quem assistir o trabalho de sua equipe terá muitas surpresas. Perguntada sobre o mercado de trabalho para o design na cidade ela diz que está prometedor, a mesma já é estagiária na área de design de móveis, e garante que o CETEB tem otimos profissionais.
Juca Kfouri diz que o blog exige mais dele que as grandes mídias

Juca Kfouri diz que seu blog exige mais dele que as grandes mídias, diz comparando as mídiasque será abordada no Seminário de Jornalismo Esportivo, dia 12/12, em São Paulo, o evento contará com outros jornalistas renomados, como Cleber Machado, Silvio Luiz e Paulo Vinícius Coelho.
Com mais de 40 milhões de acessos, o blog do jornalista Juca Kfouri, é um dos blogs esportivos, mais lidos do Brasil. Em mais de 35 anos de carreira, Juca acredita que, dependendo da audiência, o blog exige mais dedicação do jornalista, porque os leitores acompanham o trabalho intensamente.“Se eu deixo de atualizar por um dia, porque tenho de fazer muitas coisas, as pessoas cobram, me perguntam se aconteceu alguma coisa, se estou doente”, completa o jornalista.
Experiência com diferentes meios de comunicação não falta na vida de Juca, que atua na ESPN, rádio CBN e em seu blog. O conteúdo jornalístico é o mesmo, o que muda é o meio. "Eu apuro, entrevisto, opino em todos os meios. Se eu colocar uma entrevista no blog, não muda em nada, o que muda é o meio, mas é o mesmo jornalismo, o mesmo conteúdo", detalha. No caso do blog, a credibilidade não é do meio, mas do jornalista. Não sendo porque um jornalista escreve que o blog deverá ter credibilidade. Juca se identifica mais com o jornal impresso, pela profundidade, mas o rádio tem um significado especial em sua vida. "O rádio me dá mais prazer. Arrependo-me de não ter começado no rádio antes", diz.
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
Alunos experimentam ostras em merenda em SC

Testes alimentares são feitos com 800 crianças da rede pública.Medida deve ajudar produtores locais e combater obesidade infantil.
Escolas municipais de Florianópolis começaram a testar, na quarta-feira, a proposta de oferecer ostras na merenda. O molusco, no entanto, só poderá fazer parte do cardápio das escolas se 85% dos alunos aprovarem, de acordo com determinação prevista em uma lei. O teste alimentar é uma experiência inédita no Brasil e começou com os alunos da escola Luiz Cândido. Na quinta-feira e nesta sexta-feira, escolas dos bairros Itacorubi, Coqueiros, Canto da Lagoa e Ribeirão da Ilha experimentam a novidade. Mais de 800 alunos participam dos testes. De acordo com o secretário municipal de Educação, Joaquim Pinto da Luz, há cerca de 20 anos, as ostras eram uma raridade em Florianópolis. Nas últimas décadas, no entanto, pesquisas realizadas pela Universidade Federal de Santa Catarina e o incremento do cultivo de ostras de cativeiro transformaram a cidade no maior pólo produtor do molusco do país.
Combate à obesidade infantil
A experiência nas escolas é resultado de uma parceria entre o Instituto de Geração de Oportunidades de Florianópolis e a Secretaria Municipal de Educação. Segundo o presidente do instituto, Edson Lemos, a iniciativa ajudará os maricultores locais a escoar a produção. ‘’Essa proposta abre um novo mercado para os produtores locais e vai ajudar no combate à obesidade infantil, já que a ostra é um alimento de baixa caloria’’, afirma. Se a aceitação for boa por parte dos estudantes, a ostra deverá entrar na alimentação escolar já no próximo ano. A intenção é adquirir dos produtores locais cerca de 700 quilos do molusco por mês (sem casca), o que representará na cadeia produtiva a comercialização de quase sete toneladas de ostras por ano.
Escolas municipais de Florianópolis começaram a testar, na quarta-feira, a proposta de oferecer ostras na merenda. O molusco, no entanto, só poderá fazer parte do cardápio das escolas se 85% dos alunos aprovarem, de acordo com determinação prevista em uma lei. O teste alimentar é uma experiência inédita no Brasil e começou com os alunos da escola Luiz Cândido. Na quinta-feira e nesta sexta-feira, escolas dos bairros Itacorubi, Coqueiros, Canto da Lagoa e Ribeirão da Ilha experimentam a novidade. Mais de 800 alunos participam dos testes. De acordo com o secretário municipal de Educação, Joaquim Pinto da Luz, há cerca de 20 anos, as ostras eram uma raridade em Florianópolis. Nas últimas décadas, no entanto, pesquisas realizadas pela Universidade Federal de Santa Catarina e o incremento do cultivo de ostras de cativeiro transformaram a cidade no maior pólo produtor do molusco do país.
Combate à obesidade infantil
A experiência nas escolas é resultado de uma parceria entre o Instituto de Geração de Oportunidades de Florianópolis e a Secretaria Municipal de Educação. Segundo o presidente do instituto, Edson Lemos, a iniciativa ajudará os maricultores locais a escoar a produção. ‘’Essa proposta abre um novo mercado para os produtores locais e vai ajudar no combate à obesidade infantil, já que a ostra é um alimento de baixa caloria’’, afirma. Se a aceitação for boa por parte dos estudantes, a ostra deverá entrar na alimentação escolar já no próximo ano. A intenção é adquirir dos produtores locais cerca de 700 quilos do molusco por mês (sem casca), o que representará na cadeia produtiva a comercialização de quase sete toneladas de ostras por ano.
Merenda do interior de Pernambuco terá escondidinho de tilápia

Cinco municípios usarão peixes para aumentar o consumo do alimento.Ainda estão previstos arrumadinho de peixe e baião de dois com pescado.
Arrumadinho de peixe, escondidinho de tilápia e baião de dois com peixe (baião de três). Os pratos típicos da culinária nordestina trocaram a carne pelo pescado e estarão presentes no cardápio de algumas escolas públicas do interior de Pernambuco em 2009. A informação é da assessoria de imprensa do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). O novo “menu” faz parte da segunda etapa do Programa de Inclusão do Pescado na Alimentação Escolar. Cinco municípios terão a novidade. Na primeira fase do programa, durante este ano, o Centro Colaborador em Alimentação e Nutrição do Escolar da Universidade Federal de Pernambuco (Cecane/UFPE) promoveu a capacitação em 21 municípios do interior de Pernambuco.
Os treinamentos foram voltados para pescadores, merendeiras, nutricionistas, conselheiros de alimentação escolar e gestores públicos. “A intenção é oferecer aos alunos um produto de alto teor protéico”, afirmou José Claudenor Vermohlen, subsecretário de Planejamento da Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca. “Os pescadores aprenderam a manipular o pescado e as merendeiras gostaram de trabalhar com o peixe logo de início, apesar das reclamações sobre o cheiro”, brinca Sônia Lucena, coordenadora do Cecane. A idéia é ampliar o projeto para mais 20 municípios do litoral pernambucano. O programa é uma parceria entre o FNDE e a Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca (Seap).
Arrumadinho de peixe, escondidinho de tilápia e baião de dois com peixe (baião de três). Os pratos típicos da culinária nordestina trocaram a carne pelo pescado e estarão presentes no cardápio de algumas escolas públicas do interior de Pernambuco em 2009. A informação é da assessoria de imprensa do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). O novo “menu” faz parte da segunda etapa do Programa de Inclusão do Pescado na Alimentação Escolar. Cinco municípios terão a novidade. Na primeira fase do programa, durante este ano, o Centro Colaborador em Alimentação e Nutrição do Escolar da Universidade Federal de Pernambuco (Cecane/UFPE) promoveu a capacitação em 21 municípios do interior de Pernambuco.
Os treinamentos foram voltados para pescadores, merendeiras, nutricionistas, conselheiros de alimentação escolar e gestores públicos. “A intenção é oferecer aos alunos um produto de alto teor protéico”, afirmou José Claudenor Vermohlen, subsecretário de Planejamento da Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca. “Os pescadores aprenderam a manipular o pescado e as merendeiras gostaram de trabalhar com o peixe logo de início, apesar das reclamações sobre o cheiro”, brinca Sônia Lucena, coordenadora do Cecane. A idéia é ampliar o projeto para mais 20 municípios do litoral pernambucano. O programa é uma parceria entre o FNDE e a Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca (Seap).
ProUni oferece mais de 95 mil bolsas integrais

Este ano, o Programa Universidade para Todos (ProUni) oferece 95.694 bolsas de estudos integrais para estudantes de baixa renda e outras 60.722 com 50% do valor da mensalidade custeado. Somente nos quatro primeiros dias, 185 mil candidatos se inscreveram.
Os estudantes interessados em participar do Programa Universidade para Todos (ProUni) poderão se inscrever, até o dia 12 de dezembro, no site do Ministério da Educação (Mec) - www.mec.gov.br.
De acordo com informações do Mec, para concorrer às bolsas, o estudante deve ter feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2008 e obtido média de no mínimo 45 pontos entre as notas da prova objetiva e de redação.
No momento da inscrição, o candidato precisa ter os números do Enem de 2008 e do CPF. É necessário também atender a outros critérios. Entre eles, ter cursado todo o Ensino Médio em escola pública ou, na condição de bolsista integral, em escola particular.
Para concorrer, o aluno deverá comprovar renda familiar, por pessoa, de até um salário mínimo e meio (R$ 622,15). Para as bolsas parciais, a renda familiar por pessoa deve ser de até três salários mínimos (R$ 1.245).
Redação Terra.
Os estudantes interessados em participar do Programa Universidade para Todos (ProUni) poderão se inscrever, até o dia 12 de dezembro, no site do Ministério da Educação (Mec) - www.mec.gov.br.
De acordo com informações do Mec, para concorrer às bolsas, o estudante deve ter feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2008 e obtido média de no mínimo 45 pontos entre as notas da prova objetiva e de redação.
No momento da inscrição, o candidato precisa ter os números do Enem de 2008 e do CPF. É necessário também atender a outros critérios. Entre eles, ter cursado todo o Ensino Médio em escola pública ou, na condição de bolsista integral, em escola particular.
Para concorrer, o aluno deverá comprovar renda familiar, por pessoa, de até um salário mínimo e meio (R$ 622,15). Para as bolsas parciais, a renda familiar por pessoa deve ser de até três salários mínimos (R$ 1.245).
Redação Terra.
EDUCA+AÇÃO é o projeto piloto que deu certo

A Fundação Bradesco lançou o Projeto EDUCA+AÇÃO no final de 2006 (com previsão de investimento de R$1.5 milhões até o fim deste ano). O Projeto tem o objetivo de contribuir para a elevação da qualidade da educação das crianças brasileiras.
A iniciativa visa dividir o conhecimento acumulado na Fundação Bradesco com escolas públicas municipais de regiões de baixo IDH (Índice de Desenvolvimento Humano). Para o desenvolvimento desse projeto-piloto, foram selecionados oito municípios do Vale do Ribeira, uma das regiões mais pobres do Estado de São Paulo. A unidade escolar da Fundação Bradesco em Registro tem servido como pólo de apoio e orientação ao projeto, supervisionando o trabalho que tem duração prevista para o final de 2008 e beneficia hoje 14 escolas, 48 professores e cerca de 1000 alunos de escolas municipais.
Com a missão de implantar a mesma metodologia de ensino aplicada nas unidades da Fundação Bradesco, essas escolas receberam kits pedagógicos, com livros didáticos, biblioteca de classe com 40 títulos, CDs de músicas infantis, videoteca e material pedagógico de apoio. Os primeiros resultados são animadores e mostram uma evidente melhoria no nível de aprendizagem dos alunos.
O projeto Educa+Ação conta com apoio da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e da União dos Dirigentes Municipais de Educação do Estado de São Paulo. Ao final de sua experiência – piloto, será estendido também a outras regiões do País, tomando como base a rede de agências do Bradesco e as unidades da Fundação Bradesco.
A iniciativa visa dividir o conhecimento acumulado na Fundação Bradesco com escolas públicas municipais de regiões de baixo IDH (Índice de Desenvolvimento Humano). Para o desenvolvimento desse projeto-piloto, foram selecionados oito municípios do Vale do Ribeira, uma das regiões mais pobres do Estado de São Paulo. A unidade escolar da Fundação Bradesco em Registro tem servido como pólo de apoio e orientação ao projeto, supervisionando o trabalho que tem duração prevista para o final de 2008 e beneficia hoje 14 escolas, 48 professores e cerca de 1000 alunos de escolas municipais.
Com a missão de implantar a mesma metodologia de ensino aplicada nas unidades da Fundação Bradesco, essas escolas receberam kits pedagógicos, com livros didáticos, biblioteca de classe com 40 títulos, CDs de músicas infantis, videoteca e material pedagógico de apoio. Os primeiros resultados são animadores e mostram uma evidente melhoria no nível de aprendizagem dos alunos.
O projeto Educa+Ação conta com apoio da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e da União dos Dirigentes Municipais de Educação do Estado de São Paulo. Ao final de sua experiência – piloto, será estendido também a outras regiões do País, tomando como base a rede de agências do Bradesco e as unidades da Fundação Bradesco.
Fat é homenageada em São Paulo

Pelo segundo ano consecutivo, o Curso de Ciências Contábeis da Faculdade Anísio Teixeira foi classificado entre os melhores do país. Destaque concedido pelo GUIA DO ESTUDANTE, que homenageia as melhores instituições de ensino superior que se notabilizam pela qualidade dos trabalhos realizados anualmente.
A cerimônia de premiação foi realizada no dia 10 de novembro, no Teatro Abril, em São Paulo. O evento contou com a participação de Reitores, Diretores, Pró-Reitores e Coordenadores de diversas instituições de ensino superior.
A FAT foi representada pelo Prof. Dr. José Maria Dias Filho, coordenador do Curso de Ciências Contábeis e Diretor Acadêmico dessa Instituição.
Para o Prof. José Maria, a premiação do Curso de Ciências Contábeis é resultado de um trabalho que se realiza como muita seriedade e dedicação, inspirado nos princípios que fundamentam a existência da própria FAT. Em sua avaliação, tudo isso reflete o compromisso que a Faculdade assumiu, desde a sua origem, de formar profissionais competentes na área de negócios e bem preparados para promover o desenvolvimento de Feira e região.
Para o Professor Antônio Walter, Diretor Geral da FAT, a inserção desta Faculdade na lista das melhores instituições de ensino, pelo segundo ano consecutivo, é motivo de orgulho para o Grupo Anísio Teixeira e para toda a comunidade de Feira de Santana.
A cerimônia de premiação foi realizada no dia 10 de novembro, no Teatro Abril, em São Paulo. O evento contou com a participação de Reitores, Diretores, Pró-Reitores e Coordenadores de diversas instituições de ensino superior.
A FAT foi representada pelo Prof. Dr. José Maria Dias Filho, coordenador do Curso de Ciências Contábeis e Diretor Acadêmico dessa Instituição.
Para o Prof. José Maria, a premiação do Curso de Ciências Contábeis é resultado de um trabalho que se realiza como muita seriedade e dedicação, inspirado nos princípios que fundamentam a existência da própria FAT. Em sua avaliação, tudo isso reflete o compromisso que a Faculdade assumiu, desde a sua origem, de formar profissionais competentes na área de negócios e bem preparados para promover o desenvolvimento de Feira e região.
Para o Professor Antônio Walter, Diretor Geral da FAT, a inserção desta Faculdade na lista das melhores instituições de ensino, pelo segundo ano consecutivo, é motivo de orgulho para o Grupo Anísio Teixeira e para toda a comunidade de Feira de Santana.
quinta-feira, 27 de novembro de 2008

REPORTAGEM ESPECIAL!
Educação a distância ganha força no país
No Dia Nacional da Educação a Distância, o Ministério da Educação celebra o fortalecimento da modalidade como oferta de qualidade de educação superior. Passados pouco mais de dez anos desde o início do primeiro curso de graduação, oferecido pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), essa forma de ensino evoluiu em vários aspectos. Segundo especialistas, ela se apresenta cada vez mais consolidada no Brasil e vence resistências.
O sistema de educação a distância brasileiro é formado por 109 instituições, das quais 49 particulares e 11 comunitárias e confessionais, além de 49 públicas — universidades e centros federais de educação profissional e tecnológica (Cefets). Nelas estudam 760.599 alunos. Dados do Censo da Educação Superior de 2006 revelam que, de 2003 a 2006, os cursos de graduação cresceram 571%. “A expansão do sistema está acelerada e grande parte dos cursos é realmente muito boa, mas estamos trabalhando num amplo processo de supervisão para que a qualidade seja mantida”, explica o secretário de Educação a Distância, Carlos Eduardo Bielschowsky. Na semana passada, o MEC divulgou a desativação de 1.337 pólos em todo o país.
Em 2007, após discussão com a comunidade, o MEC publicou uma série de referenciais de qualidade para regular o setor. Segundo o professor José Manuel Moran, da Universidade de São Paulo (USP), a educação a distância passou por vários estágios até chegar à atual fase de consolidação. “Primeiro, surgiu o desafio de fazer um curso de graduação. A tecnologia era muito nova. Em seguida, veio a construção de referenciais de qualidade e, agora, a modalidade se tornou de fato uma política pública que está se consolidando com a UAB”, disse, em alusão à Universidade Aberta do Brasil.
Na era da tecnologia, os cursos a distância permitem ao estudante se formar sem sair da cidade onde vive. É o caso de Maria do Socorro Soares Alves Sena, 34 anos, de Carinhanha (BA). A 900 quilômetros de Salvador, a cidade não contava com cursos públicos de graduação até o ano passado. Com o sonho de fazer uma faculdade e impossibilitada de se mudar da cidade, Maria do Socorro é hoje aluna de pedagogia da Universidade de Brasília, que compõe o sistema UAB. “Tenho magistério e sou professora há sete anos, mas o curso já me ajuda a superar as dificuldades que encontro no trabalho”, conta.
Expansão — A UAB surgiu para expandir e interiorizar a oferta de cursos superiores por meio da educação a distância. Uma de suas tarefas é contribuir também para a formação de professores da rede pública, com graduação e especialização. O programa, iniciado em 2006, dispõe hoje de 562 pólos espalhados por todo o país, os quais oferecem mais de 67 mil vagas em cursos de educação superior. Nos pólos, os alunos encontram a infra-estrutura necessária para as atividades presenciais, como laboratórios de informática, biblioteca e tutores. Ao todo, 74 instituições de educação superior integram o sistema.
A professora Magda Adriana Kirsch, 31, também decidiu fazer especialização a distância. Moradora de São Leopoldo (RS), formada em pedagogia, ela é aluna do curso de gestão da escola, oferecido pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos). “Pretendo me candidatar ao cargo de diretora nas próximas eleições”, afirma. Com o curso a distância, ela consegue conciliar o tempo que dedica ao trabalho na escola e a formação continuada.
O professor Oreste Presti, da UFMT, chama a atenção para o bom rendimento dos alunos dos cursos a distância e lembra o resultado do Exame de Desempenho dos Estudantes (Enade) de 2007, em que os alunos desses cursos se saíram melhor em sete das 13 áreas avaliadas pelo Instituto Nacional de Estatutos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
Aluno de contabilidade da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG), Lúcio Vilete considera que o curso a distância foi ótima oportunidade para voltar aos estudos. “É puxado, tem muita leitura e formamos até grupo de estudos para discutir o material”, conta.
O sistema de educação a distância oferece uma variedade de cursos. Os mais procurados são os de administração, pedagogia, ciências contábeis, serviço social, biologia, matemática, história, geografia, ciências sociais, física, filosofia, letras e normal superior.
Mais informações na página eletrônica da Secretaria de Educação a Distância (Seed). Nela também é possível conferir quais instituições, cursos e pólos estão autorizados a funcionar em todo país.
Texto: Renata Chamarelli
No Dia Nacional da Educação a Distância, o Ministério da Educação celebra o fortalecimento da modalidade como oferta de qualidade de educação superior. Passados pouco mais de dez anos desde o início do primeiro curso de graduação, oferecido pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), essa forma de ensino evoluiu em vários aspectos. Segundo especialistas, ela se apresenta cada vez mais consolidada no Brasil e vence resistências.
O sistema de educação a distância brasileiro é formado por 109 instituições, das quais 49 particulares e 11 comunitárias e confessionais, além de 49 públicas — universidades e centros federais de educação profissional e tecnológica (Cefets). Nelas estudam 760.599 alunos. Dados do Censo da Educação Superior de 2006 revelam que, de 2003 a 2006, os cursos de graduação cresceram 571%. “A expansão do sistema está acelerada e grande parte dos cursos é realmente muito boa, mas estamos trabalhando num amplo processo de supervisão para que a qualidade seja mantida”, explica o secretário de Educação a Distância, Carlos Eduardo Bielschowsky. Na semana passada, o MEC divulgou a desativação de 1.337 pólos em todo o país.
Em 2007, após discussão com a comunidade, o MEC publicou uma série de referenciais de qualidade para regular o setor. Segundo o professor José Manuel Moran, da Universidade de São Paulo (USP), a educação a distância passou por vários estágios até chegar à atual fase de consolidação. “Primeiro, surgiu o desafio de fazer um curso de graduação. A tecnologia era muito nova. Em seguida, veio a construção de referenciais de qualidade e, agora, a modalidade se tornou de fato uma política pública que está se consolidando com a UAB”, disse, em alusão à Universidade Aberta do Brasil.
Na era da tecnologia, os cursos a distância permitem ao estudante se formar sem sair da cidade onde vive. É o caso de Maria do Socorro Soares Alves Sena, 34 anos, de Carinhanha (BA). A 900 quilômetros de Salvador, a cidade não contava com cursos públicos de graduação até o ano passado. Com o sonho de fazer uma faculdade e impossibilitada de se mudar da cidade, Maria do Socorro é hoje aluna de pedagogia da Universidade de Brasília, que compõe o sistema UAB. “Tenho magistério e sou professora há sete anos, mas o curso já me ajuda a superar as dificuldades que encontro no trabalho”, conta.
Expansão — A UAB surgiu para expandir e interiorizar a oferta de cursos superiores por meio da educação a distância. Uma de suas tarefas é contribuir também para a formação de professores da rede pública, com graduação e especialização. O programa, iniciado em 2006, dispõe hoje de 562 pólos espalhados por todo o país, os quais oferecem mais de 67 mil vagas em cursos de educação superior. Nos pólos, os alunos encontram a infra-estrutura necessária para as atividades presenciais, como laboratórios de informática, biblioteca e tutores. Ao todo, 74 instituições de educação superior integram o sistema.
A professora Magda Adriana Kirsch, 31, também decidiu fazer especialização a distância. Moradora de São Leopoldo (RS), formada em pedagogia, ela é aluna do curso de gestão da escola, oferecido pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos). “Pretendo me candidatar ao cargo de diretora nas próximas eleições”, afirma. Com o curso a distância, ela consegue conciliar o tempo que dedica ao trabalho na escola e a formação continuada.
O professor Oreste Presti, da UFMT, chama a atenção para o bom rendimento dos alunos dos cursos a distância e lembra o resultado do Exame de Desempenho dos Estudantes (Enade) de 2007, em que os alunos desses cursos se saíram melhor em sete das 13 áreas avaliadas pelo Instituto Nacional de Estatutos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
Aluno de contabilidade da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG), Lúcio Vilete considera que o curso a distância foi ótima oportunidade para voltar aos estudos. “É puxado, tem muita leitura e formamos até grupo de estudos para discutir o material”, conta.
O sistema de educação a distância oferece uma variedade de cursos. Os mais procurados são os de administração, pedagogia, ciências contábeis, serviço social, biologia, matemática, história, geografia, ciências sociais, física, filosofia, letras e normal superior.
Mais informações na página eletrônica da Secretaria de Educação a Distância (Seed). Nela também é possível conferir quais instituições, cursos e pólos estão autorizados a funcionar em todo país.
Texto: Renata Chamarelli
Confira a entrevista em áudio do secretário de Educação a Distância do MEC, Carlos Eduardo Bielschowsky.
Republicada com alteração de informações
Republicada com alteração de informações
quarta-feira, 26 de novembro de 2008

A Conferência Nacional de Educação – CONAE é um espaço democrático aberto pelo Poder Público para que todos possam participar do desenvolvimento da Educação Nacional. Está sendo organizada para tematizar a educação escolar, da Educação Infantil à Pós Graduação, e realizada, em diferentes territórios e espaços institucionais, nas escolas, municípios, Distrito Federal, estados e país. Estudantes, Pais, Profissionais da Educação, Gestores, Agentes Públicos e sociedade civil organizada de modo geral, terão em suas mãos, a partir de janeiro de 2009, a oportunidade de conferir os rumos da educação brasileira.
O Tema da CONAE, definido por sua Comissão Organizadora Nacional, será: Construindo um Sistema Nacional Articulado de Educação: Plano Nacional de Educação, suas Diretrizes e Estratégias de Ação.
A CONAE acontecerá em Brasília, de 23 a 27 de abril de 2010, será precedida de Conferências Municipais, previstas para o primeiro semestre de 2009 e de Conferências Estaduais e do Distrito Federal programadas para o segundo semestre do mesmo ano. A Portaria Ministerial nº 10/2008 constituiu comissão de 35 membros, a quem atribuiu as tarefas de coordenar, promover e monitorar o desenvolvimento da CONAE em todas as etapas. Na mesma portaria foi designado o Secretário Executivo Adjunto, Francisco das Chagas, para coordenar a Comissão Organizadora Nacional.
A Comissão Organizadora Nacional é integrada por representantes das secretarias do Ministério da Educação, da Câmara e do Senado, do Conselho Nacional de Educação, das entidades dos dirigentes estaduais, municipais e federais da educação e de todas as entidades que atuam direta ou indiretamente na área da educação.
O Tema da CONAE, definido por sua Comissão Organizadora Nacional, será: Construindo um Sistema Nacional Articulado de Educação: Plano Nacional de Educação, suas Diretrizes e Estratégias de Ação.
A CONAE acontecerá em Brasília, de 23 a 27 de abril de 2010, será precedida de Conferências Municipais, previstas para o primeiro semestre de 2009 e de Conferências Estaduais e do Distrito Federal programadas para o segundo semestre do mesmo ano. A Portaria Ministerial nº 10/2008 constituiu comissão de 35 membros, a quem atribuiu as tarefas de coordenar, promover e monitorar o desenvolvimento da CONAE em todas as etapas. Na mesma portaria foi designado o Secretário Executivo Adjunto, Francisco das Chagas, para coordenar a Comissão Organizadora Nacional.
A Comissão Organizadora Nacional é integrada por representantes das secretarias do Ministério da Educação, da Câmara e do Senado, do Conselho Nacional de Educação, das entidades dos dirigentes estaduais, municipais e federais da educação e de todas as entidades que atuam direta ou indiretamente na área da educação.
Para maiores informações acesse: http://www.mec.gov.br/
"Educação não é mercadoria", diz especialista.
O Cadastro de Informações dos Estudantes Brasileiros (Cineb), também chamado de "SPC das Escolas", é uma lista de inadimplentes criada pela Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino (Confenen) e pela Check Check. O site já esta funcionando e poderá ser acessado por escolas de todo o país. Quem tem filho matriculado em escola particular ou é universitário e, por algum período, ficou devendo à instituição poderá entrar para a lista de devedores.
O estabelecimento de ensino pode negar o ingresso caso consulte o histórico do aluno interessado em se matricular e veja que já houve algum problema de pagamento, como a emissão de um cheque sem fundo.
A professora de psicologia social e educacional da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Ana Bock acredita que estas atitudes reduzam a escola à simples transmissoras de conhecimento quando, na verdade, elas têm um papel fundamental na formação do ser humano social. "Infelizmente cada vez mais as escolas se assemelham às empresas. A educação não deve ser pensada como uma mercadoria, pois não existe um produto a se comprar. Os maiores prejudicados sem duvida nenhuma são os alunos, pois fazem parte desta sociedade. Este é um retrocesso muito grande no processo educacional", diz a professora.
Segundo Ana Bock, as crianças e adolescentes não têm responsabilidades sobre o não pagamento das mensalidades. A escola deve ter a habilidade de fazer as cobranças sem afetar os estudantes.
"Cobrar o processo educacional é justo e necessário. O que transforma o processo em mercadoria é colocar o interesse financeiro acima do interesse em transmitir conhecimento e formar cidadãos", afirma a professora.
Ainda de acordo com Ana Bock a escola não pode permitir uma iniciativa que resulte em humilhação e em situações de vergonha para o aluno, não pode fazer parte de um projeto de violência social. A instituição deve buscar meios de cobrança adequados à sua função social.
O estabelecimento de ensino pode negar o ingresso caso consulte o histórico do aluno interessado em se matricular e veja que já houve algum problema de pagamento, como a emissão de um cheque sem fundo.
A professora de psicologia social e educacional da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Ana Bock acredita que estas atitudes reduzam a escola à simples transmissoras de conhecimento quando, na verdade, elas têm um papel fundamental na formação do ser humano social. "Infelizmente cada vez mais as escolas se assemelham às empresas. A educação não deve ser pensada como uma mercadoria, pois não existe um produto a se comprar. Os maiores prejudicados sem duvida nenhuma são os alunos, pois fazem parte desta sociedade. Este é um retrocesso muito grande no processo educacional", diz a professora.
Segundo Ana Bock, as crianças e adolescentes não têm responsabilidades sobre o não pagamento das mensalidades. A escola deve ter a habilidade de fazer as cobranças sem afetar os estudantes.
"Cobrar o processo educacional é justo e necessário. O que transforma o processo em mercadoria é colocar o interesse financeiro acima do interesse em transmitir conhecimento e formar cidadãos", afirma a professora.
Ainda de acordo com Ana Bock a escola não pode permitir uma iniciativa que resulte em humilhação e em situações de vergonha para o aluno, não pode fazer parte de um projeto de violência social. A instituição deve buscar meios de cobrança adequados à sua função social.
Conferência vai discutir modelo da educação indígena

O Brasil tem quase 200 mil estudantes indígenas na educação básica, que freqüentam 2,5 mil escolas em todo o país, de acordo com o Ministério da Educação (MEC). No entanto, o modelo de ensino aplicado nas aldeias não atende às especificidades dos conhecimentos tradicionais e esbarra na falta de estrutura das escolas e na divisão de competência entre as três esferas de governo. Para tratar essas questões, o MEC organiza para setembro de 2009 uma conferência nacional.
Além de integrantes dos 225 povos do País, que têm vagas garantidas, o ministério quer reunir representantes de governos e de organizações da sociedade, cerca de 600 pessoas. Os encontros preparatórios começam em dezembro deste ano, com pais, alunos, professores e liderança indígenas, nas próprias escolas.
De acordo com o coordenador de Educação Indígena da Secretaria de Educação e Diversidade (Secad) do MEC, Gersem Baniwa, a conferência abordará principalmente a construção de um modelo educacional que contemple as tradições e o calendário indígena. "Não se trata de criar leis ou modelos administrativos, mas atender aos princípios de interculturalidadde que já estão previstos em lei."
Para Baniwa, as escolas indígenas devem seguir um projeto pedagógico próprio, que integre a vida das comunidades, valores e conhecimentos tradicionais aos conhecimentos científicos. "A educação indígena não pode ser organizada por séries, disciplinas, carga horária e ano letivo. Esse modelo não diz respeito à realidade indígena", afirmou ao lembrar os feriados nacionais em contraposição ao calendários de festas, rituais e pescarias.
O projeto pedagógico de uma escola indígena, destacou o coordenador, também deve privilegiar professores com conhecimentos específicos das etnias, como a língua, e que estejam preparados para lidar com toda a diversidade das comunidades, especificamente na educação. "Isso é uma coisa, séria e urgente. Os concursos públicos não atendem essa demanda", acrescentou.
Os encontros preparatórios para a 1º Conferência Nacional de Educação Indígena começam em dezembro, com a mobilização das escolas. Depois haverá 18 encontros regionais, com representantes de governos e da sociedade, em geral. O primeiro reunirá cerca de 25 povos da região do Rio Negro, na cidade de São Gabriel da Cachoeira (AM).
Além de integrantes dos 225 povos do País, que têm vagas garantidas, o ministério quer reunir representantes de governos e de organizações da sociedade, cerca de 600 pessoas. Os encontros preparatórios começam em dezembro deste ano, com pais, alunos, professores e liderança indígenas, nas próprias escolas.
De acordo com o coordenador de Educação Indígena da Secretaria de Educação e Diversidade (Secad) do MEC, Gersem Baniwa, a conferência abordará principalmente a construção de um modelo educacional que contemple as tradições e o calendário indígena. "Não se trata de criar leis ou modelos administrativos, mas atender aos princípios de interculturalidadde que já estão previstos em lei."
Para Baniwa, as escolas indígenas devem seguir um projeto pedagógico próprio, que integre a vida das comunidades, valores e conhecimentos tradicionais aos conhecimentos científicos. "A educação indígena não pode ser organizada por séries, disciplinas, carga horária e ano letivo. Esse modelo não diz respeito à realidade indígena", afirmou ao lembrar os feriados nacionais em contraposição ao calendários de festas, rituais e pescarias.
O projeto pedagógico de uma escola indígena, destacou o coordenador, também deve privilegiar professores com conhecimentos específicos das etnias, como a língua, e que estejam preparados para lidar com toda a diversidade das comunidades, especificamente na educação. "Isso é uma coisa, séria e urgente. Os concursos públicos não atendem essa demanda", acrescentou.
Os encontros preparatórios para a 1º Conferência Nacional de Educação Indígena começam em dezembro, com a mobilização das escolas. Depois haverá 18 encontros regionais, com representantes de governos e da sociedade, em geral. O primeiro reunirá cerca de 25 povos da região do Rio Negro, na cidade de São Gabriel da Cachoeira (AM).
Lula defende educação sexual sem 'hipocrisia religiosa'

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta noite que a educação sexual deve ser tratada sem "hipocrisia religiosa" no País e defendeu a abordagem do tema nas escolas públicas. Ele participou da abertura do 3º Congresso Mundial de Enfrentamento da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, no RioCentro, na zona oeste da capital fluminense.
Segundo o presidente, os jovens precisam ser educados sexualmente com a metodologia correta para não aprenderem "de forma animalesca nas ruas". "É preciso convencer os Estados de que não existe nenhuma lógica de não ter educação sexual nas escolas a partir dos 10 anos de idade", destacou.
Lula disse ainda que a exploração sexual de crianças e adolescentes não é um tema ligado apenas às camadas mais pobres. O presidente criticou a exibição de cenas sensuais na televisão em horários inadequados e cobrou das emissoras mais programas educativos. "Quantos programas culturais nós temos nas televisões?", questionou.
O presidente estava acompanhado da primeira-dama, Marisa Letícia. Também participaram da abertura do Congresso a rainha da Suécia, Sílvia Sommerlath, o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, entre outras autoridades.
O evento acontece até o dia 28 e vai contar com delegações de 114 países. Cerca de 3 mil pessoas devem passar pelo RioCentro, sendo 300 adolescentes. As edições anteriores ocorreram na Suécia e no Japão. O Congresso é promovido pelo governo brasileiro e em parceria com entidades como o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).
Segundo o presidente, os jovens precisam ser educados sexualmente com a metodologia correta para não aprenderem "de forma animalesca nas ruas". "É preciso convencer os Estados de que não existe nenhuma lógica de não ter educação sexual nas escolas a partir dos 10 anos de idade", destacou.
Lula disse ainda que a exploração sexual de crianças e adolescentes não é um tema ligado apenas às camadas mais pobres. O presidente criticou a exibição de cenas sensuais na televisão em horários inadequados e cobrou das emissoras mais programas educativos. "Quantos programas culturais nós temos nas televisões?", questionou.
O presidente estava acompanhado da primeira-dama, Marisa Letícia. Também participaram da abertura do Congresso a rainha da Suécia, Sílvia Sommerlath, o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, entre outras autoridades.
O evento acontece até o dia 28 e vai contar com delegações de 114 países. Cerca de 3 mil pessoas devem passar pelo RioCentro, sendo 300 adolescentes. As edições anteriores ocorreram na Suécia e no Japão. O Congresso é promovido pelo governo brasileiro e em parceria com entidades como o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).
Texto:Ernani Alves
terça-feira, 25 de novembro de 2008
Escolas abrem nas férias para alimentar alunos

Escolas com os portões abertos e cheias de crianças, durante todo o período de férias escolares. Uma cena difícil de imaginar, mas que está virando realidade em 16 escolas municipais de ensino fundamental em Serra, município da região metropolitana de Vitória, Espírito Santo. Elas fazem parte do Programa Especial de Alimentação Escolar nas Férias, uma iniciativa da prefeitura para garantir alimentação adequada para mais de 3,5 mil crianças carentes.
O Secreário Municipal de Educação, Gelson Junquilho, explica que o objetivo é diminuir a carência nutricional de crianças e jovens das comunidades mais carentes do município. A iniciativa também faz parte de uma rede de proteção social que visa a afastar crianças e adolescentes da criminalidade. "Com essa refeição, as crianças acabam passando o dia perto da escola, brincando e se divertindo. Isso as mantêm afastadas de traficantes e criminosos", afirma o secretário.
Durante o período de férias escolares, serão servidas mais de setenta mil refeições, nas seguintes unidades: EEF Profª. Amélia Loureiro Barroso e EEF Leonel Brizola, em Jacaraípe; EEF Manoel Carlos de Miranda (José de Anchieta), EEF Prof. Darcy Ribeiro e EEF Leonor Miguel Feu Rosa, em Nova Almeida; EEF São Marcos (São Marcos), EEF Cascata (Cascata), EEF Aldary Nunes (Serra-sede), EEF Irmã Dulce (Parque Residencial Tubarão), EEF Ismênio de Almeida Vidigal (Planalto Serrano), EEF Antônio Vieira de Rezende (Central Carapina), EEF João Paulo II (Bairro Boa Vista), EEF Divinópolis (Divinópolis), EEF Padre Gabriel (Jardim Carapina), EEF Herbert de Souza (Colina da Serra) e o CEI Meninos com Jesus (São Marcos II). As refeições serão servidas das 11h às 12h.
O Secreário Municipal de Educação, Gelson Junquilho, explica que o objetivo é diminuir a carência nutricional de crianças e jovens das comunidades mais carentes do município. A iniciativa também faz parte de uma rede de proteção social que visa a afastar crianças e adolescentes da criminalidade. "Com essa refeição, as crianças acabam passando o dia perto da escola, brincando e se divertindo. Isso as mantêm afastadas de traficantes e criminosos", afirma o secretário.
Durante o período de férias escolares, serão servidas mais de setenta mil refeições, nas seguintes unidades: EEF Profª. Amélia Loureiro Barroso e EEF Leonel Brizola, em Jacaraípe; EEF Manoel Carlos de Miranda (José de Anchieta), EEF Prof. Darcy Ribeiro e EEF Leonor Miguel Feu Rosa, em Nova Almeida; EEF São Marcos (São Marcos), EEF Cascata (Cascata), EEF Aldary Nunes (Serra-sede), EEF Irmã Dulce (Parque Residencial Tubarão), EEF Ismênio de Almeida Vidigal (Planalto Serrano), EEF Antônio Vieira de Rezende (Central Carapina), EEF João Paulo II (Bairro Boa Vista), EEF Divinópolis (Divinópolis), EEF Padre Gabriel (Jardim Carapina), EEF Herbert de Souza (Colina da Serra) e o CEI Meninos com Jesus (São Marcos II). As refeições serão servidas das 11h às 12h.
Aprovada limitação de meia-entrada para estudantes e idosos
A Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) aprovou, por unanimidade, o projeto da senadora Marisa Serrano (PSDB-MS), que assegura a meia-entrada, para estudantes e pessoas com mais de 60 anos, em salas de cinema, espetáculos de teatro e circo, museus, parques e eventos educativos, esportivos e de lazer.
Os parlamentares também mantiveram a proposta da relatora que limita a venda de ingressos pela metade do preço a 40% do total de ingressos oferecidos ao público.
Proposto pelos senadores Eduardo Azeredo (PSDB-MG) e Flávio Arns (PT-PR), o projeto também autoriza a criação do Conselho Nacional de Fiscalização, Controle e Regulamentação da Meia-Entrada e da Identificação Estudantil. O órgão, a ser criado pelo Executivo, terá a responsabilidade de definir os critérios para padronização e distribuição da identidade estudantil, entre outras atribuições.
Aprovado em decisão terminativa na CE, a matéria segue para a apreciação da Câmara dos Deputados caso não seja apresentado recurso para sua votação pelo Plenário do Senado.
"Não é preciso ter cotas. Consideramos isso nocivo, porque não haverá mecanismos de fiscalização para quando uma venda de ingressos atingir a cota", disse a presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE), Lúcia Stumpf.
Empresários e artistas, no entanto, se mostraram favoráveis às cotas para venda de ingressos em espetáculos. A reunião desta terça-feira contou com a presença de vários representantes que pressionaram a aprovação do projeto, em tramitação no Senado há três anos.Alguns parlamentares passaram pela comissão apenas para cumprimentar Wagner Moura e Christiane Torloni. Além de estabelecer cotas, a norma cria um conselho de fiscalização e determina que apenas a Casa da Moeda emita as carteirinhas com permissão para a meia-entrada.
Os parlamentares também mantiveram a proposta da relatora que limita a venda de ingressos pela metade do preço a 40% do total de ingressos oferecidos ao público.
Proposto pelos senadores Eduardo Azeredo (PSDB-MG) e Flávio Arns (PT-PR), o projeto também autoriza a criação do Conselho Nacional de Fiscalização, Controle e Regulamentação da Meia-Entrada e da Identificação Estudantil. O órgão, a ser criado pelo Executivo, terá a responsabilidade de definir os critérios para padronização e distribuição da identidade estudantil, entre outras atribuições.
Aprovado em decisão terminativa na CE, a matéria segue para a apreciação da Câmara dos Deputados caso não seja apresentado recurso para sua votação pelo Plenário do Senado.
"Não é preciso ter cotas. Consideramos isso nocivo, porque não haverá mecanismos de fiscalização para quando uma venda de ingressos atingir a cota", disse a presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE), Lúcia Stumpf.
Empresários e artistas, no entanto, se mostraram favoráveis às cotas para venda de ingressos em espetáculos. A reunião desta terça-feira contou com a presença de vários representantes que pressionaram a aprovação do projeto, em tramitação no Senado há três anos.Alguns parlamentares passaram pela comissão apenas para cumprimentar Wagner Moura e Christiane Torloni. Além de estabelecer cotas, a norma cria um conselho de fiscalização e determina que apenas a Casa da Moeda emita as carteirinhas com permissão para a meia-entrada.
Unesco alerta para o atraso na garantia da educação

A Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco) lançou um alerta nesta terça-feira sobre o grande atraso dos governos no objetivo de fazer com que toda a população mundial tenha acesso à educação em 2015 e afirmou que milhões de crianças estão "condenadas a viver na pobreza".
A Unesco advertiu que o problema consiste em que os governos não fizeram o suficiente no combate às desigualdades na educação, apesar de terem prometido em 2000 que as terão superado em 2015.
No documento, divulgado em Paris e apresentado simultaneamente em Genebra e Santiago do Chile, se destaca que o acesso à educação ainda depende de "inaceitáveis desigualdades" fundadas na renda, no sexo, na etnia ou no local de residência.
Por isto, em 2006 (último ano do qual se têm dados) havia 75 milhões de crianças - 55% meninas - sem escolarização e 776 milhões de adultos - dois terços mulheres - analfabetos.
Esta é a principal conclusão do Relatório de Monitoramento Global de Educação para Todos 2009.
No estudo é dito que os especialistas da Unesco consideram que, caso a tendência atual seja mantida, haverá em 2015 pelo menos 30 milhões de crianças sem escolarização e 700 milhões de adultos analfabetos.
A Unesco afirma que a "indiferença política", os Governos e o "fracasso dos doadores" são parcialmente culpados por isto.
Do lado dos progressos alcançados, o relatório destaca o aumento do índice de escolarização nos países em desenvolvimento, que passou na África Subsaariana de 54% em 1999 para 70% em 2006, e no sudeste e oeste da Ásia de 75% para 86%.
Na América Latina o relatório constata que a maior parte dos países já conseguiu universalizar o ensino primário, enquanto acontece uma expansão do ensino pré-escolar, secundário e superior.
A Unesco destaca o "exemplo encorajador" dos programas impulsionados no Equador, no Brasil e no México "de transferência de renda" às famílias mais pobres.
A estratégia para enfrentar o desafio mundial educacional é, segundo os autores do relatório, atuar o mais rápido possível e destinar a ajuda externa voltada à educação para os grupos mais vulneráveis e desfavorecidos.
A Unesco advertiu que o problema consiste em que os governos não fizeram o suficiente no combate às desigualdades na educação, apesar de terem prometido em 2000 que as terão superado em 2015.
No documento, divulgado em Paris e apresentado simultaneamente em Genebra e Santiago do Chile, se destaca que o acesso à educação ainda depende de "inaceitáveis desigualdades" fundadas na renda, no sexo, na etnia ou no local de residência.
Por isto, em 2006 (último ano do qual se têm dados) havia 75 milhões de crianças - 55% meninas - sem escolarização e 776 milhões de adultos - dois terços mulheres - analfabetos.
Esta é a principal conclusão do Relatório de Monitoramento Global de Educação para Todos 2009.
No estudo é dito que os especialistas da Unesco consideram que, caso a tendência atual seja mantida, haverá em 2015 pelo menos 30 milhões de crianças sem escolarização e 700 milhões de adultos analfabetos.
A Unesco afirma que a "indiferença política", os Governos e o "fracasso dos doadores" são parcialmente culpados por isto.
Do lado dos progressos alcançados, o relatório destaca o aumento do índice de escolarização nos países em desenvolvimento, que passou na África Subsaariana de 54% em 1999 para 70% em 2006, e no sudeste e oeste da Ásia de 75% para 86%.
Na América Latina o relatório constata que a maior parte dos países já conseguiu universalizar o ensino primário, enquanto acontece uma expansão do ensino pré-escolar, secundário e superior.
A Unesco destaca o "exemplo encorajador" dos programas impulsionados no Equador, no Brasil e no México "de transferência de renda" às famílias mais pobres.
A estratégia para enfrentar o desafio mundial educacional é, segundo os autores do relatório, atuar o mais rápido possível e destinar a ajuda externa voltada à educação para os grupos mais vulneráveis e desfavorecidos.

Dica de Português
Por Thaís Nicoleti
"... apenas o laudo do IML, daqui um mês, poderá confirmar se houve abuso sexual."
O período que se lê acima é o subtítulo de uma reportagem sobre o assassinato de uma menina de nove anos de idade no Estado do Paraná. Observa-se na construção "daqui um mês" um defeito de sintaxe.A preposição "de", contraída com o advérbio aqui ("daqui"), indica o ponto de partida de algo. Para garantir a coesão da estrutura sintática, é preciso fazer a preposição "a", que indica o ponto de chegada, anteceder o sintagma "um mês": "daqui a um mês".Convém não confundir essa construção com aquela que exprime tempo decorrido ("há um mês"), na qual se emprega a forma do verbo "haver". O tempo passado é indicado pelo verbo "haver"; o tempo futuro é indicado pela preposição "a", que exprime distância. Também é bom que se diga que a preposição "desde" ("a começar de") faz correlação com a preposição "até" (limite). Assim: "desde os funcionários mais humildes até os diretores da empresa".Já a preposição "entre" coordena dois elementos, que se ligam necessariamente pela conjunção "e". Assim: "entre 40 e 60 livros" (e não "entre 40 a 60 livros").Abaixo, a correção do fragmento em epígrafe:
"... apenas o laudo do IML, daqui a um mês, poderá confirmar se houve abuso sexual."
Fique atento a dica.....

MEC abre inscrições para o PROUNI
Estudantes de todo Brasil já podem se inscrever para o Prouni (Programa Universidade paraTodos), que visa beneficiar aqueles que obtiveram nota igual ou superior a 45% no ENEM (Exame nacional do ensino médio) com bolsas de estudos parciais, ou integrais em faculdades particulares de sua escolha. Para tanto, é necessário acessar o site do MEC através do endereço http://www.mec.gov.br/ e realizar sua inscrição.
Para garantir o direito a bolsa, além de ter nota mínima de 45% no ENEM, é necessário ter estudade em escola pública durante todo ensino médio, ou com bolsa integral de estudos, caso tenha sido em escola particular, e possuir renda familiar de um salário mínimo por pessoa.
Para maiores informações acesse: http://www.mec.gov.br/.
Texto: Roi Fernandes
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
Um trabalho educacional diferenciado

O Colégio Helyos realiza um trabalho educacional diferenciado cujo êxito é atribuído principalmente ao comprometimento do aluno e ao apoio da sua família, que, com efetiva participação no processo ensino-aprendizagem contribui, e muito, para o alcance dos objetivos em que estão envolvidos o Colégio e o Aluno. Diante do exposto, convidamos você - nosso futuro aluno - e seus familiares para que conheçam a nossa proposta educacional e, também, o ambiente onde seu sonho de cursar as melhores univesidades do país será realizado. Nosso programa de bolsas - parcial ou até integral - possibilita o acesso de alunos carentes ao Colégio Helyos, oriundos das redes particular e pública desde que sejam preenchidas as seguintes condições: 1. Bom desempenho escolar.2. Compromisso com as normas de comportamento e convivência 3. Limitação financeira, devidamente comprovada, do responsável legal
Site O Globo oferece teste vocacional grátis
O site O Globo disponibiliza um Teste Vocacional Online, de interesse profissional elaborado pelo Curso GPI sob a coordenação das professoras Maria Cristina Rosa da Silva, Marta Maria Linhares Amadeu e Christiane Silva. Nele você encontra três blocos contendo afirmativas ligadas a suas possíveis expectativas. Marque quantas quiser em cada bloco sempre levando em consideração suas afinidades e objetivos pessoais. Algumas dessas afirmativas são preponderantes em relação aos diversos grupos de carreiras e vão receber um conceito diferenciado.
Ao final do teste, o sistema desenvolvido pelo Colégio 24 Horas vai apresentar, a partir das afirmativas selecionadas, um relatório indicando quais as possíveis áreas de seu interesse, associando suas preferências a quatro grandes grupos de carreiras.Portanto, escolha de forma espontânea as afirmativas que desejar, confira o resultado ao final do teste e aproveite para descobrir algumas características que tenham identificação com seus interesses profissionais.
Faça o teste quantas vezes quiser! Clique no link a seguir:
MEC tranquiliza alunos que ainda não conseguiram acessar a nota do Enem 2008
Diante das muitas reclamações recebidas de leitores do site do Globo sobre a dificuldade de se consultar a nota do ENEM(Exame Nacional do Ensino Médio) pela internet ou através do serviço telefônico "Fala Brasil", a assessoria do MEC pediu calma aos participantes. Segundo o órgão, quem ainda não conseguiu acessar à nota deverá receber o bolhetim de desempenho em casa nos próximos dias.
A assessoria do MEC esclareceu que os candidados dispõem de três formas de consulta: através do endereço eletrônico do exame; da central de informação do MEC (0800-616161); ou do bolhetim de desempenho, enviado pelos Correios. No entanto, o candidato que não informou o número do CPF no momento da inscrição pode ter problemas ao tentar acessar a nota pela internet. Por isso, o site fornece mais outras duas opções de consulta: através número de inscrição; ou do nome completo, data de nascimento e estado de origem.
De acordo com o MEC, muitos candidatos estão apreensivos devido ao Programa Universidade para Todos (ProUni), em cuja inscrição os candidatos devem informar a nota no Enem. No entanto, o órgão reforça que a ocupação das bolsas do programa não segue a ordem de chegada, e sim o critério de rendimento dos alunos do Enem. O MEC garante que até o fim do prazo de inscrição do ProUni - no dia 12 de dezembro - todos os participantes do exame já terão recebido o bolhetim de desempenho em casa.
A assessoria do MEC esclareceu que os candidados dispõem de três formas de consulta: através do endereço eletrônico do exame; da central de informação do MEC (0800-616161); ou do bolhetim de desempenho, enviado pelos Correios. No entanto, o candidato que não informou o número do CPF no momento da inscrição pode ter problemas ao tentar acessar a nota pela internet. Por isso, o site fornece mais outras duas opções de consulta: através número de inscrição; ou do nome completo, data de nascimento e estado de origem.
De acordo com o MEC, muitos candidatos estão apreensivos devido ao Programa Universidade para Todos (ProUni), em cuja inscrição os candidatos devem informar a nota no Enem. No entanto, o órgão reforça que a ocupação das bolsas do programa não segue a ordem de chegada, e sim o critério de rendimento dos alunos do Enem. O MEC garante que até o fim do prazo de inscrição do ProUni - no dia 12 de dezembro - todos os participantes do exame já terão recebido o bolhetim de desempenho em casa.
O trágico sistema de cotas

Desde que se instaurou o debate sobre a adoção de cotas raciais para o ingresso nas universidades públicas brasileiras, este jornal se tem manifestado inequivocamente contrário à iniciativa - e não vê motivos para mudar de opinião pelo fato de a Câmara dos Deputados ter acrescentado ao projeto que estabelece nas faculdades federais uma reserva de vagas para negros e indígenas, oriundos da escola pública, uma subcota para estudantes com renda familiar per capita de 1,5 salário mínimo, qualquer que seja a sua autodeclarada etnia. O trecho incluído na proposta que já havia sido aprovada no Senado, para onde voltará em razão disso, foi claramente um esforço de mitigar o que de outro modo seria um malefício absoluto. Ciente de que não conseguiria impedir o pior - ainda mais numa votação marcada, com deslavado oportunismo, para coincidir com o Dia da Consciência Negra -, a oposição aceitou contribuir para a consumação do inevitável se a maioria concordasse com a emenda apresentada pelo deputado tucano e ex-ministro da Educação Paulo Renato Souza, implantando a chamada cota social.
Fechado o acordo, passou em votação simbólica a destinação de pelo menos 50% das vagas nas universidades federais a candidatos que tenham feito os três anos do ensino médio em escolas públicas; destas 25% serão preenchidas por critérios raciais (conforme a proporção dos que, em cada Estado, se tenham declarado negros ou indígenas no censo mais recente do IBGE) e 25% por critérios de renda familiar (o que não impede que um candidato se beneficie tanto de uma coisa como de outra). O mesmo princípio valerá para as escolas técnicas - nesse caso, o aluno deverá ter cursado o ensino fundamental na rede pública. Na pressa de aprovar o projeto na quinta-feira, para fazer boa figura perante o movimento negro, os deputados deixaram passar um artigo que deixa dúvidas sobre a necessidade de os cotistas prestarem vestibular; bastaria “a média aritmética das notas ou menções obtidas no ensino médio”. O item decerto cairá no Senado. Evidencia, de todo modo, a sofreguidão da Câmara em se curvar ao politicamente correto.
Quando se dá a um estudante a garantia de ascensão por ele pertencer a uma “raça”, aumenta-se o desnível. Quando se lhe dá um estímulo para avançar por ele pertencer à maioria indiferenciada, em desvantagem em relação aos que podem pagar para aprender, está-se aplainando o terreno social. Essa a distinção irredutível entre a solução falsa e fácil das cotas e os programas de ação afirmativa. É o caso do sistema de pontuação acrescida pelo qual os vestibulandos da USP vindos do ensino médio público ganham um bônus de 3% nas suas notas. A compensação é um incentivo ao esforço individual. Premia o mérito e não separa os universitários pela cor da pele ou origem étnica.
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
CETEB realiza I FÓRUM DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL dias 26 e 27 de novembro

Nos dia 26 e 27 de novembro será realizado no CETEB -Centro de Educação Tecnologica do Estado da Bahia o I FÓRUM DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL, com o tema: Aprendendo a Empreender.
Será demonstrado projetos experimentais, exposições de idéias criativas, invenções, oficinas, palestras, stands, cultura e muito mais. Interessados poderão participar acompanhando e marcando presença neste evento.
Escotismo ajuda na educação de crianças e jovens
O Movimento Escoteiro foi fundado por Baden-Powel, em 1907, em um acampamento experimental na ilha de Brownsea, na Inglaterra. O objetivo do movimento era educar os jovens e estimular o bom caráter por meio de ações que agregassem valores à vida dos envolvidos na forma de trabalho voluntário às comunidades. Hoje, mais de 100 anos depois, o escotismo está presente em 150 países e é considerado a maior congregação de jovens do mundo com 25 milhões de participantes.
"A missão do escotismo é contribuir para a educação dos jovens por meio de um sistema de valores que ajudam a construir um mundo melhor, no qual as pessoas se realizem como indivíduos e desempenhem um papel construtivo na sociedade", explica a presidente do 1º Grupo de Escoteiros São Paulo, Inês Pacheco. "Isto faz com que, cada vez mais, os pais percebam no movimento um aliado na formação de seus filhos", complementa.
Os escoteiros realizam diversos trabalhos nas comunidades em que estão inseridos, bem como cooperam com ONG's, amigos, vizinhos, associações locais, grandes empresas e outras organizações.
"O propósito destas atividades é contribuir para que os jovens assumam o desenvolvimento do seu próprio caráter, das suas potencialidades físicas, intelectuais, sociais, afetivas e espirituais como cidadãos responsáveis e úteis no meio em que vivem", acrescenta Inês.
"Os escoteiros trabalham em cima de valores, a equipe está sempre em primeiro lugar. Os jovens e também as crianças refletem esses ensinamentos na escola e no relacionamento com os colegas", comenta a presidente. O lema dos escoteiros no Brasil é "Escotismo, criando um mundo melhor". Estima-se que existam aproximadamente 100 mil escoteiros no País, dos quais 30% estão no Estado de São Paulo.
Responsabilidade e cooperação"Para quem não conhece o movimento, ele pode ser visto apenas como um passatempo. No entanto, os jovens aprendem, entre outros valores, cidadania, disciplina, respeito à natureza e religião", finaliza Inês.
De acordo com Mariana Paula Resnik mãe de dois escoteiros, Geovana, 15 anos e Moreno, 12 anos, o grupo auxilia no desenvolvimento da socialização. Os escoteiros também trabalham muito o respeito ao próximo.
"Com a participação no grupo, os jovens desenvolvem competências importantes. Percebo que minha filha ficou mais independente na escola e o interesse por atividades como esportes ao ar livre aumentaram. As atividades em grupo também foram favorecidas", diz Mariana.
"Nos tempos de hoje é bom resgatar valores importantes para o desenvolvimento do ser humano e o escotismo trabalha muito alguns valores importantes para a nossa sociedade. O respeito ao próximo e também o respeito à natureza", complementa.
A psicóloga e psicopedagoga Maria Rita Freitas Silva recomenda a participação nesses grupos. "Os jovens e também as crianças lidam melhor com os limites; nos escoteiros eles apreender a dividir tarefas e fortalecem as relações de ajuda, muito importantes para a vida escolar. O grupo de escoteiros favorece muito as crianças com dificuldades de relacionamento, pois nele as crianças apreendem a trabalhar em grupo", diz a psicóloga.
Segundo a psicóloga, não é difícil vermos crianças que têm grandes dificuldades de relacionamento, esse é um reflexo da falta de limites, disciplina e regras, valores esses que norteiam o grupos de escoteiros.
Maria Rita acrescenta que é nesta época da vida que desenvolvemos os relacionamentos interpessoais, a liderança e a socialização. Nos dias de hoje, muitas vezes por falta de tempo, os pais transferem a educação dos filhos para a escola, no entanto sabemos que as escolas não devem e nem estão preparadas para assumir está responsabilidade sozinhas.
O movimento de escoteiros, portanto, contribui para a educação e para a formação do caráter trabalhando valores importantes para o crescimento pessoal da criança e dos jovens. Nos dias de hoje, em que os pais passam cada vez menos tempo com seus filhos, são muito importantes ações que colaborem com essa formação. No entanto, esses valores também devem ser reforçados em casa para que no futuro estes jovens se tornem adultos com valores e virtudes.
"A missão do escotismo é contribuir para a educação dos jovens por meio de um sistema de valores que ajudam a construir um mundo melhor, no qual as pessoas se realizem como indivíduos e desempenhem um papel construtivo na sociedade", explica a presidente do 1º Grupo de Escoteiros São Paulo, Inês Pacheco. "Isto faz com que, cada vez mais, os pais percebam no movimento um aliado na formação de seus filhos", complementa.
Os escoteiros realizam diversos trabalhos nas comunidades em que estão inseridos, bem como cooperam com ONG's, amigos, vizinhos, associações locais, grandes empresas e outras organizações.
"O propósito destas atividades é contribuir para que os jovens assumam o desenvolvimento do seu próprio caráter, das suas potencialidades físicas, intelectuais, sociais, afetivas e espirituais como cidadãos responsáveis e úteis no meio em que vivem", acrescenta Inês.
"Os escoteiros trabalham em cima de valores, a equipe está sempre em primeiro lugar. Os jovens e também as crianças refletem esses ensinamentos na escola e no relacionamento com os colegas", comenta a presidente. O lema dos escoteiros no Brasil é "Escotismo, criando um mundo melhor". Estima-se que existam aproximadamente 100 mil escoteiros no País, dos quais 30% estão no Estado de São Paulo.
Responsabilidade e cooperação"Para quem não conhece o movimento, ele pode ser visto apenas como um passatempo. No entanto, os jovens aprendem, entre outros valores, cidadania, disciplina, respeito à natureza e religião", finaliza Inês.
De acordo com Mariana Paula Resnik mãe de dois escoteiros, Geovana, 15 anos e Moreno, 12 anos, o grupo auxilia no desenvolvimento da socialização. Os escoteiros também trabalham muito o respeito ao próximo.
"Com a participação no grupo, os jovens desenvolvem competências importantes. Percebo que minha filha ficou mais independente na escola e o interesse por atividades como esportes ao ar livre aumentaram. As atividades em grupo também foram favorecidas", diz Mariana.
"Nos tempos de hoje é bom resgatar valores importantes para o desenvolvimento do ser humano e o escotismo trabalha muito alguns valores importantes para a nossa sociedade. O respeito ao próximo e também o respeito à natureza", complementa.
A psicóloga e psicopedagoga Maria Rita Freitas Silva recomenda a participação nesses grupos. "Os jovens e também as crianças lidam melhor com os limites; nos escoteiros eles apreender a dividir tarefas e fortalecem as relações de ajuda, muito importantes para a vida escolar. O grupo de escoteiros favorece muito as crianças com dificuldades de relacionamento, pois nele as crianças apreendem a trabalhar em grupo", diz a psicóloga.
Segundo a psicóloga, não é difícil vermos crianças que têm grandes dificuldades de relacionamento, esse é um reflexo da falta de limites, disciplina e regras, valores esses que norteiam o grupos de escoteiros.
Maria Rita acrescenta que é nesta época da vida que desenvolvemos os relacionamentos interpessoais, a liderança e a socialização. Nos dias de hoje, muitas vezes por falta de tempo, os pais transferem a educação dos filhos para a escola, no entanto sabemos que as escolas não devem e nem estão preparadas para assumir está responsabilidade sozinhas.
O movimento de escoteiros, portanto, contribui para a educação e para a formação do caráter trabalhando valores importantes para o crescimento pessoal da criança e dos jovens. Nos dias de hoje, em que os pais passam cada vez menos tempo com seus filhos, são muito importantes ações que colaborem com essa formação. No entanto, esses valores também devem ser reforçados em casa para que no futuro estes jovens se tornem adultos com valores e virtudes.
Encontro Internacional Arte e Educação inicia amanhã
O Centro Cultural Banco do Brasil realiza, a partir de amanhã, o Encontro Internacional de Arte/Educação como Mediação Cultural. O evento é patrocinado pela Petrobrás e tem como objetivo discutir, analisar, categorizar e ampliar as práticas da Arte/Educação como Mediação e ainda difundir as inúmeras possibilidades de integração com a comunidade através da Arte.
Segundo a coordenadora do encontro Ana Mae Barbosa, a transformação do Ensino da Arte ocorrida nos anos 90 no Brasil partiu das experiências de arte educação em um museu, o Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo e desde então os museus vêm se empenhando em oferecer serviços educativos que levem a pensar e que não se restrinjam a meras visitas guiadas.
"Não temos ainda cursos universitários que preparem educadores de museus e centros culturais. Os próprios educadores vêm se reunindo em redes de discussão e aprimoramento. Este encontro potencializará as conquistas que têm sido feitas na área de Educação em Museus. É uma oportunidade promover o diálogo entre educadores de todo o país e com especialistas do exterior", afirma a arte educadora.
Segundo Ana Mae, esse diálogo muito contribuirá para o desenvolvimento dos estudos e da prática dos educadores de museus, já que estes são laboratórios para o ensino da Arte e pode construir uma maior articulação com as comunidades e escolas.
O encontro tem a finalidade de discutir e alertar para dados recentes do IBG que são assustadores, 92% dos brasileiros nunca foram a um museu e 93,4% dos brasileiros jamais freqüentaram uma exposição de arte. O encontro é gratuito e aberto ao público em geral.
EncontroA abertura do encontro será feito com uma mesa redonda. A partir do segundo dia palestras e mesas redondas temáticas, seguidas de grupos de discussão com todos os participantes sobre os temas geradores que são de importância na Nova Política Social para o Brasil, eixo Cultura 2007/2010.
Os debates com temas geradores baseados nas experiências em educação em museus, nos problemas levantados no Seminário Internacional de Mediação Cultural e Social CCBB¿SP 2004 e nas deliberações da Política Cultural do MINC substituirão as tradicionais Comunicações.
Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail seminariodearteeducacao@sapotieventos.com.br.
Segundo a coordenadora do encontro Ana Mae Barbosa, a transformação do Ensino da Arte ocorrida nos anos 90 no Brasil partiu das experiências de arte educação em um museu, o Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo e desde então os museus vêm se empenhando em oferecer serviços educativos que levem a pensar e que não se restrinjam a meras visitas guiadas.
"Não temos ainda cursos universitários que preparem educadores de museus e centros culturais. Os próprios educadores vêm se reunindo em redes de discussão e aprimoramento. Este encontro potencializará as conquistas que têm sido feitas na área de Educação em Museus. É uma oportunidade promover o diálogo entre educadores de todo o país e com especialistas do exterior", afirma a arte educadora.
Segundo Ana Mae, esse diálogo muito contribuirá para o desenvolvimento dos estudos e da prática dos educadores de museus, já que estes são laboratórios para o ensino da Arte e pode construir uma maior articulação com as comunidades e escolas.
O encontro tem a finalidade de discutir e alertar para dados recentes do IBG que são assustadores, 92% dos brasileiros nunca foram a um museu e 93,4% dos brasileiros jamais freqüentaram uma exposição de arte. O encontro é gratuito e aberto ao público em geral.
EncontroA abertura do encontro será feito com uma mesa redonda. A partir do segundo dia palestras e mesas redondas temáticas, seguidas de grupos de discussão com todos os participantes sobre os temas geradores que são de importância na Nova Política Social para o Brasil, eixo Cultura 2007/2010.
Os debates com temas geradores baseados nas experiências em educação em museus, nos problemas levantados no Seminário Internacional de Mediação Cultural e Social CCBB¿SP 2004 e nas deliberações da Política Cultural do MINC substituirão as tradicionais Comunicações.
Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail seminariodearteeducacao@sapotieventos.com.br.
Redação Terra
MEC divulga boletim de desempenho do Enem 2008
Os resultados do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2008 já estão disponíveis para consulta pela Internet. A partir da próxima semana, os estudantes receberão o boletim pelos Correios.
Para ver as notas é necessário fornecer a senha obtida na inscrição. É possível consultar as médias alcançadas na parte objetiva e na redação.
As notas na prova objetiva do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) caíram 19,1% do ano de 2007 para 2008, passando de 51,52 pontos para 41,69 pontos, em 100 pontos possíveis. Na redação houve aumento de 5,5% nas notas dos estudantes brasileiros na avaliação, de 55,99 para 59,06.
A avaliação realizada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), do Ministério da Educação (MEC), é composta por uma parte objetiva, com 63 testes de múltipla escolha, e por uma redação. Neste ano, o tema abordado na dissertação foi o desmatamento.
Entre os concluintes o melhor desempenho na prova objetiva ficou com o Distrito Federal, com média de 45,39 pontos.
Seguem em segundo e terceiro lugares o Rio Grande do Sul (43,32 pontos) e o Rio de Janeiro (43,29 pontos). São Paulo aparece na quinta posição da lista com (43,01 pontos). O pior desempenho ficou com o Amazonas, que teve 33,48 pontos.
O melhor desempenho obtido na redação foi do Rio Grande do Sul, com 62,24 de média. Ele é seguido do Distrito Federal, com 60,62 e de Santa Catarina, com 59,89 pontos.
O Rio de Janeiro aparece na quinta posição, com média de 59,68 e São Paulo aparece em sétimo lugar, com 59,17 pontos. O pior estado foi Alagoas, com média de 55 pontos.
Média Geral dos EstadosO melhor desempenho do País no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2008 foi dos estudantes gaúchos. O Rio Grande do Sul obteve a maior média geral dos estados (concluintes e egressos). A média das notas dos alunos na prova objetiva foi de 45,06 pontos quatro acima da média nacional.
O segundo lugar ficou com São Paulo, cujo desempenho médio no mesmo teste foi de 44,86, seguido por Santa Catarina, com 44,19 pontos. O pior resultados foi registrado entre os 46 mil participantes do Amazonas, com média de 34,56 pontos. Eles são seguidos pelos estudantes de Alagoas, com 34,76, e Tocantins, com 34,92.
Redação Terra
Para ver as notas é necessário fornecer a senha obtida na inscrição. É possível consultar as médias alcançadas na parte objetiva e na redação.
As notas na prova objetiva do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) caíram 19,1% do ano de 2007 para 2008, passando de 51,52 pontos para 41,69 pontos, em 100 pontos possíveis. Na redação houve aumento de 5,5% nas notas dos estudantes brasileiros na avaliação, de 55,99 para 59,06.
A avaliação realizada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), do Ministério da Educação (MEC), é composta por uma parte objetiva, com 63 testes de múltipla escolha, e por uma redação. Neste ano, o tema abordado na dissertação foi o desmatamento.
Entre os concluintes o melhor desempenho na prova objetiva ficou com o Distrito Federal, com média de 45,39 pontos.
Seguem em segundo e terceiro lugares o Rio Grande do Sul (43,32 pontos) e o Rio de Janeiro (43,29 pontos). São Paulo aparece na quinta posição da lista com (43,01 pontos). O pior desempenho ficou com o Amazonas, que teve 33,48 pontos.
O melhor desempenho obtido na redação foi do Rio Grande do Sul, com 62,24 de média. Ele é seguido do Distrito Federal, com 60,62 e de Santa Catarina, com 59,89 pontos.
O Rio de Janeiro aparece na quinta posição, com média de 59,68 e São Paulo aparece em sétimo lugar, com 59,17 pontos. O pior estado foi Alagoas, com média de 55 pontos.
Média Geral dos EstadosO melhor desempenho do País no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2008 foi dos estudantes gaúchos. O Rio Grande do Sul obteve a maior média geral dos estados (concluintes e egressos). A média das notas dos alunos na prova objetiva foi de 45,06 pontos quatro acima da média nacional.
O segundo lugar ficou com São Paulo, cujo desempenho médio no mesmo teste foi de 44,86, seguido por Santa Catarina, com 44,19 pontos. O pior resultados foi registrado entre os 46 mil participantes do Amazonas, com média de 34,56 pontos. Eles são seguidos pelos estudantes de Alagoas, com 34,76, e Tocantins, com 34,92.
Redação Terra
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
UEFS abre incrições para Formação Professores
A Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) inscreve, entre 3 e 21 de novembro, para cursos de Formação para Professores de 5ª a 8ª Séries e Ensino Médio, destinados a docentes que atuam na rede estadual de ensino. As aulas serão ministradas nos pólos de Feira de Santana (Ciências Biológicas, Letras com Espanhol, Geografia e História) e de Santo Amaro (Matemática).
Os candidatos devem conferir se pertencem aos municípios vinculados às Direcs dos pólos da Uefs. Esta informação consta no edital do processo seletivo, disponível no link:
http://www.uefs.br/portal/downloads/editais/abertura-de-inscricao/edital-formacao-professores-2008d.pdf/view
A formação de nível superior para professores dos ensinos fundamental e médio é exigência da Lei de Diretrizes e Bases da Educação.
A inscrição deve ser feita das 8 às 11 horas e das 14 às 17h30 no campus da Uefs, em Feira de Santana (sala da Coordenação de Seleção e Admissão – Prédio da Administração Central) ou, ainda, no campus avançado de Santo Amaro (Solar do Biju, praça da Purificação, centro). A inscrição também poderá ser feita através do site da UEFS.
Os candidatos devem conferir se pertencem aos municípios vinculados às Direcs dos pólos da Uefs. Esta informação consta no edital do processo seletivo, disponível no link:
http://www.uefs.br/portal/downloads/editais/abertura-de-inscricao/edital-formacao-professores-2008d.pdf/view
A formação de nível superior para professores dos ensinos fundamental e médio é exigência da Lei de Diretrizes e Bases da Educação.
A inscrição deve ser feita das 8 às 11 horas e das 14 às 17h30 no campus da Uefs, em Feira de Santana (sala da Coordenação de Seleção e Admissão – Prédio da Administração Central) ou, ainda, no campus avançado de Santo Amaro (Solar do Biju, praça da Purificação, centro). A inscrição também poderá ser feita através do site da UEFS.
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Senai oferece cursos gratuitos de aprendizagem industrial
O Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de Mato Grosso do Sul) está com as inscrições para preencher 516 vagas em dez cursos gratuitos de aprendizagem industrial oferecidos nas unidades operacionais de Campo Grande, Dourados, Naviraí, Três Lagoas, Corumbá, Sidrolândia, Rio Verde de Mato Grosso e Deodápolis. Elas estão distribuídas da seguinte forma: 177 na Capital, 167 em Dourados, 64 em Três Lagoas, 35 em Naviraí, 24 em Sidrolândia, 22 em Rio Verde de Mato Grosso, 20 em Deodápolis e 7 em Corumbá.
Os cursos disponibilizados são: Assistente de Produção, Assistente Administrativo Industrial, Eletricista de Manutenção Industrial, Mecânico de Manutenção Industrial , Mecânico de Manutenção de Automóveis, Confeccionador Industrial de Calçados, Tecelão Industrial, Costureiro Industrial, Operador em Processos Industriais em Carnes e Derivados e Operador em Processos Industriais em Cerâmica.
Interessados têm até o dia 28 de novembro para fazerem as inscrições, sendo que as provas serão realizadas no dia 7 de dezembro, nas unidades do Senai nos municípios onde há cursos disponíveis, das 7h30 às 11h00 e das 13h30 às 17h00, munidos de cópia e original do RG, CPF, comprovante de endereço, certificado de reservista (se do sexo masculino e maior de 18 anos), , atestado de escolaridade atualizado, foto 3x.
Os cursos disponibilizados são: Assistente de Produção, Assistente Administrativo Industrial, Eletricista de Manutenção Industrial, Mecânico de Manutenção Industrial , Mecânico de Manutenção de Automóveis, Confeccionador Industrial de Calçados, Tecelão Industrial, Costureiro Industrial, Operador em Processos Industriais em Carnes e Derivados e Operador em Processos Industriais em Cerâmica.
Interessados têm até o dia 28 de novembro para fazerem as inscrições, sendo que as provas serão realizadas no dia 7 de dezembro, nas unidades do Senai nos municípios onde há cursos disponíveis, das 7h30 às 11h00 e das 13h30 às 17h00, munidos de cópia e original do RG, CPF, comprovante de endereço, certificado de reservista (se do sexo masculino e maior de 18 anos), , atestado de escolaridade atualizado, foto 3x.
Qualidade de alimentação escolar vai a debate em Natal

Estão encerradas as inscrições para o 4º Encontro Nacional da Alimentação Escolar, que começa no dia 25, em Natal, e se estenderá até o dia 28. Em menos de uma semana, inscreveram-se 250 representantes de estados e municípios de todo o país. Está prevista a presença, também, de representantes de ministérios, organismos internacionais e universidades.
No encontro, será feito um balanço da atuação do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) no último ano. Os especialistas debaterão, ainda, as ações para melhorar a merenda nas escolas brasileiras.
Entre os temas a serem discutidos destacam-se a crise mundial de alimentos; o direito à alimentação saudável na escola; a interação entre o Pnae e o Programa de Aquisição de Alimentos do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome; o projeto de lei que estende a merenda escolar a toda a educação básica; a cooperação internacional para a implantação de programas de alimentação escolar em outros países e o controle social.
Jornada — A alimentação dos estudantes é tema de debates e palestras também em Recife, na 1ª Jornada de Alimentação e Nutrição Escolar, nesta terça-feira, 11, e na quarta, 12. Promovido pelo Centro Colaborador em Alimentação e Nutrição Escolar da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), o encontro aborda os recentes avanços do Pnae, o projeto de lei que estende a merenda a toda a educação básica e a importância do pescado e das hortas na alimentação.
Voltada especialmente para nutricionistas e estudantes de nutrição, a jornada tem relatos de experiências bem-sucedidas na execução do Pnae e mostra a integração de políticas públicas para garantir a segurança alimentar e nutricional de crianças e jovens nas escolas.
Fonte: Assessoria de Comunicação Social do FNDE
DICA DE PORTUGÊS!

"Onde" exprime idéia de lugar
"Vivemos numa época de crise acadêmica, onde se ensina aos estudantes de direito que mentir é direito."O advérbio "onde", que também funciona como pronome relativo, sempre exprime a idéia de lugar. Por esse motivo, deve retomar um termo ou expressão que igualmente se refira a um lugar. No caso em questão, o "onde" está retomando a expressão "numa época", que remete à idéia de tempo. O mais adequado seria, então, usar as formas "em que" ou "na qual":"Vivemos numa época de crise acadêmica, em que se ensina..." ou "Vivemos em uma época de crise acadêmica, na qual se ensina...".
Dica/Texto: Thaís Nicoleti
Fonte: Uol Educação
terça-feira, 18 de novembro de 2008
Jovem Embaixador 2009 é do CEFET
Ele e mais 34 jovens brasileiros embarcam no dia 09 de janeiro de 2009 para uma temporada de duas semanas nos Estados Unidos, com todas as despesas pagas. O projeto é uma iniciativa da Embaixada Norte-Americana, que visa o aprimoramento do inglês para estudantes, entre 15 e 18 anos, da rede pública de ensino
A matéria especial com o jovem embaixador baiano encontra- se no link Rádio Cefet-BA , e saiba como se inscrever para o Programa de 2010.
Texto de: Daniele Amancio - com base na divulgação da Coordenação de Comunicação Social do CEFET.
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Estudante Feirense entre os finalistas do Soletrando 2009
Amanda dos Santos, 13 anos, ficou entre os três finalistas do soletrando 2009, eliminando 50 alunos de escolas estaduais da Bahia, no SESC em Salvador. A estudante do Colégio Reitor Edgard Santos, Amanda foi recebida por colegas e professores como vitoriosa não podendo participar da final no Caldeirão do Huck em São Paulo.
Para chegar na semi-final em salvador, ela concorreu com 100 alunos de sua escola. Sua participação foi efetiva devido as horas de estudos e dedicação ao lado sua professora e seu dicionario, seu atual melhor amigo nesta disputa.
Matéria encontrada também no blog Portal da Cultura
http://portaldaculturafat.blogspot.com/search/label/Sistema%20Cultural
Campanha de Alfabetização mobiliza Santa Catarina

Na última sexta-feira, dia Nacional da Alfabetização, encerraram as inscrições para as aulas do Santa Catarina Alfabetizada. Um dia antes do término, as escolas públicas já cadastraram quase seis mil pessoas e quatro mil educadores no programa realizado em parceria com Ministério da Educação, que está liberando recursos na ordem de R$ 50 milhões para a capacitação e remuneração dos professores.
Com 94,8 % da população alfabetizada, o Estado não mede esforços na erradicação do analfabetismo. Para promover o acesso à escolarização de 5,06% dos catarinenses que não sabem ler e escrever, a Secretaria da Educação desenvolve uma política de alfabetização mobilizando escolas públicas, prefeituras municipais, empresas, universidades e organizações representativas da sociedade. Participam ainda da campanha entidades ligadas ao setor de mídia que divulgam a iniciativa buscando o engajamento da comunidade alfabetizada, chamando-a a participar do processo, para que matriculem amigos, vizinhos, parentes e funcionários nas aulas de alfabetização.
O secretário Paulo Bauer destaca que a união de esforços pode mudar o quadro do analfabetismo e colocar Santa Catarina no topo do ranking nacional como o Estado mais alfabetizado da Federação. “Se existisse um só analfabeto já valeria a pena manter este projeto”, afirma. A meta do programa é alfabetizar, até 2010, cerca de 230 mil pessoas analfabetas no Estado, segundo dados do IBGE. Como ponto de partida, a Secretaria da Educação pretende matricular, até o próximo ano, 80 mil; em 2009 inscrever mais 80 mil, e por fim, em 2010, 65 mil.
Com 94,8 % da população alfabetizada, o Estado não mede esforços na erradicação do analfabetismo. Para promover o acesso à escolarização de 5,06% dos catarinenses que não sabem ler e escrever, a Secretaria da Educação desenvolve uma política de alfabetização mobilizando escolas públicas, prefeituras municipais, empresas, universidades e organizações representativas da sociedade. Participam ainda da campanha entidades ligadas ao setor de mídia que divulgam a iniciativa buscando o engajamento da comunidade alfabetizada, chamando-a a participar do processo, para que matriculem amigos, vizinhos, parentes e funcionários nas aulas de alfabetização.
O secretário Paulo Bauer destaca que a união de esforços pode mudar o quadro do analfabetismo e colocar Santa Catarina no topo do ranking nacional como o Estado mais alfabetizado da Federação. “Se existisse um só analfabeto já valeria a pena manter este projeto”, afirma. A meta do programa é alfabetizar, até 2010, cerca de 230 mil pessoas analfabetas no Estado, segundo dados do IBGE. Como ponto de partida, a Secretaria da Educação pretende matricular, até o próximo ano, 80 mil; em 2009 inscrever mais 80 mil, e por fim, em 2010, 65 mil.
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